Os Melhores Plugins WordPress para SEO

Melhores Plugins Wordpress para SEO

A procura por uma optimização perfeita em WordPress acaba quase sempre com uma procura no Google pelos melhores plugins WordPress para SEO. O conceito de “melhor plugin” é quase tão vasto quanto o próprio conceito de SEO.

O SEO para wordpress nem sempre precisa de plugins. Mas os plugins de SEO ajudam.

Diferentes sites, diferentes webmaster, irão necessitar de diferentes plugins. Simplesmente porque cada site tem diferentes problema e diferentes desafios.

Vale, por isso, a pena saber que área do SEO queremos trabalhar e quais as nossas necessidades. Para cada uma das áreas do SEO haverá distintos plugins. Iremos mencionar os mais importantes, mas cada webmaster deverá entender primeiro as suas necessidades.

E atenção para não deixar o seu WordPress lento. Veja aqui como tornar o seu site mais rápido.

Como fazer SEO para um site em WordPress

Fazer SEO para um site em WordPress é simples. De facto, os sites na plataforma WordPress facilitam, e muito, o processo de SEO. Recentemente trabalhei pela primeira vez num site Wix e confesso que foi muito difícil entender a lógica. Sobretudo, depois de tantos anos a usar Blogspot e WordPress.
Para SEO, no que respeita ao WordPress, um dos plugins mais famosos – e sem dúvida mais utilizados – é o Yoast, que no seu site dá inúmeras dicas de como optimizar um site para SEO utilizando as aplicações da empresa.

Mas existem diversos plugins de SEO para além do Yoast. Uns serão concorrentes directos, outros irão complementar onde o Yoast ainda não chegou. Antes de iniciar o processo de optimização do site, é recomendável entender o básico de SEO.

É necessário entender se a optimização é mais técnica, de conteúdo, de usabilidade do utilizador ou até de conversão. Vamos tentar chegar a todos estes temas.

Lista dos melhores PluginsWordPress para SEO

1 – WordPress SEO by Yoast

Este é um dos plugins de SEO para WordPress mais utilizados. Primeiro que tudo, porque é grátis! Há inúmeros recursos para optimizar o seu site, incluindo um sitemap XML, robots.txt ou indicadores visuais de como está a optimização de conteúdo de cada página ou artigo.
Este é um dos grandes destaques deste plugin. O recurso para fazer uma análise em cada página, dando uma avaliação do SEO de cada uma delas e apontando como pode ser melhorado, ficando a saber-se o quanto o post está optimizado mesmo antes da sua publicação.
Além disso, possibilita ainda uma análise aos inlinks para cada post – o que ajuda a reduzir o Bounce Rate; definir conteúdo central para formação de “hubs”; e ajuda a evitar a repetição de Keywords entre páginas, fundamental para a não criação de conteúdo duplicado ou canibalização de páginas.

2 – All In One SEO Pack

Com quase trinta milhões de downloads, o All in One SEO pack foi durante muitos anos o plugin de SEO para WordPress mais popular. Estão disponíveis todos os recursos e opções que qualquer SEO precisa para criar um site totalmente optimizado para SEO.
É óptimo para iniciantes, uma vez que as configurações padrão da instalação já são suficiente boas para optimizar o site para os motores de busca. À medida que se avança, é possível ir personalizando tudo de acordo com o gosto ou necessidades de cada utilizador.

3 – Premium SEO Pack

Este é um plugin de SEO premium que ajuda a optimizar os sites para que tenham um maior desempenho. A grande diferença na utilização deste plugin é que o Premium SEO Pack já vem com uma ferramenta de minificação, que ajuda a tornar o site mais rápido e oferecer uma experiência melhor para os utilizadores.
Este é um excelente plugin de SEO para WordPress, que oferece tudo o é preciso para a optimização de um website. Tal como o Yoast, ajuda a melhorar a linkagem interna do site, o que é muito importante na perspectiva de SEO. Além disso, ainda ajuda a optimizar as imagens, trazendo ainda mais tráfego orgânico.
Mas não é tudo. Está ainda disponível a funcionalidade de rich snippets que faz com que os artigos e/ou páginas se destaquem nos resultados de busca. Se não fosse suficiente, ainda permite corrigir e definir os redireccionamentos do site.

4 – WP Social SEO Booster

A optimização para Social Media é muitas vezes deixada de lado. O WP Social SEO Booster tem mais recursos voltados exclusivamente para este tópico e implementa automaticamente rich snippets para todo o conteúdo.
O melhor de tudo é que este é um plugin é grátis!

5 – Google Analytics

Ok. O Google Analytics não é propriamente um plugin de SEO, mas também é verdade que nunca vi um SEO que não analise diariamente o trfego orgânico do seu site.
Porque precisamos de adicionar o Google Analytics aos nossos sites do WordPress?
Aprender mais sobre os leitores e quem nos visita é fundamental para executar um site de negócios on-line. É sempre necessária uma solução de análise que ajude a colectar dados e que forneça relatórios perspicazes sobre a actividade do utilizador no site.
O Google Analytics é a solução de análise mais popular disponível. Há outras. Muitas outras, mas nós ficaremos por aqui. Primeiro de tudo, é grátis. Em segundo lugar, é muito fácil de instalar no WordPress.
É bastante fácil de usar para o básico. É possível acompanhar links, realizar testes A/B, obter informações em tempo real sobre o tráfego ou pode ser usado para gerir vários sites e contas em num único painel.
O Google Analytics é realmente robusto e poderoso, e é por isso que ele tem uma curva de aprendizagem para funções mais avançadas, como relatórios de conversão, por exemplo.

Tráfego das redes sociais influencia os rankings no Google?

Redes Sociais Social Media

A pergunta que todos fazem: o tráfego das redes sociais influencia os rankings no Google? A resposta é simples: sim. Na mesma medida que outras acções podem ou não influenciar. Porém, ao mesmo tempo, a resposta é: “Não” – possivelmente não da maneira como pensava.

Ou seja, sim é possível influenciar rankings orgânicos através de redes sociais, não significa que aconteça simplesmente por partilhar algo. É um pouco mais complexo do que isso, mas ao alcance de todos. Pelos menos em teoria.

E este texto irá ajudar as equipas de SEO a apoiarem acções de “Influencers” e a olharem para estas campanhas de uma forma diferentes.

Como melhorar os rankings no Google através das Redes Sociais?

  1.  Conteúdo viral
  2. Links para a página (ou folder) que quer melhorar
  3. Rezar para que o assunto seja mesmo viral

Ok, nada é assim tão simples. Mas, ficou bem resumido.

Como é que tecnicamente funciona? Na verdade, o Google não lê os  “sinais sociais” das redes sociais, como Facebook, Twitter ou outro… Ou seja, ter mais gostos, mais partilhas ou mais comentários não irá dar sinais ao Google de que o seu conteúdo deve ranquear melhor.

O sinal mais forte é, porém, indirecto: visitas. E visitas geram mais visitas, até que o assunto deixa de ser viral e aí o Google olhará mais para o Bounce Rate das visitas orgânicas. Perdidos? Vamos fazer um esquema:

Pediu a um “influencer” para publicar um vídeo no Youtube a experimentar um produto novo da sua empresa. Ele deixa um link no Youtube, menciona o produto e a marca.

Agora imagine que o público do seu “influencer” adorou aquele vídeo e em 24horas já leva meio milhão de visualizações. A chance de os utilizadores começarem a clicar no link é grande, aumentando as visitas ao seu site. Mas, muitos irão ao Google procurar pelo produto (com ou sem o nome da sua marca)… eles não irão clicar em outro resultado que não seja a sua marca, pois sabem o que querem. O CTR da sua página para aquelas “queries” vai crescer e com isso a posição na SERP.

Mas há mais, se aquele link no YouTube teve tantos cliques é porque é um “bom link” e o Google irá analisá-lo de uma maneira m,elhor, aumentando um pouco a sua autoridade, até porque estes links são no-follow e, em teoria, não passariam qualquer autoridade.

O que aumentou também? As procuras pela sua marca. Aumentando o volume de procura pela marca está a dizer ao Google que a sua marca é valiosa e todas as suas páginas irão receber um “bónus” por isso. Sobre este tema sugiro este texto do “Moz”: Rankings Correlation Study: Domain Authority vs. Branded Search Volume

Tenho que utilizar “Influencers” para conseguir esses resultados?

Não! Qualquer conteúdo (vídeo, imagem, texto) que gere visitas para o seu site pode desencadear o mesmo efeito. Descobri tudo isto involuntariamente quando um post no Facebook se tornou viral e a página em questão passou da segunda página do Google para a segunda posição orgânica em 2 semanas.

Actualmente, essa página está a ranquear em 5 para a KW em questão. Uma keyword com Search Volume superior a 100.000 procuras mensais em inglês.

Como gerar tráfego para o meu site?

Crie um blog com conteúdo informativo – upper funnel – para manter a sua audiência actualizada. Pode utilizar o Blog para landing page de campanhas, aumentando o “Backlink Profile” deste “folder”.

Tenha cuidado para não criar conteúdo duplicado. Se o fizer, a criação de um blog poderá trazer mais problemas que benefícios.

  • Páginas de Campanhas

O nosso artigo sobre Páginas de Campanha dá algumas luzes sobre como conseguir impulsionar o tráfego com estas páginas.

  • Redes Sociais

Tenha perfis nas redes sociais onde está o seu público-alvo. Se eles estão lá, talvez você também devesse estar.

Facebook
Twitter
YouTube
Instagram
Pinterest
Reddit
Foruns

  • Email

O Email marketing continua a ser uma boa forma de manter a sua audiência actualizada e uma excelente forma de gerar visitas.

A Equipa de SEO deverá trabalhar com a Equipa de Brand?

Sempre. O tráfego directo é um dos principais factores de ranqueamento. Seria um desperdício ter as duas equipas a trabalharem em estratégias diferentes.

Todas as estratégias de PR, Redes Sociais, Marketing Offline têm capacidade para melhorar os resultados orgânicos. Para quê trabalhar em separado quando os resultados são bastante melhores quando se trabalha em conjunto?

O Marketing de Conteúdo é um dos pilares do SEO.

Vamos testar?

Partilhe este artigo nas suas redes sociais (nós agradecemos desde já!) e se atingirmos valores de partilha suficientes para termos um “case”, partilharei aqui todos os números e resultados.

Se estiver interessado em receber os resultados no seu email, por favor contacte: info@seoportugal.net

Google começou a apresentar páginas sem resultados orgânicos

Linkbuilding Domain Authority

SEOs deste mundo comecem à procura de trabalho. O Google iniciou um projecto para apresentar páginas sem resultados orgânicos. Ok, talvez seja um pouco exagerado (ou talvez não, quem sabe?), não comecem já à procura de novo emprego, mas a notícia avançada pelo Search Engine Land abalou o  dia.

Os sites que até agora trabalhavam para mostrar comparação de métricas ou informações horárias são os mais afectados por esta novidade do Google. O Google sobrepôs-se a tudo e todos e está a exibir respostas sem resultados de pesquisa adicionais, em algumas procuras. Por exemplo, na pesquisa [time in los angeles] ou [time in new zealand], o Google mostrará a resposta e, em seguida, mostrará um botão para carregar os resultados orgânicos.

O Google disse para as consultas onde isso aparece, os utilizadores “raramente usam resultados de pesquisa completos”, e se o utilizador quiser esses resultados, ele pode aceder com o botão “Mostrar todos os resultados”.

Aqui está uma captura do ecrã  disponibilizado pelo Search Engine Land:

 

 

Entretanto, no Twitter o tema esteve no foco das atenções:

 

E até deu para piadas e tudo…

ACTUALIZAÇÃO

O Google voltou a trás na decisão de não mostrar resultados… pelo menos na SERP. O passo seguinte foi colocar os resultados na barra de pesquisa no Chrome.

Análise da Concorrência – Como encontrar oportunidades de crescimento

Análise da Concorrência – Como encontrar oportunidades de crescimento

Em SEO, fazer a análise da concorrência é fundamental por diversos motivos: primeiro, para entender quão forte é a concorrência e entender que estratégias estão a usar; segundo, para descobrir o que não estão a fazer e onde se pode conseguir crescer rapidamente.

Olhar para a concorrência é um dos principais serviços de SEO.

O comércio electrónico está a crescer de ano para ano. De acordo com um estudo da Ecommerce Foundation o volume de negócios no ano de 2017, em Portugal, foi aproximadamente 4,7 mil milhões de euros, o que representa um aumento de 12% face ao ano de 2016.

Estes números demonstram a importância do comércio electrónico e do marketing digital. Porém, nem todas as empresas estão a aproveitar as oportunidades do mercado e muitas falham no lançamento de novos produtos e serviços por não acompanharem a concorrência. Num mercado tão veloz, é imperativo ser-se o primeiro ou reagir o mais rápido possível às mudanças exigidas. As estratégias de desenvolvimento de mercado e a descoberta de oportunidades de novos raios de acção através da análise da concorrência orgânica podem assegurar resultados a curto, médio e longo prazo.

A identificação da concorrência e a extracção de “insights” é fundamental na descoberta de novos serviços e produtos para qualquer site de e-commerce. Para SEO há duas tools que são líderes de mercado e que possibilitam esta análise Ahrefs e SEMrush.

Antes de explicar como analisar um site concorrente temos de perceber quem é a nossa concorrência.

Como identificar a concorrência da minha empresa

Para SEO, uma análise da concorrência em e-commerce, ou não, corresponde ao processo de procurar perceber quais são as páginas dos concorrentes que estão a ter um volume elevado de tráfego orgânico e quais as palavras-chave para as quais esses concorrentes estão a ranquear no Google – e que têm um volume de pesquisas interessante. Esse processo de análise é importante, pois garante que a escolha dos novos produtos e serviços a incluir na oferta do seu negócio é feita com base em dados de performance dos concorrentes. O facto deles já venderem esses mesmos serviços ou produtos ajuda a prever a aceitação dos mesmos.

O primeiro passo de uma análise de concorrentes é a identificação dos principais “players” na SERP do Google e concorrentes de negócio.

A lógica fundamental desse processo é, primeiro, identificar os principais concorrentes no Google (através do número de palavras-chave em comum) e depois fazer uma análise subjectiva de classificação -se o concorrente orgânico é ou não concorrente de negócio.

Nota: Utilizei neste artigo o site do El Corte Inglês como target e trabalhei para esse site na procura de novos produtos.

Como identificar os concorrentes no Ahrefs

Passo-a-passo para identificar os concorrentes do El Corte Inglês no Ahrefs:

  1. Abrir o site https://ahrefs.com
  2. Inserir o url do site na barra de pesquisa https://www.elcorteingles.pt/
  3. Clicar na lupa para iniciar a pesquisa
  4. Clicar em Competing Domains, no canto inferior esquerdo

 

ahrefs-concorrentes

Teremos acesso a uma lista com os vários URLs concorrentes, ordenados pelo número de palavras-chave em comum. Após classificação dos concorrentes orgânicos que são e não são concorrentes de negócio, o próximo passo é fazer o mesmo processo de identificação da concorrência dos nossos concorrentes de negócio. Isto é, devemos fazer essa mesma análise para a FNAC e todos os outros, de forma a expandir a nossa lista de concorrentes. Para facilitar a análise podemos fazer export para um ficheiro Excel e ir abrindo os URLs em bulk. Para isso podemos usar a extensão do Chrome Bulk URL Opener.

Como identificar os concorrentes usando o SEMrush

Seguindo a mesma lógica, mas agora usando o SEMrush:

  1. Abrir o site www.semrush.com
  2. Pesquisar pelo nosso URL: https://www.elcorteingles.pt/
  3. Clicar em Domain Analytics >> Organic Research
  4. Clicar em Competitors

Neste momento teremos a lista de urls dos concorrentes do El Corte Inglês, ordenada pelo número de palavras-chave em comum.

semrush-concorrentes

Como descobrir novos produtos através dos concorrentes

Uma técnica interessante para identificar oportunidades de novos produtos através da concorrência é procurar perceber as palavras-chave para as quais estão a ranquear, que tenham um elevado volume de pesquisas, mas para as quais nós ainda não estamos a ranquear. Essa tática é muito usada em SEO e é conhecida como Content GAP. Para fazer uma análise de Content GAP no Ahrefs devemos seguir estes passos:

  1. Abrir o site ahrefs.com
  2. Na barra de pesquisas inserimos o nosso site – https://www.elcorteingles.pt/
  3. Clicamos em “Content GAP” no canto inferior esquerdo do ecrã
  4. Na secção 1 inserimos os urls dos nossos concorrentes que queremos analisar
  5. Na secção 2 inserimos o nosso url
  6. Clicamos agora em Show Keywords

 conteudo-dos-concorrentes

Nos resultados apresentados veremos todas as palavras-chave para as quais esses concorrentes estão a rankear no Google e o site do El Corte Inglês não está, ordenadas pelo volume de pesquisas. Para facilitar a análise podemos fazer export para Excel.

palavras-chave-dos-concorrentes

Com base nos resultados, podemos identificar várias possibilidades de novos produtos, que têm um volume de pesquisas interessante.

Devemos incluir nessa análise todos os concorrentes de negócio que foram identificados anteriormente.

Análise de cada concorrente em específico

Na análise anterior conseguimos identificar palavras-chave interessantes, que podem ajudar na procura de novos produtos. Entretanto, essa análise nada revela relativamente à performance de cada um dos concorrentes em termos de tráfego orgânico. Tão interessante quanto descobrir palavras-chave com volume de pesquisas elevado é identificarmos, para cada concorrente, quais são as suas páginas com maior volume de tráfego orgânico.

Para fazermos essa análise no SEMrush devemos fazer o seguinte:

  1. Abrir o site www.semrush.com
  2. Pesquisar pelo concorrente que queremos analisar, ex: https://www.fnac.pt/
  3. Clicar em Search
  4. No canto esquerdo, clicar em Organic Search
  5. Fazer scroll down até ver a tabela

novas-palavras-chave-semrush

A tabela que vemos está ordenada por uma estimativa de tráfego orgânico, tendo como base o volume de pesquisa das palavras-chave para as quais a página está a rankear, a posição média dessas keywords e o CTR provável. A partir desses dados podemos identificar as páginas que têm maior volume de tráfego orgânico nos sites de cada um dos concorrentes principais. Se identificarmos uma página com muito tráfego para um produto que ainda não vendemos, esse pode ser um bom produto para começarmos a disponibilizar no nosso site.

Podemos, também, fazer export dessa tabela para excel e fazer o sort primeiro por URL e depois por “Search Volume”. Assim, temos, para cada página que o concorrente tem a rankear no Google, as palavras-chave que estão a gerar tráfego para essa página, bem como o volume de pesquisas. Com base nisso, é possível perceber, de forma mais detalhada, novas páginas e produtos que se podem criar.

excel-novas-palavras-chave

Essa mesma análise pode ser feita no Ahrefs, para isso devemos:

  1. Abrir o site https://ahrefs.com
  2. Pesquisar pelo concorrente na caixa de pesquisa – https://www.fnac.pt/
  3. Clicar em Top Pages, no canto esquerdo

trafego-organico-concorrentes

Temos agora uma tabela com todos os URLs do site, ordenadas por tráfego orgânico. Com base nesta informação, é possível agora identificar algumas oportunidades.

Crescimento Orgânico

Para um site de e-commerce, lançar novos produtos com regularidade é quase uma obrigação, tendo em conta que se trata de um “marketplace” onde estão sempre a surgir novos concorrentes e também ao facto de o consumidor online ser, por norma, menos fiel que o consumidor no mercado tradicional.

De forma a acertar no lançamento de novos produtos e acompanhar a oferta e procura do mercado, é importante ter um método de análise da concorrência e que, a partir dele, consiga tirar partido de informações de extrema importância.

Veja aqui como fazer uma auditoria de SEO completa em 12 passos.

Guia para Gestão da Reputação Online – Como remover resultados negativos em motores de busca

Reputação Online Mobile

A Gestão da Reputação Online (ou na sigla inglesa, ORM) é imperativa nos dias que correm. Cada vez mais, tomamos decisões baseadas no que encontramos online sobre determinada pessoa, empresa ou produto. Estes resultados podem influenciar na compra de certos produtos ou serviços, oportunidades de emprego ou confiança sobre determinada pessoa.

A evolução da internet trouxe imensos aspectos positivos, um deles a liberdade com que podemos expressar a nossa opinião através de redes sociais ou websites, assim também como comentários e avaliações.

Contudo, por vezes, esses aspectos podem não ser assim tão positivos, porque esta liberdade também permite que as pessoas digam o que querem sobre si ou o seu negócio independentemente se é verdadeira ou falsa essa informação.

Outra desvantagem é que tudo o que seja publicado online é guardado permanentemente.

Quando se aperceber de algum conteúdo negativo online, quer seja através de redes sociais ou em pesquisas orgânicas, não reaja de imediato com um comentário ou email desagradável. É provável que vá piorar a situação.

Como remover resultados negativos do Google

A melhor forma de remover um link do Google, ou seja, remover conteúdo de um motor de busca, é removê-lo completamente da internet, (seja através de contacto directo com a pessoa que o publicou e que tenha a possibilidade de removê-lo ou através do contacto do website em que foi publicado). Isto significa que o motor de busca não poderá mostrar nunca mais esse resultado.

Existe também a possibilidade de remover certos resultados do Google por razões legais, contudo nem sempre isto é possível.

As restantes técnicas que irei mencionar e explicar assumem que não existe qualquer tipo de forma de remover o resultado do motor de busca. Sendo este o caso, a única possibilidade que temos é fazer com que esse resultado seja “empurrado” o mais para baixo possível nos resultados, de preferência que apareça na segunda ou terceira página do Google.

Remover conteúdo desatualizado

Se o conteúdo foi excluído de um site, mas ainda é exibido nos resultados da pesquisa do Google, é possível que o cache ou a descrição da página estejam descatualizados. Para solicitar ao Google a remoção de conteúdo desactualizado:

  1. Acesse a página Remover conteúdo desactualizado.
  2. Digite o URL (endereço da Web) da página que apresenta o conteúdo desatualizado que você deseja remover.
  3. Seleccione Solicitar Remoção.

Verifique o status da sua solicitação na página Remover conteúdo desactualizado.

Remover informações do Google

É possível pedir ao Google para remover dos resultados de pesquisa do Google as suas informações pessoais confidenciais, como seu número de conta bancária ou uma imagem da sua assinatura manuscrita.

O que o Google removerá

Consulte as Políticas de remoção do Google para saber quais informações o Google removerá. Para remover uma foto, um link para um perfil ou uma página da Web dos resultados da Pesquisa Google, geralmente é necessário pedir ao proprietário do website (webmaster) para remover as informações.

Ferramentas para monitorização de resultados:

As 3 Tools de monitorização mencionadas em baixo têm objectivos diferentes e pode não ser necessário utilizá-las todas.

SERPWoo

Esta ferramenta funciona basicamente da mesma forma que qualquer outro “keyword tracker”, contudo, tem algumas particularidades que a tornam especial e facilitam bastante o trabalho de monitorizar os resultados orgânicos para ORM.

Uma das grandes vantagens é que não estamos limitados a monitorizar um domínio para certa keyword, mas sim todas as posições no motor de busca para essa keyword (para diferentes palavra-chaves e motores de busca de diferentes países), e com isto também permite marcar resultados como positivos, negativos e neutros.

Google Alerts

Esta tool é uma das melhores, por duas razões: primeira é grátis; segunda, monitora a palavra-chave que escolherem em web results, news, blogs e resultados de video. Assim, quando há uma nova menção online da keyword que escolher será notificado de imediato.

Mention

Esta ferramenta monitora a marca na web e redes sociais em tempo real com live updates.

Como fazer desaparecer resultados negativos do Google:

Registar o seu próprio domínio com as palavras chave que pretende fazer target:

Uma das primeiras coisas a fazer é registar o domínio com a sua marca ou nome e/ou possivelmente com a palavra-chave. Neste caso recomendo registar se possível os principais TLD.

Em cada um destes domínios deverá criar um website ou um blog, crie as páginas normais de um website ou blog como o “sobre”, “política de privacidade” e “contactos”.

Depois, deverá criar conteúdo ou artigos que contenham a palavra-chave que quer trabalhar (se for possível H1, H2 e no conteúdo), neste caso aconselho vivamente pelo menos 500-1000 palavras no mínimo. Deverá incluir imagens optimizadas com “alt tag” e se possível “media content”, como vídeos, por exemplo.

Criar conteúdo para websites com autoridade (Guest Posting)

Esta provavelmente será a forma mais fácil de inicialmente rankear para a palavra-chave que queira usar, por exemplo o seu nome ou marca + keyword, pelo simples facto que estamos a utilizar um website que já deverá possuir um “backlink profile” e com isso autoridade perante os motores de busca.

Procure blogs ou websites relevantes para o tópico/nicho da keyword que queira usar e tente contactá-los para ver se aceitam usar o seu artigo.

Web 2.0

Muito simples, são websites que nos permitem criar a nossa página e que podemos partilhar conteúdo, como por exemplo o blogspot, wordpress e tumblr. Normalmente alguns tem mais facilidade em rankear do que outros, segue-se uma lista dos que deve registar:

Deverá usar o seu nome ou keyword ou “nome+keyword” e o domínio da plataforma, por exemplo “nome+keyword.wordpress.com”

  • WordPress.com
    Blogspot.com
    Google Sites
    Buzzfeed.com
    Medium.com
    Tumblr.com
    Weebly.com
    Jimdo.com
    Skyrock.com
    Carbonmade.com

Cada um destes websites deverá ser preenchido o mais possível em termos de biografia, para que também aparece a sua marca ou nome.

Cada um deles deverá ter artigos que mencionam a palavra-chave.

Social Media Profiles

Social Media Profiles são as redes sociais que utilizamos hoje em dia como por exemplo o Facebook, mas neste caso iremos utilizá-las para ranquear no Google para a keyword que necessitamos.

Segue-se uma lista de redes sociais que deverão ser registadas.

  • Linkedin
    Crunchbase
    Facebook
    Angel.co
    Twitter
    Youtube
    Pinterest
    Instagram

Estratégias de Linkbuilding

Interlinking

Interlinking irá facilitar que apareçamos melhor posicionados no Google, contudo, deverão interlinkar da forma que irei explicar, pois não iremos criar links dos web 2.0 para os nossos websites ou perfis sociais.

Se conseguirem segurar links em guest posts em websites autoritários podem e devem linkar estes para o seu website com o vosso próprio domínio.

Interlink do seu novo website com o seu próprio para as redes sociais que irá utilizar, e, nestas, link para o seu website.

Guest Posts

Como mencionei anteriormente esta é uma forma excelente para aparecer no Google e criar links para o seu website simplesmente porque se for um website com conteúdo relevante e bom “backlink profile” irá ranquear para as palavras-chave que deseja só por si. Ao mesmo tempo, também passará autoridade através do link para o seu website, ajudando este também a ranquear.

Private Blog Network (PBN)

Também irei explicar algumas formas de “grey hat” e “black hat” para criar links para ajudar a criar mais autoridade.

Sim, “grey/black hat” é contra as boas práticas recomendadas pelo Google. Pode levar websites a serem penalizados e não-indexados, contudo… técnicas como estas funcionam bastante bem em web 2.0 e “social profiles” e é para isso que as vamos utilizar.

Uma Private Blog Network é uma rede de websites com autoridade (backlink profile) que é criada com o objectivo de criar links para diferentes websites com o intuito de ranquear melhor nos motores de busca.

Neste caso até podemos utilizar links do fiverr.com.-Não compre grandes quantidades de links, normalmente há packs de 30 domínios que devem chegar. Sim, normalmente estes websites são bastante spammy alguns até nem estão indexados, contudo, porque iremos linkar para os web 2.0 e “social profiles” não há problema. Se fosse para criar links para os nossos próprios domínios, aí a história já seria bem diferente. E não o recomendamos de todo.

Normalmente o que aconselho a fazer é um “ratio” baixo de “exact match anchor text” ou “partial match anchor text”. Por exemplo, em 30 PBNs as “anchors text” seriam cerca de 80-90% de url, “leia mais”, ”descubra mais”, ”clique aqui”, etc. Os restantes 10-20% seriam  “exact match” ou “partial”.

Não compre destes links para apontar para os vossos próprios domínios.

SAPE

SAPE é uma rede de websites russa, um pouco “dodgy”, contudo, alguns dos websites nesta “network” tem bastante autoridade e podemos alugar links bastante baratos destes websites para os nossos perfis.
Normalmente, 1 ou 2 destes links com “exact match” ou “partial match anchor text” por cada web 2.0 ou social profile é suficiente.

Atenção, analise o website em que vai comprar links, e veja o backlink profile também. Por duas razões, queremos que estes passem autoridade, contudo, por vezes, estes websites porque contêm a palavra chave que queremos trabalhar acabam por ranquear na primeira página do google para a nossa keyword.

Guia de Gestão da Reputação Online

As técnicas que expliquei neste texto já tive oportunidade de as testar e obter excelentes resultados, e é por isto que as estou a partilhar.

Uma das vezes que a utilizei, tinha uma campanha em que um era necessário limpar a primeira página para 3 palavras-chave, “nome de uma pessoa”, “nome de uma pessoa + keyword 1” e “nome de uma pessoa + keyword 2” para diferentes países, alguns dos artigos que ranqueavam na primeira página eram de páginas com uma grande autoridade e quem o fez também criou links para essas paginas para ainda ranquear melhor. Com estas técnicas fui capaz de limpar a primeira página.

Obviamente, que o número de perfis e links irá depender dos resultados negativos que aparecem na primeira página.

SEO Mobile, Mobile Speed, AMP e PWA: Google muda o jogo em 2018

SEO Mobile, Mobile Speed, AMP e PWA

2018 será o ano do Mobile, depois de 2015 ter sido o pontapé de saída na nova estratégia da Google. Prepare-se para uma mudança de estratégia orgânica apoiada em SEO Mobile, Mobile Speed, AMP e PWA.

A partir de Julho a velocidade de carregamento dos sites serão tidos em conta como factor de ranqueamento orgânico. Apesar de o Google já usar a velocidade da página como um factor de ranqueamento, em pesquisas em desktop, a velocidade da página em mobile não era um factor de ranqueamento. Mas o Google declarou este ano que pretendem mudar isso até Julho de 2018.

Para já, o Google parece assegurar que somente sites que negligenciaram por completo a versão mobile serão prejudicados. Mas a tendência será para ir fechado o cerco.

Mobile-First Index – Google avança até Abril

No geral, esta é uma mudança bem-vinda, já que 60% de todos os utilizadores da web utilizam smartphone ou tablet, portanto, isso deve encorajar os webmaster a olhar com mais atenção para a velocidades de carregamento das páginas.

Os sinais estão todos aí, ainda que uns mais fortes que outros. Mas, quando o Google se dá ao trabalho de criar uma tool para testar a velocidade mobile e mostrar aos webmaster quanto dinheiro estão a perder por não investir em mobile, sabemos que a mudança está para breve.

Mobile Scorecard & Impact Calculator

A mais recente novidade é a ferramenta Mobile Scorecard & Impact Calculator, que a multinacional lançou para ilustrar a importância da velocidade das páginas mobile. Uma das ferramentas mostra a performance de um site em relação à concorrência; a outra visa mostrar o impacto que a velocidade móvel pode ter nos resultados financeiros.

Ambas as ferramentas visam dar aos profissionais de marketing claras marcas visuais para os ajudar a obter o “buy-in” para investimentos na velocidade do site mobile.

O Mobile Scorecard usa dados do Relatório de Experiência do Utilizador do Chrome para comparar a velocidade de vários sites nos smartphones. Esse é o mesmo banco de dados dos utilizadores do Google Chrome que o Google começou a usar na ferramenta PageSpeed ​​Insights em Janeiro.

Como orientação, o Google recomenda que um site seja carregado em cinco segundos, em dispositivos móveis de alcance médio com conexões 3G, e em três segundos em conexões 4G.

Para colocar os dados do Mobile Scorecard em perspectiva monetária, a nova Calculadora de Impacto é projectada para mostrar apenas as perdas de receita de conversão que um site está a perder por causa da sua velocidade de carregamento.

A Calculadora baseia-se em dados do Relatório de Desempenho de Compras Online de Abril de 2017, que mostra que cada segundo de atraso no carregamneto de página num site de Retail pode prejudicar as conversões até 20% – não só em SEO, mas também em PPC ou Display.

Progressive Web Apps (PWA)

Mas essa foi só mais uma jogada do Google. Em menos de uma semana, a gigante americada teve outra jogada ao começar a lançar mais informação sobre Progressive Web Apps (PWA) – uma tecnologia apoiada pelo Google que pretende aumentar o tráfego e as conversões em dispositivos móveis.

Nesta nova informação lançada pela Google, um atraso de 100 milésimos de segundo pode custar a um site 7% da sua taxa de conversão. O Google reitera, frequentemente, que quando se trata de capturar a atenção do consumidor, cada segundo conta.

A discussão sobre a adoção de PWAs ainda está na sua infância entre alguns sectores e marcas, talvez porque a tecnologia ainda é relativamente jovem e os problemas de capacidade PWA persistem. Assim como com AMP.

Por exemplo, no que respeita a PWA, apenas agora estão a ser feitos progressos com a Apple para a adaptação do navegador web para lidar com os principais recursos do PWA. Obviamente, à medida que essas barreiras começam a desaparecer, a relutância dos desenvolvedores da web também diminuirá – preparando o caminho para que os PWAs se tornem uma plataforma chave, provavelmente, já em 2018.

No contexto do ecossistema mobile, um aplicativo da “Web progressiva” é descrito como um site que oferece a experiência quase idêntica de um aplicativo nativo, mas dentro de um navegador padrão. A vantagem significativa dos PWAs em relação aos aplicativos móveis nativos é que PWA não requer tecnologias diferentes ou uma compreensão aprofundada da adaptação do código para serem executados nos smartphones iOS (Apple) ou Android.

O falhanço chamado AMP

Há no mercado alguns SEOs que gritam grandes vivas ao AMP – e para quem o título desta secção é uma ofensa. Eu sei. Mas o AMP foi um falhanço que a Google espera transformar em princípe.

O AMP como tecnologia massiva foi um falhanço. Sobretudo, porque estava somente alojada no Google e não era padronizada para todos os browsers. Os grandes vencedores foram os nichos editoriais, esses sim, com reais vontades de sorrir. Numa forma bastante simplista, AMP trouxe mais visitas aos sites (e para quem tem visitas como métrica primária, AMP foi extraordinário), mas as conversões foram um desastre e as taxas de bounce rate um pecado mortal.

Ao longo do tempo foram aparecendo algumas soluções e já é possível hoje fazer algumas coisas bem divertidas para minimizar os impactos negativos de AMP nas conversões.

Se tem um e-commerce, não salte para AMP só porque ouviu alguém dizer que teve mais 300% de visitas. Pergunte-lhe primeiro pelas conversões. E depois tente perceber se a estratégia usada pode ser replicada no seu site.

O Google recenheceu todos estes problemas. PWA surge para complementar o que AMP não conseguiu. E agora, finalmente, o Google – que também apoia o Projecto AMP – está a tentar abrir AMP a todos, tornando a tecnologia padronizada para todos os browsers.