Auditoria de SEO completa em 12 passos

o que e SEO

Saber como fazer uma auditoria de SEO é a grande diferença entre um excelente trabalho e um mau trabalho de análise de SEO.

A importância do SEO no desenvolvimento das estratégias de Marketing e Vendas das empresas portuguesas tem vindo, finalmente, a aumentar.

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O crescente número de oportunidades para SEO Managers e Specialists no LinkedIn e sites de emprego, bem como o crescimento da procura de consultores e profissionais freelancers de SEO é um reflexo disso mesmo.

Entretanto, o mercado português é, ainda, escasso na oferta de profissionais qualificados e com experiência relevante nessa área, e a falta de investimento em SEO por parte das empresas no passado é, em parte, responsável por este cenário de falta de profissionais de SEO.

Quando se começa a trabalhar o canal orgânico de uma empresa, há certas análises que têm que ser feitas para que o profissional de SEO possa conhecer o site e com base nesse conhecimento definir a “to-do list” por ordem de prioridades e criar a estratégia de SEO da empresa.

São também necessárias algumas ferramentas de SEO.

Neste artigo vou apresentar uma forma simples, mas completa de como fazer uma auditoria de SEO. Vamos a isto!

Search Engine Crawl

Para quem não sabe como funciona os motores de busca, o crawl é a função mais básica e importante da web.

O Google descobre os sites e páginas na internet ao seguir os links disponíveis e a função básica (e das mais importantes) dos profissionais de SEO é garantir que o Google consegue ter acesso a todas as páginas do site que queremos indexadas.

Tendo em conta que o Google só consegue ler links no formato html <a href=” uri ” anchor</a>, devemos garantir que todos os links estão nesse formato e não num formato que o Google não valoriza, como em Javascript, por exemplo.

Como verificar se o Google consegue fazer Crawl a todo o site?

Uma forma simples de analisarmos se o Google consegue ou não fazer crawl a todo o site é:

  1. Fazer o crawl ao site com o ScreamingFrog – partindo do princípio que os urls descobertos por esta ferramenta serão os mesmo que os bots do Google conseguem descobrir. Fazer um filtro na coluna “Canonical Url” de forma a ficarmos apenas com a versão canonical dos urls.
  2. Ir ao Google Analytics e buscar o tráfego de todos os canais por página de destino: Comportamento >> Conteúdo do Site >> Página de Destino.
  3. No excel fazer uma fórmula vlookup, de maneira a identificar as páginas do site que têm tráfego no Analytics, mas que não existem no ScreamingFrog.

Com esta análise conseguimos identificar as páginas órfãs, isto é, as páginas para as quais temos tráfego de campanhas pagas, mas que não têm links internos no site.

Search Engine Indexing

Após fazer o crawl e identificar todas as páginas (que estão acessíveis por inlink) do site, o Google irá indexá-las e mostrá-las nos resultados de pesquisa, sempre que considerá-las relevantes para a pesquisa feita.

Uma tarefa importante nesta análise é fazer uma comparação entre o número de páginas existentes (páginas descobertas no crawl do ScreamingFrog) e o número de páginas indexadas.

Se descobrirmos que o site tem um número elevado de páginas, mas apenas uma pequena percentagem delas está a ser indexada pelo Google, devemos identificar as causas e fazer sugestões de melhoria.

Como identificar o número de páginas indexadas no Google?

Para identificarmos o número de páginas que o site tem indexadas no Google devemos:

  1. Abrir o Google Search Console.
  2. Clicar em índice do Google e em seguida em Estado do Índice.

Teremos acesso a um quadro com o número de páginas indexadas no momento e em baixo consta um gráfico com a evolução do mesmo número nos últimos 90 dias.

paginas-indexadas-no-google-search-console

Sitemap

O sitemap.xml é um ficheiro que serve para dizermos ao Google todas as páginas do nosso site que nós queremos que sejam indexadas.

Tendo em conta essa definição, é importante perceber, primeiro, que o conceito de “as páginas que nós queremos que sejam indexadas”, significa, acima de tudo, que deve constar todas as páginas que nós não estamos a dar sinal ao Google para não indexar.

Há várias formas de darmos sinal ao Google para não indexar uma página – usar a diretiva Noindex, bloquear a página no ficheiro robots.txt, fazer um redireccionamento 301 para outra página ou ter na página o canonical para outro url.

Deve-se ter em atenção de não incluir essas páginas no sitemap, de forma a não mostrar uma mensagem inconsistente ao Google.

Depois de preparar o ficheiro sitemap.xml com todas as páginas que queremos que sejam indexadas, devemos testar e submeter o ficheiro no Google Search Console e esperar que o Google faça o crawl ao site e decida pelas páginas que irá indexar.

Importa referir que um sitemap tem um limite de urls de 50.000 urls por ficheiro, caso o número de urls do site ultrapasse esse limite, o ideal é criar vários ficheiros sitemap por tipo de páginas, por exemplo, um ficheiro para páginas de produto, outro para artigos do blog, outro para a homepage e páginas do footer, entre outras e agregar todos esses ficheiros num ficheiro Mãe, que agrupe todos os outros.

Mais informações neste link.

Robots.txt

O ficheiro robots.txt serve para que possamos dizer ao Google, e a outros motores de busca, como devem fazer o crawl e indexar as páginas do nosso site.

Um ficheiro robots.txt deve ter o seguinte formato:

User-agent: *

Disallow: / “uri das páginas ou folders que queremos bloquear o acesso aos robots”

Sitemap: http://www.exemplo.com/sitemap.xml

Depois de criado, o ficheiro robots.txt deve ser testado e submetido no Google Search Console. Neste guia do Google temos informações mais detalhadas sobre como deve ser criado o ficheiro.

HTTP Status Code

O crawl feito no ScreamingFrog no primeiro passo serve para identificar todos os urls do site.

Cada um desses urls tem um HTTP Status Code associado. Tecnicamente, um status code é uma mensagem enviada pelo servidor quando o request feito pelo browser pôde ou não ser realizado.

Quando está tudo ok com a página, o status code enviado ao browser é o 200, quando a página não foi encontrada é enviado o code 404, quando há um erro com o servidor é enviado o code 500 e quando o url direciona para outra página a mensagem enviada pelo servidor é o HTTP status code 301.

Este artigo do blog Yoast faz uma explicação detalhada sobre cada um desses HTTP status code.

O que os profissionais de SEO devem ter em atenção é que o que queremos é que grande percentagem dos nossos urls enviem o código 200.

Se tivermos 404 ou 500, devemos identificar as causas e propor soluções. Caso o site tenha muitas páginas com redireccionamento 301, devemos ver o que podemos fazer para minimizar essa situação, de forma a ter o site otimizado para melhor aproveitar o crawl budget.

PageSpeed e Análise da Performance

O Google já tinha confirmado no passado que o PageSpeed era muito importante em Desktop e veio agora esclarecer que também já é um fator de ranqueamento em mobile.

Ignorar esse fato não é, certamente, uma boa solução. Sabendo disso, devemos tratar de analisar a performance do site e identificar pontos de melhoria.

O PageSpeed Insights, GT Metrix, Pingdom e a extenção Lighthouse do Google são as ferramentas que eu aconselho a serem usadas nesta análise.

Como essa análise é feita por url, eu sugiro que se escolha um url para cada tipo de página – homepage, página de produto, página de categoria, entre outras – e que esse url seja analisado nas ferramentas.

Para além de identificarem os principais problemas técnicos do site, as ferramentas também sugerem pontos de melhoria. Essa análise deve servir para ser a base de todo o trabalho técnico de SEO do site.

É necessário ter em atenção que as ferramentas sugeridas anteriormente trabalham tendo em conta o antigo protocolo web.

Caso o site que se esteja a analisar tenha suporte para o novo protocolo HTTP/2, algumas das sugestões de melhoria deixam de ser necessárias, pois como o HTTP/2 não faz um request para cada ficheiro, algumas “boas práticas” podem ser ignoradas.

Para verificar se o site suporta ou não HTTP/2 podemos usar esta tool. Basta inserir o url e clicar em Test.

teste-site-suporte-http2

Structured data

Os dados estruturados são uma forma de darmos uma “estrutura” aos dados que temos nas páginas do nosso site. Para isso devemos usar o vocabulário presente no projeto Schema, no formato JSON-LD.

Isso ajuda os motores de busca a perceberem melhor os conteúdos da página e aumenta a possibilidade de mostrar resultados ricos na página de resultados, como este exemplo quando pesquisamos por “apple”:

apple-knowledge-graph

De forma a verificar se o site tem implementado algum markup de dados estruturados e se essa implementação está bem feita, podemos usar a ferramenta de testes desenvolvida pela Google.

É necessário ter em atenção que essa análise é feita ao nível da página, portanto se pretendemos analisar a implementação em todo o site, devemos fazer esse processo para um url por cada grupo de páginas.

O Google desenvolveu uma ferramenta que nos ajuda a fazer os markups por página.

Para isso basta escolher um tipo de página – artigo, página de produto, crítica de livros e etc – e fazer a marcação dos dados.

Quando a marcação estiver feita, tem apenas que clicar em “CRIAR HTML” para obter os dados estruturados em formato HTML para ser implementado no código da página.

Paridade de Conteúdos em Mobile e Desktop

O Mobile First Index está aí! Muitos sites já receberam a notificação do Google a serem informados que foram migrados para mobile first índex.

Hoje, mais do que nunca, é importante ter em atenção não só à experiência do utilizador em mobile, mas também a experiência dos bots do Google em mobile.

É determinante que exista uma paridade de páginas e conteúdos nas versões do site em mobile e em desktop.

O que é importante analisar?

De forma a garantirmos uma consistência em termos de páginas e conteúdos do nosso site em mobile e desktop há dois fatores fundamentais:

  1. Todas as páginas que existam em desktop, devem também existir na versão mobile e vice-versa.
  2. O conteúdo dessas páginas deve ser exatamente o mesmo, em ambas as versões, ou seja, devemos garantir que temos os mesmos urls, títulos, descrições, headings, imagens, vídeos e conteúdo das páginas.

Como analisar?

Para fazermos essa análise devemos fazer dois crawls ao site no ScreamingFrog, um a utilizar o User Agent de desktop e outro a usar o User Agent de Smartphones. Depois disso, devemos fazer export para excel de ambos os crawls começar a analisar:

  1. O número de urls é o mesmo nas duas versões?
  2. Os urls identificados no crawl em desktop são os mesmos da versão mobile? E vice-versa? Quais são os urls que estão em falta em cada uma das versões?
  3. Nos urls que têm correspondente nas duas versões, como estamos ao nível de conteúdos? Isto é, existe uma paridade ao nível dos títulos, descrições, headings, imagens, vídeos e conteúdo das páginas?

Neste artigo da MOZ poderá encontrar informações mais detalhadas sobre como fazer esta análise.

Analisar Conteúdos Duplicados

A duplicação de conteúdos é um problema muito sério para a performance dos sites nos motores de busca.

É muito comum a existência de títulos, descrições e headings duplicados no site. Devemos identificar essas situações e proceder à sua correção.

Como identificar conteúdos duplicados no Google Search Console

  1. Abrir o Google Search Console e selecionar a propriedade
  2. Clicar em Search Appearence
  3. Clicar em HTML improvements

Nesse relatório é possível identificar os campos que o Google marcou como duplicados.

Como identificar conteúdos duplicados Screaming Frog

O relatório do Google Search Console depende muito da forma como o Google faz crawl ao site.

Pode haver situações, como as que foram descritas no inicio deste texto, em que o Google ainda não tenha feito crawl ou não tenha indexados certos urls, devido a isso, o Google não os identifica como duplicados no Google Search Console.

Se confiarmos cegamente nessa métrica corremos o risco de ter muitas páginas duplicadas e não darmos por isso. De forma a mitigar esse fato, devemos procurar identificar conteúdos duplicados também em outras tools. Vou mostrar como se faz no ScreamingFrog:

  1. Abrir o ficheiro em excel do crawl feito anteriormente
  2. Selecionar a coluna do title
  3. Clicar em Formatação Condicional > Regras para realce de células e Duplicar Valores

Depois disso, basta fazer um filtro por Cor e temos, assim, acesso a todos os títulos duplicados.

Essa análise deve ser feita também para as descrições e headings.

Atenção:

Se tiver conteúdo oculto, ele poderá não aparecer para algumas ferramentas.

Analisar o tráfego orgânico

Analisar o tráfego proveniente dos motores de busca é muito importante no primeiro contacto com o site.

Devemos olhar para o tráfego orgânico como um todo, de forma a conhecermos as tendências de tráfego, a sazonalidade do negócio e possíveis penalidades do Google que o site tenha sofrido. É importante que essa análise seja feita para diferentes períodos de tempo, de forma a facilitar a comparação entre eles.

Devemos fazer uma comparação YoY (year over year) para os anos em que temos os dados disponíveis, bem como uma comparação WoW (week over week) para os últimos 12 meses.

Assim será possível ter uma perceção geral do tráfego orgânico do site. Para executarmos essa análise devemos fazer o seguinte:

  1. Tendências, Sazonalidade e Penalidades – ir ao Google Analytics >> selecionar o segmento “Tráfego Orgânico” e fazer: Aquisição >> Todo o Tráfego >> Canais >> Selecionar o Canal Orgânico. Selecionar o intervalo de datas para os últimos 12 meses. Reparar na tendência de tráfego e verificar a tendência do tráfego. Nos momentos de queda, perceber se a queda está relacionada com a sazonalidade do negócio ou se o site foi penalizado pelo Google. Uma boa dica é ter um calendário com os feriados do mercado em que estamos a analisar destacados, bem como as datas em que o Google lançou update. Assim será fácil perceber se o site caiu por sazonalidade ou se foi apanhado por algum update do Google.
  2. Top Performing Pages: ir ao Google Analytics, selecionar o segmento “Tráfego Orgânico” e fazer: Comportamento >> Conteúdo do Site >> Página de Destino. Selecionar o intervalo de datas para os últimos 12 meses. Com esta análise é possível identificar as principais páginas do site em termos de tráfego orgânico. Tendo essa informação como base é possível priorizar o trabalho de otimização das páginas, por exemplo: podemos começar por otimizar as páginas do site que estejam no Top 20 de tráfego orgânico. Podemos também agrupar os urls por grupos de páginas (páginas de produto, artigos do blog, páginas de categoria e etc e identificar o volume de tráfego de cada um deles).

 

Canibalização de Palavras-Chave

Todos os sites, uns mais e outros menos, têm vários concorrentes no Google.

A última coisa que nós queremos é que o nosso site esteja a competir com ele próprio nos resultados de pesquisa. Isso, apesar de ser um raciocínio simples, é, na verdade, um problema que acontece muitas vezes.

Os sites estão sempre a criar novas páginas, e isso acontece, por vezes, sem ter em conta as páginas que já existentes.

Como muitas vezes as páginas têm conteúdo muito parecido o Google posiciona-as para as mesmas palavras-chave.

Numa primeira análise é importante identificar as situações onde isso acontece e propor a sua correção.

Para identificar basta ir a ao Ahrefs e fazer o download de todas as palavras-chave orgânicas do site. De seguida devemos abrir o ficheiro em excel, ordenar por palavras-chave e destacar os registos duplicados e depois filtrar por duplicados.

Uma vez identificadas as palavras-chave que estão a ranquear no Google para mais do que uma página, devemos escolher a página que pretendemos que essa palavra-chave esteja associada e corrigir as outras páginas em que ela esteja a aparecer.

Há duas situações comuns que geram problemas de canibalização de palavras-chave, em baixo apresento essas duas situações, bem como uma sugestão de correção.

  1. Utilização indevida da palavra-chave – imagine a caso de um site de e-commerce que venda equipamentos desportivos. Esse site tem duas páginas distintas (/bicicleta-de-crianças e /bicicleta-para-adultos). Agora imagine que na página /bicicleta-de-crianca temos o seguinte copy: “A bicicleta é indicada para crianças, sendo que esta bicicleta não deve ser usada por adultos”. O simples fato de mencionarmos na página o termo “adultos” num contexto em que estamos a falar de “bicicletas” pode fazer com que o Google passa a ranquear a página também para termos de pesquisa relacionados com “bicicletas para adultos”. Por mais estranho que possa parecer, situações parecidas acontecem muitas vezes. Tendo isso em conta, uma dica que eu dou nesses casos é: aproveitar a página para falar de todas as potencialidades do produto, dizer tudo o que temos de bom sobre esse produto, sem mencionar outros produtos ou termos relacionados com outros produtos que estejamos a comercializar no site.
  2. Dois ou mais artigos sobre o mesmo tópico – esta situação também acontece muitas vezes. Imagine que tem um blog sobre marketing. No fim do ano de 2016 publicou o artigo “Dicas criar sua estratégia de marketing em 2017” com o url /dicas-para-criar-sua-estrategia-de-marketing-em-2017. No fim de 2017 publica um novo artigo, agora “Dicas criar sua estratégia de marketing em 2018” com o url /dicas-para-criar-sua-estrategia-de-marketing-em-2018. Esses dois artigos estarão, certamente, a competir para os termos de pesquisa mais populares, tais como: “estratégias de marketing”, “como criar uma estratégia de marketing” e etc. Não faz sentido estarmos a competir com nós próprios. Para resolvermos situações parecidas com essa eu proponho consolidar os dois artigos num só, com as dicas mais úteis e atuais e criar um novo url “/estratégia-de-marketing” e, se necessário, fazer um redireccionamento dos artigos antigos para o novo. Esse url passa a ser uma componente que não deve ser mudada. O artigo pode agora ser atualizado todos os anos como pretende. Pode ter a referência do ano em questão no título, descrição e copy do artigo à vontade. Só não o deve ter no url. Assim, evita estar a competir no Google para as mesmas palavras-chave.

O blog do Ahrefs tem um artigo muito interessante sobre canibalização de palavras-chave.

Analisar backlinks

A importância dos backlinks (links de outros sites a apontar para o nosso) como fator de ranqueamento já não é a mesma de há uns anos atrás, isso é indiscutível, mas que ainda são um forte fator de ranqueamento isso ninguém duvida.

Para falar deste tema eu teria que escrever outro artigo, portanto não vou entrar por aqui. Se por um lado ter bons links ajudam, e muito, no posicionamento do site nos motores de pesquisa, os maus links também influenciam, mas neste caso, negativamente.

Isso acontece, pois, o Google prejudica os sites que criaram muitos links spam.

Nesta primeira análise ao site o que eu sugiro é que se identifique no Ahrefs todos os backlinks do site que tenham um Domain Rating inferior a 15 (são provavelmente spam ou links de baixo valor) e fazer uma análise detalhada a cada um desses urls. Podemos usar a extenção BULK URL OPENER para abrir vários urls ao mesmo tempo.

O que queremos aqui é analisar a olho a qualidade do site que tem um link a apontar para nós.

Tenho por hábito analisar se o site tem muita publicidade intrusiva, a posição do link na página (se é um link contextual ou se aparece numa posição menos favorável, como por exemplo no footer, entre outros fatores que chamam a atenção para links spam) e que se faça disavol a esses links no Google Search Console.

Esse conjunto de análises permite perceber como está a saúde do site e como ele está preparado para os desafios de SEO.

Com base nos resultados de cada uma das análises é possível identificar pontos de melhoria, atribuir uma prioridade a cada um deles e atacar para melhorar o site.

Espero que tenha ajudado a entender como fazer uma auditoria de conteúdo e análise de conteúdo.

O próximo passo é fazer uma análise à concorrência.

Agressões a Jogadores do Sporting: Como é que um SEO analisa a situação?

Featured Snippets Google

As agressões a jogadores do Sporting esta tarde, 15 de Maio de 2018, foram um dos temas mais falados do dia. Como é que um SEO olha para esta situação, como se podem utilizar dados para optimizar o conteúdo que é publicado online? Recentemente tivemos um webinar sobre SEO para Jornalistas e hoje – pelos piores dos motivos – há um exemplo prático de como o SEO pode colaborar na escrita online.

Primeiro, é possível entender quando é que as procuras por Sporting no Google tiveram mais impacto e quando é que começaram a decrescer. Pelos dados fornecidos pelo Google Trends, é possível ver que as procuras pelo termo “Sporting”, em Portugal, obtiveram o maior “pico” por volta das 17 horas de Lisboa.

Também é possível ver que esta situação da agressão a jogadores do Sporting na Academia de Alcochete fez com que se tivesse batido o record de procuras no Google por “Sporting”. Nunca antes (dados a partir de 2004) se tinha procurado tanto por Sporting, em Portugal.

A mesma tendência é seguida no estrangeiro, onde as procuras pelo nome do clube obtiveram o seu  máximo ao final do dia.

Interessante saber que os países que mais procuraram neste dia por “Sporting” no Google – e que, assumimos, estejam mais interessados em obter mais informações sobre as agressões ocorridas em Alcochete – são Cabo Verde, Moçambique, Angola e Luxemburgo. Ou seja, países dos PALOP e um europeu onde reside uma grande comunidade de emigrantes portugueses.

Não é só o nome do Sporting que sofreu um enorme incremento de buscas no Google após as agressões aos jogadores e equipa técnica por parte de – acredita-se – adeptos da claque sportinguista. Bruno de Carvalho viu o seu nome bem esmifrado pelos portugueses.

Aliás, nunca o seu nome tinha sido tão procurado na Internet.

Além de “Bruno de Carvalho”, outras procuras prenderam-se com “Bas Dost” – um dos jogadores agredidos -, “jogadores do sporting agredidos”, mustafa sporting”, “bruno de carvalho filhas” ou “rui patrício instagram”.

A nível internacion, de acordo com o Google Trends – a ferramenta da Google que permite acompanhar as tendências mundiais em termos de pesquisas -, também houve interesse em temas relacionados com Bruno de Carvalho, o Sporting e os jogadores do clube. Mas também há quem tenha repescado histórias relacionadas com o passado recente do clube, como a saída do anterior treinador Marco Silva.

Ainda a nível de procuras internacionais no Google, estes são os temas mais procurados em relação aos tristes e trágicos incidentes ocorridos na Academia de Alcochete.

Com esta informação, e sabendo o que os utilizadores estão à procura, os redactores online poderão ter uma vantagem e antecipar algumas histórias. Ou tentar providenciar nos seus artigos algumas informações que possam responder às procuras dos portugueses.

 

Como reduzir o Bounce Rate do seu site

reduzir bounce rate taxa de rejeição

A taxa de rejeição ou o bounce rate é uma métrica super importante. Reduzir o bounce rate ajuda a tornar os sites mais relevantes, por isso é que a taxa de rejeição serve como um forte indicador de engagement com o utilizador. Uma elevada taxa de rejeição significa que o utilizador deixa uma página sem interagir com ela, ou seja, a página não responde às intenções do visitante.

No entanto, como qualquer outra coisa em SEO ou marketing digital, melhorar a taxa de rejeição não é uma missão impossível.

O que é bounce rate?

Antes de explicar como melhorar esta métrica é preciso entender o que é o bounce rate. O bounce rate, ou taxa de rejeição, é uma métrica percentual de quantos visitantes entraram no seu site ou blog por uma página e saíram dessa mesma página sem continuar a leitura ou ir para outras páginas.
Já estou a ouvir alguém a gritar: “onde posso ver a taxa de rejeição do meu site?”. Fácil. Se o seu site já está registado no Google Analytics, essa informação irá aparecer no painel de visitas, acessos, etc.

A taxa de rejeição é definida pelo Google. O motor de busca sabe a diferença entre uma página desenhada para responder a perguntas (e onde o utilizador não quererá visitar outras páginas) e páginas de conversão (onde o webmaster quer que o utilizador siga o caminho de conversão).

Por outras palavras: se uma página de definição de uma palavra tiver um bounce rate de 100%, essa métrica não é negativa e não irá penalizar o seu ranking. Mas se uma página de produto tiver um bounce rate de 85%, é provável que esse número possa estar a penalizar o seu ranking orgânico.

Como melhorar o bounce rate do meu site

O primeiro passo para melhorar o bounce rate do site é entender porque é que o utilizador está a sair daquela página sem fazer qualquer actividade.

Está a página com problemas técnicos? Com imagens quebradas? Com problemas de design? Ou será o conteúdo que não responde às perguntas do utilizador? Será que é conteúdo duplicado? Estas são algumas das perguntas que devemos fazer para entender a estratégia a seguir para reduzir o bounce rate.

As pessoas clicam em links para páginas da web por um motivo, mesmo que esse motivo possa ser incrivelmente trivial. Eles podem estar apenas a querer ver o resto daquela foto de clickbait intrigante ou entender se “o que ele fez a seguir” foi realmente inacreditável.

A questão é que há sempre uma intenção do utilizador, não importa quão grande ou pequena. Antes de começar a investir tempo abordando alguns dos pontos abaixo, deve ter uma boa ideia da intenção do utilizador. Essa é a única forma de realmente proporcionar ao visitante o que ele realmente quer.
É imperativo entender quem você está tentando atrair (buyer personas) e o que eles estão tentando alcançar visitando a sua página da web / website. Essa informação não é importante apenas para ajudar a reduzir sua taxa de rejeição, mas também é absolutamente essencial para a produção de campanhas de marketing e designs de websites que atinjam seus objetivos – ajudando seus visitantes a alcançar os deles.

Mobile

A taxa de rejeição é igual entre utilizadores que visitam o site em desktop e mobile? Se você ainda precisa abordar problemas relacionados a utilizadores mobile, então o foco deverá estar aí. Os smartphones e as visitas mobile não é mais algo do futuro. De facto, muitas das páginas da web já recebem mais tráfego mobile do que desktop, neste momento – se ainda não está preparado para o mobile – já está a perder dinheiro.

O Google já começou a lançar o Mobile First Indexing e a internet já está quase toda preparada para receber cada vez mais visitantes mobile.

Se o seu site não for responsivo para smartphones e tablets ou se você tiver problemas de formatação em dispositivos móveis, pare de ler e vá já tratar desses temas.

Leitura

Você pode ter o melhor conteúdo do mundo, mas se alguém sair da página por ser muito difícil de ler, não valerá de muito, pois não? Mudanças simples, como aumentar o tamanho do texto (especialmente para dispositivos móveis) ou o espaçamento entre linhas, podem ter um impacto real.

Na formatação do conteúdo, evite parágrafos com mais de 7 linhas, isso torna o texto cansativo e maçante de ler. Tente quebrar isso, usando parágrafos de 3 a 4 linhas, isso tornará a leitura mais simplificada.

A utilização de listas e subtítulos também ajuda o leitor a ler o material até ao fim, pois textos corridos acabam por se tornar pouco interessantes.
As imagens irão ajudar a dar um “descanso” na leitura e fazer com que o leitor ganhe um fôlego para continuar até ao final.

Uso de linkagem interna

Uma das melhores formas de fazer com que o utilizador siga navegando por outras páginas é fazer linkagem interna no meio do conteúdo, mostrando assuntos relacionados com o que você está abordando. Isso funciona até como uma forma de complemento ao assunto tratado. (Parece óbvio, não parece?)

Uma dica para este ponto é que sempre que você tenha que colocar um link (interno ou externo), faça a configuração de um link com abertura da página para ser aberta em uma nova aba, com isso, mantem o leitor no seu site, enquanto navega em outro local.

Incentivar o envolvimento

O Google afirma que algumas páginas provavelmente terão uma taxa de rejeição mais alta do que outras devido à intenção do utilizador. Embora isso seja certamente verdade, é sempre uma boa ideia incentivar mais envolvimento com o seu website. Por exemplo, uma postagem de blog pode qualificar-se para uma taxa de rejeição mais alta, mas se investir em marketing de conteúdo, desejará que a página da Web direccione os utilizadores por meio de um funil de entrada definido.

Garantir que haja clareza nas chamadas para o conteúdo relevante, links internos e uma estrutura de menu que não exija um decodificador, ajudará a contribuir para uma taxa de rejeição mais positiva. Dessa forma, resolver o problema inicial da taxa de rejeição pode melhorar a sua taxa de conversão.

Anúncios intrusivos devem ser banidos

Quantos de nós já chegámos a uma página da Web e imediatamente tivemos que navegar num campo minado de pop-ups e anúncios? Como nos sentimos em relação a isso?

Rand Fishkin (que saiu recentemente da Moz) apresentou uma Whiteboard Friday sobre o assunto (vídeo em baixo). O Google é muito inteligente, por isso, se você não puder deixar os pop-ups irritantes porque estão gerando conversões, verifique se o utilizador pode rapidamente (muito rapidamente) voltar ao conteúdo que visitou a página para ler, visualizar ou ouvir.

Velocidade de carregamento

Quão rápido é o seu site. A velocidade de carregamento (ou page speed) tornou-se ainda mais importante à medida que o uso de dispositivos móveis disparou. Vivemos numa sociedade impaciente, expectante de acesso instantâneo. Portanto, é necessário que haja poucas explicações de que, se o seu site for dolorosamente lento para ser carregado, você aumentará o risco de que os utilizadores saltem fora. Pode haver vários factores afectando a velocidade de carregamento, mas problemas comuns são hospedagem compartilhada de baixo custo e imagens de alta resolução.

Quanto a isso sugerimos a leitura de SEO Mobile, Mobile Speed, AMP e PWA: Google muda o jogo em 2018 e deComo deixar um site em WordPress mais rápido”.

Design / User Experience

Os visitantes estão agora mais exigentes do que nunca em relação… a tudo. Nós não estamos num mundo em que ter um site de negócios é um luxo – é uma necessidade. O Design do site e a experiência do utilizador é o diferencial. Num cenário em que os concorrentes do sector provavelmente aumentarão os investimentos em digital, a forma como a sua marca (e seu conteúdo) é apresentada aos clientes em potência é primordial.
Às vezes há um equilíbrio entre design e usabilidade, mas não subestime o impacto que um site mal projectado pode ter na sua taxa de rejeição e no desempenho geral do site.

Para saber como avançar passo por passo na sua análise, leia o nosso artigo de como fazer uma auditoria de SEO.

Novo Google News – App disponível em Android, iOS e Web

Google News App

Abril marcou uma nova viragem em termos de importância dos canais. As visitas a websites através de “Orgânico” ultrapassaram pela primeira vez em 5 anos as visitas vindas das Redes Sociais. O Google – melhor que ninguém – sabe disso e aproveitou o momento para lançar o novo Google News.

A Google tem um papel importante no consumo de notícias online e, aliás, tem sido atacada muitas vezes pelos meios de comunicação social que acusam a gigante de fazer dinheiro à conta dos jornais. O novo Google News vem trabalhar um mercado muito maltratado, resultando da união entre o antigo Google News e o Google Play Newsstand. A app estará disponível para Android e iOS e também no computador em 127 países, incluindo Portugal.

Esta pode ser uma das melhores formas de combater as tão famosas “fake news”, mas irão querer os utilizadores instalar mais uma app para terem acesso a informação difundida rapidamente pelo Facebook e Twitter?

Quando criámos o Google Notícias originalmente há 15 anos, organizámos artigos de notícias para facilitar a visualização de várias fontes sobre o mesmo assunto.
O Google News agora recriado usa um novo conjunto de técnicas de IA para obter um fluxo constante de informações enquanto acede à Web, analisa em tempo real e organiza a informação em enredos. Essa abordagem significa que o Google News entende as pessoas, os lugares e as coisas envolvidas numa história à medida que ela evolui e tenta entender como eles se relacionam entre si. Em essência, essa tecnologia permite-nos sintetizar informações e reuni-las de uma forma que o ajuda a entender o que está a acontecer e qual foi o impacto ou a reacção.

O novo Google Notícias substitui o Google Play Newsstand em dispositivos móveis e computadores e o aplicativo Google News & Weather nos smartphones. Estará disponível em todos os países até ao final da próxima semana.

Como Criar um Blog de Sucesso (E Ganhar Dinheiro) Passo-a-Passo

Como Criar um Blog de Sucesso (E Ganhar Dinheiro) Passo-a-Passo

como criar um blog de sucesso ganhar dinheiro



Desde que o acesso à internet se tornou mais democrático que há quem procure como criar blog de sucesso e, se possível, ganhar dinheiro com isso. Nós temos o passo-a-passo para criar um blog de sucesso e explicaremos como ganhar dinheiro.

Como criar um blog de sucesso?

Essa é a pergunta!

Muitos dos casos de maior dimensão começaram como um simples hobby.

Para fazer um blog de sucesso é preciso, sobretudo, dedicação. Daí a importância desta introdução antes de saltarmos para o passo-a-passo de como montar um blog de sucesso.

Se está a ler este artigo, provavelmente tem dois conceitos na cabeça: “criar blog” e “ganhar dinheiro”. A pergunta, então, será: como fazer um blog de sucesso? Errado!

Como Criar um Blog de Sucesso (E Ganhar Dinheiro) Passo-a-Passo

A pergunta é: o que é um blog de sucesso? Como definimos sucesso? Esse conceito depende de pessoa para pessoa.

O sucesso pode ser medido por número de visitas, por partilhas nas redes sociais, pelo dinhheiro que se consiga fazer ou, até, simplesmente pelo gozo obtido em manter o blog.

Cada um difinirá para si os seus objectivos.

Ok. Dito isto, como ganhar dinheiro com um blog?

É, até, provável que o leitor até já tenha criado um blog gratuito no WordPress ou no Blogspot, começou a postar e… ao fim de um mês não viu resultados. Desmotivou. Nunca mais olhou para o seu projecto.

Todos aqueles posts, horas… e nenhum comentário. Trabalhar muito nem sempre significa que estamos a trabalhar bem. Vamos passo por passo entender como ganhar dinheiro na internet.

 

Se já tem um blog e precisa de melhorar os seus resultados orgânicos no Google registe-se no nosso curso de SEO online!

Para Iniciantes

Ganhar dinheiro com blog é apenas um objectivo que pode ser alcançado com diferentes meios. Se ainda não começou um blog e é iniciante nestas andanças temde começar por:

Escolher o assunto do blog

Como escolher um assunto para o meu blog? Bem, caso ainda esteja em dúvida sobre o que escrever, temos a melhor dica de todas: Fale sobre assuntos que você gosta e onde se sente à vontade para escrever.

Se seu objectivo é gerar dinheiro a partir do blog, é interessante que seus posts sejam usados para educar a sua audiência sobre o produto que você vende ou os serviços que presta.

Ou, simplesmente, fale sobre assuntos pelos quais as pessoas têm interesse.

Escolher o nome

Há dicas para um bom nome de bog? Um bom nome é aquele que fica na cabeça das pessoas, que o seu público vê e associa imediata com o assunto sobre o qual está a falar.

Também deve ser simples e fácil de escrever, para que os utilizadores tenham facilidade tanto para encontrar seu blog, como para indicá-lo para os amigos.

Ponto muito importante:

Só porque você gosta ou tem interesse em algo, não significa deva criar um negócio sobre isso! Ou que haja oportunidade de negócio. Porém, se não tem nicho de negócio, não se preocupe,  leia aqui como encontrar os nichos de mercado mais lucrativos.

Tem também que ter em atenção se o domínio da internet para esse nome se encontra ou não disponível para compra e registo. Confirme aqui: https://www.dns.pt/pt/

Estas são as bases para ganhar dinheiro com um blog grátis.

Comprar o Domínio

Se já existir algum domínio registado com o nome que tinha em mente, há algumas alterações que você pode fazer para manter a ideia original, como inserir um artigo antes do nome, por exemplo, www.oaviaodofuturo.pt.

Alguns empreendedores já possuem um domínio próprio, neste caso, basta acrescentar a página do blog, exemplo: www.seuproduto.pt/blog.

Se esse não é seu caso, precisará registar o domínio para garantir que outras pessoas não possam utilizá-lo.

A nossa sugestão é privilegiar domínios com final .pt, já que este formato é mais intuitivo para utilizadores portugueses. Mas, se está a pensar na internacionalização, pode sempre escolher .com ou .net.

Aqui pode registar o domínio que pretende.

Comprar hospedagem

Escolha entre serviço gratuito ou servidor de hospedagem. O servidor de hospedagem é, basicamente, a empresa que colocará seu blog no ar, com todas as páginas e funcionalidades que ele precisa.

Para essa finalidade, aconselhamos o A2Hosting, mas pode procurar e escolher qualquer outro serviço compatível, por exemplo, com o WordPress, que seja seguro e fácil de gerenciar.

Vale ressalvar que servidores portugueses representam um investimento maior, mas em compensação, são mais rápidos, já que a ligação entre o utilizador e o site sofre menos interferências do que sites hospedados em servidores estrangeiros.

Escolha uma plataforma

O ideal será que procure uma plataforma flexível, de forma a conseguir implementar anúncios que serão, inevitavelmente, a sua maior fonte de receita.

Uma plataforma mundialmente conhecida e, provavelmente, a mais utilizada, é o WordPress, devido ao facto de ser gratuita e extremamente intuitiva. Para além disso encontra ainda inúmeros tutoriais espalhados na internet, onde pode aprender mais sobre a mesma, caso se dedique, a fundo, ao seu blog.

Não tenho dinheiro para investir!

Ok, ter algum dinheiro de parte é desejável. Comprar um domínio e alojamento pode custar cerca de 50 euros por ano. E se não tiver esse dinheiro disponível?

Também é possível criar um blog sem contratar um servidor, usando as funcionalidades gratuitas de plataformas como o WordPress, blogger ou tumblr, mas é importante saber que essa escolha pode trazer algumas desvantagens, como:
• Não poderá escolher o nome de seu domínio. Só o subdomínio.
Num blog gratuito, a URL contém, obrigatoriamente, o nome da plataforma na qual ele está hospedado, exemplo: www.oaviaodofuturo.wordPress.com.
• Você não pode se cadastrar no Google Adsense
Essa opção não permite veicular anúncios do Google Adwords, que é uma das principais formas de gerar receita como blogueiro.
• De facto, não é dono do seu blog
É isso mesmo! Como o blog está hospedado no servidor de alguém, é possível que você acorde um dia e sua página tenha sido apagada sem aviso prévio ou precisa de configurar o servidor e não tem como.
• Imagem pouco profissional
Ter um blog gratuito dá a impressão de que não valoriza o conteúdo que está a publicar. E se você não valoriza, porque é que outras pessoas o fariam?

Blog para SEO

Para Amadores

Pare já de tratar o blog como um hobby

Se quer ganhar dinheiro – e provavelmente já investiu algum dinheiro – tem de olhar para o seu blog como um negócio.

Estabeleça um propósito

O que você quer de verdade? Só aprender fazer um blog!? Ganhar dinheiro com o blog? Divertir-se?

Não adianta publicar textos atrás de textos sem um propósito. Se quer ganhar dinheiro com o seu blog defina, exactamente, como! Não deixe isso para depois, nem espere por algum milagre.

Identifique problemas e oportunidades do mercado

Se quer realmente aprender como montar um blog de sucesso e ganhar dinheiro com ele, então preste bem atenção a este passo: defina o funil de vendas.

Existem duas formas de rentabilizar um blog: uma através dos anúncios, outra através de publicações patrocinadas, normalmente que levam à divulgação, comunicação e/ou venda de algum produto ou serviço.

Independentemente da forma de receita, é de extrema importância que crie conteúdos apelativos e interessantes, de forma a criar um bom fluxo de acessos aos seu site.

Defina qual será o foco do seu blog e crie conteúdo relacionado com o mesmo. Evite copiar artigos publicados da internet, dando sempre preferência a conteúdo relevante e que ajudem as pessoas, só assim vai atrair mais leitores e, consequentemente, ganhar dinheiro com o seu blog.

  • Crie algo de valor para oferecer para os leitores do seu blog para que se inscrevam na sua lista. Depois crie um formulário com a Aweber ou MailChimp e comece a entrar em contato com as pessoas;
  • Agregue cada vez mais valor antes de pedir algo em troca. Ofereça conteúdo. Ensine. Motive. Inspire;
  • Depois, com calma, faça uma primeira oferta. Algum e-book de QUALIDADE. De repente numa faixa de preços entre 20-50€;
  • Crie um segundo curso um pouco mais caro para aqueles que desejam dar o próximo passo.

Para Profissionais

Encontrar os anunciantes

Pode parecer difícil, mas a verdade é que esta é a parte mais fácil de ganhar dinheiro com o blog!

Enquanto que a criação de conteúdos dá trabalho e é necessária para obter acessos e aumentar o seu número de visualizações e alcance, a obtenção de anunciantes é fácil, através dos Programas de Afiliados. Pode inscrever-se neste site para começar a ganhar dinheiro.

Basta procurar online por Programas de Afiliados, as empresas irão enviar-lhe um código que deve colocar no seu blog e, a partir daí, a remuneração que poderá obter é proveniente dos cliques que conseguir nesses anúncios!

Se ainda está a começar, comece pelo maior e mais abrangente programa de afiliados, o Google AdSense.

Precisa apenas de criar uma conta no Google AdSense e configurar os seus anúncios, depois basta colocar o código obtido nas zonas do seu blog onde pretende colocar os anúncios. Sempre que alguém clica nesses anúncios, recebe um determinado valor desse mesmo clique.

No caso da Google, o valor é acumulado e pago assim que chega a uma determinada quantia, sendo transferido para a sua conta pessoal, sem qualquer tipo de complicação.

Vendas feitas através do blog

Alguns anunciantes pagam por cliques, outros fazem-no por vendas, o que é muito bom, tendo em conta que os valores são, normalmente mais altos. Esta está no topo da lista de “como ganhar dinheiro com blog”.

Acha que as pessoas que vão ao seu blog acabam por comprar algo localizado nos seus anúncios? Então aposte em programas de afiliados que paguem por vendas.

Este é, normalmente, um segundo passo, no que toca a rentabilizar um blog. Quando o seu blog atingir alguma notoriedade e se tornar uma referência, vai, muito provavelmente, ser abordado, quer para a comercialização de espaço no seu blog, quer para a criação de publicações patrocinadas, os chamados “publiposts”.

Isso é algo que já acontece com bloggers de sucesso, que tanto “alugam” espaços nos seus blogs, onde as empresas podem colocar banners e anúncios, como fazem posts pagos de determinado produto ou serviço.

Análise da Concorrência

Por último, veja a sua concorrência. O que eles estão a fazer; o que eles não estão a fazer e você poderia fazer…

Colocar um olho na nossa concorrência é sempre a melhor forma de ganhar dinheiro.

Criar um blog de sucesso dá trabalho, exige dedicação, mas não é tão difícil como poderia parecer à primeira-vista.

Espero ter ajudado se estava à procura de respostas de como fazer um blog de sucesso e ganhar dinheiro com ele.

Dica Extra

Muitos comentários nas redes sociais a este post perguntavam quanto ganha um blogger em Portugal ou no Brasil; outros lamentavam a dificuldade em ganhar dinheiro pela internet, sobretudo devido à crise.

Óbvio que a renda que se consegue tirar de um blog depende de muitos factores, nomeadamente do investimento, do nicho de mercado, do produto ou serviço, etc.

Geralmente, o dinheiro ganho com blogs serve quase sempre para ajudar a pagar aquelas férias. E não para pagar salários. Mas tudo depende do empenho e da estratégia.

Para os que procuram  saber como ganhar dinheiro em Portugal pela internet… ou no Brasil… pensem além fronteiras. Quantos portugueses e brasileiros estão espalhados pelo mundo?

Pensem em todos os países qua falam português. A vossa audiência é bastante mais alargada do que poderia parecer inicialmente. pensem também nas redes sociais, que permitem chegar a diferentes países e ajudam também com o seu tráfego orgânico.

Vejam aqui alguns blogs de SEO em língua portuguesa.

E, por fim, lembre-se:

Medir impactos é fundamental. Registar todos os seus gastos, lucros, despesas, testes, etc, numa folha de Excel é a base para manter o foco.

Tem mais alguma dica sobre como criar um blog grátis e ganhar dinheiro?

Conteúdo oculto não é penalizado pelo Google

Conteúdo Oculto Google

Agora que o primeiro passo de indexação para dispositivos móveis está realmente a ser implementado, a discussão voltou: conteúdo oculto é penalizado pelo Google? E com o Mobile-First Indexing?

Segundo o Google, o conteúdo oculto não irá causar problemas ou penalizações com a mudança para Mobile-First Indexing.

Desde que o conteúdo esteja acessível no site para dispositivos móveis.

Por isso, o conteúdo em guias, tabs ou acordeões ou outros métodos que mantêm o design mais limpo – mas permitir que os utilizadores acedam esse conteúdo – está de acordo com o livro de estilo do Google.

Atenção:

Assegure-se que é fácil para o utilizar ver esse conteúdo, de outra maneira poderá estar a criar um problema de Bounce Rate.

Dois Googlers diferentes reafirmaram isto mesmo recentemente. John Mueller, do Google, disse isso novamente no BrightonSEO:

Com o lançamento do Mobile-First Index, o Google tratará o conteúdo que está oculto de uma forma igual ao conteúdo que está à vista sem necessidade de nenhum clique.

Porém, algo que se manterá igual é o modo como o Google analisa o conteúdo duplicado. Publicar conteúdo que não seja novo no seu site é simplesmente investir o seu tempo em nada.

O Google não usa rel=next em a-Elements

Mas nem só de conteúdo oculto de fala no Google. Outra das novidades mais recentes vindas do Google diz respeito aos famosos rel=next. E que confusam vai por essa web…

O rel=next e rel=prev do Google indica a paginação, como explicam os documentos de ajuda da gigante norte-americana, lançados em Setembro de 2011 para resolver os problemas com conteúdo paginado e o conteúdo a ser ranqueado nas pesquisa.

Mas esses atributos vão no header das página, não em nenhum a-element da página.

Então você não incluiria o rel = next ou rel = prev no código do seu link, mas sim no cabeçalho das páginas que eles estão sendo usados. Veja os documentos de ajuda para instruções detalhadas.

John Mueller, do Google, disse no Twitter que, se usamos rel=next em a-element, a pesquisa do Google não faria nada com ele. Provavelmente irá ignorá-lo e tratá-los como links normais.

Faça uma auditoria de SEO você mesmo e perceba exactamente como o Google está a tratar o seu site. Encontre erros que estão a penalizar o seu domínio e oportunidades de melhoria técnica ou de conteúdo.

Se o seu conteúdo não está a indexar no Google tente entender as razões por detrás. tenha a certeza que os bots conseguem aceder às páginas e dentro das páginas que conseguem ler todos os elementos.

Veja:

Muitos sites deparam-se com problemas técnicos super simples de corrigir. Muitos deles podem ser descobertos com recurso à versão gratuita do ScreamingFrog.

Use a ferramenta para perceber se o conteúdo é enncontrado pelos spiders. Ou então recorra à Google Search Console e veja como o google lê o seu conteúdo.