O que é ASO em SEO?

ASO O que é?

Esta é uma pergunta fundamental: o que é ASO SEO?

ASO é a optimização de loja de aplicativos, como o iTunes ou o Google Play. A sua optimização irá colocar a app numa posição de ranqueamento mais elevada, aumentando as hipóteses de ser vista e acedida pelo utilizador.

Ou seja, ASO é a optimização de apps em lojas de aplicativos, assim como SEO é optimização de websites para o Google.

O  mobile caminha não só no sentido de se criar páginas amigas dos telemóveis, mas também na criação de aplicativos (ou mais conhecidas em Portugal como “aplicações”) que nos ajudem a interagir melhor com os websites, ou pelo menos com os produtos e serviços neles contidos.

Os aplicativos podem ser jogos, ferramentas ou sites em versão app. E estão todos disponíveis ou no Google Play ou na Apple Store, dependendo do sistema operativo que usa. E estas lojas têm os seus próprios algoritmos para se procurar pelas aplicações.

Neste caso falamos de ASO (App Store Optimization ou, em português, Optimização na Loja de Aplicativos).

O ASO (seria mais correcto dizer “a”, não era?) muitas vezes é deixado para segundo plano. A verdade é que passamos horas a tentar optimizar os nossos textos através de SEO, mas acabamos por fazer a descrição das nossas apps em poucos minutos durante o processo de submissão.

Desvalorizamos erradamente este processo na ânsia de subir a nossa aplicação. Continuamos a fazer os mesmos erros sem dar conta.

Há cada vez mais apps e cada vez mais utilizadores mobile. Por isso, Mobile SEO e ASO tornam-se tão importantes como o SEO tradicional. Em certos negócios de e-commerce eu diria que já é mais importante o mobile e as lojas de App do que o site em si.

O SEO para mobile está a tornar-se bastante popular em todas as indústrias.

Sobretudo,  desde o momento em que os marketeers perceberam que existe um potencial de optimização que pode estar directamente relacionado com o aumento do número de utilizadores que escolhem dispositivos mobile para aceder ao conteúdo diário através da pesquisa.

Há que saber, portanto, quais os factores relevantes para ter uma descrição que seja facilmente encontrada pelos utilizadores.

A Apple Store e o Google Play usam registos completamente distintos, ainda que não seja consensual quais os factores de relevância usados.

Olhemos primeiro para os factores de ranqueamento de ASO do Google Play

Purschase: A Google tem apostado nas aplicações que permitam fazer pagamentos, como comprar moedas virtuais ou adquirir produtos. Essas aplicações surgem melhor posicionadas na hora de se procurar um aplicativo.

Mas há muitos outros factores além do “purchase”

Descrição: Ter uma página traduzida no idioma do utilizador que faz a procura, ter um vídeo explicativo de como funciona a app, ser um developer reconhecido, ter um vídeo explicativo do uso da aplicação, ter um título com palavras-chave relevantes para o seu negócio, etc.

Conteúdo: A estes factores junta-se, sem dúvida, a questão de como o Google vai apresentar a página do Google Play na página de resultados. Palavras-chave nas primeiras linhas da descrição e a negrito podem ajudar.

Reviews e Comentários: Mas há um factor que o Google adora: os comentários e avaliações de quem baixou a sua app. Se alguém escrever que a sua App é “a melhor app para encontrar restaurantes no Porto” fique-lhe extremamente agradecido.

Por isso, convide sem ser chato, os seus utilizadores a comentarem a sua app.

Já a Apple usa factores de ranqueamento bem distintos para ASO

Keywords: A marca da maçã prefere palavras-chave (permite até 100 caracteres) que identifiquem o aplicativo, títulos bem definidos e relevantes para o conteúdo que se está a apresentar.

Há inúmeros estudos sobre ASO, alguns que vão ao pormenor de tentar entender a relevância de usar palavras no singular e no plural ou só numa das formas.

Tudo conta na hora de optimizar um texto. A verdade é que deve adaptar o seu conteúdo ao motor de busca que está a trabalhar.

O mesmo se passa com sites de venda como o Ebay ou a Amazon.

Queria ser Jornalista, mas fugi para o Marketing e dei por mim a trabalhar como SEO. Em agência ou in-house, já trabalhei com projectos do Spotify, Telepizza, Amazon, Hostelbookers, Hostelworld, 360imprimir ou EF Education First. Sonho um dia ainda voltar a Portugal e viver do Marketing Digital. Fundei a SEOPortugal para ajudar a divulgar o SEO e partilhar algum conhecimento.

Twitter: “A” Rede Social – Onde entra aqui o SEO?

A primeira questão é: o que é o Twitter? Se seguirmos a metáfora do bar, a rede social do pássaro azul é o local onde todos estão a falar com todos, geralmente dividido por mesas (temas/hashtag). Aqui as marcas têm contas como os demais utilizadores o que permite uma interacção recíproca. Isso é o que difere o Twitter do Facebook. Aqui as marcas têm (ou potencialmente podem ter) uma personalidade mais vincada.

A segunda questão será: o que é que o Twitter tem que ver com SEO? Mas a esta questão já lá iremos.

Permita-me ressalvar que, caso seja uma empresa que trabalha com diferentes mercados, quando pensar na personalidade da sua empresa lembre-se que o conceito de humor, irreverente ou, por exemplo, inovador diferem de país para país. Trabalhei com uma empresa que se dizia muito “open mind”, divertida e próxima dos jovens, mas para mais de 50% dos seus seguidores nas redes sociais a imagem que passava era de uma marca extremamente aborrecida.

Portanto, o primeiro ponto é definir a personalidade da sua empresa a comunicar no Twitter com essa mesma personalidade. Mantenha essa linha sempre adaptando o seu discurso aos seus seguidores.

Muitas pessoas com quem trabalhei perguntam-me: “Mas, se o Facebook tem mais utilizadores, porque devemos criar uma conta no Twitter”. Bem, primeiro que tudo porque o Facebook não permite uma comunicação tão directa com os seus seguidores, depois porque as taxas de engajamento são menores – a não ser que invista (promoted post ou Facebook Ads). E porque uma parte substancial dos seus clientes estão no Twitter. Tenha sempre na memória: “Diferentes pessoas usam diferentes redes sociais com diferentes propósitos”.

Com isso em mente, dê aos seus seguidores diferentes conteúdos nas diferentes redes sociais que gere. E não tenha medo de “conversar” com outras marcas no Twitter. Elas também têm personalidade.

O Facebook é cada vez mais um excelente apoio ao cliente. O Twitter é a vertente “amiga” do seu seguidor/cliente. Ou seja, Facebook será mais “venda” e o Twitter mais “marca”. Ainda que a minha experiência me diga que as taxas de conversão (percentagem de pessoas que acabam por adquirir o produto ou serviço) são idênticas no Twitter e no Facebook. A grande diferença é que geralmente somos obrigados a investir mais dinheiro no primeiro. O Twitter (pode conferir nas suas visitas!) está a dar cada vez mais tráfego ao seu site.

E isto responde à pergunta: como o Twitter influencia o meu SEO. Quando alguém houve falar da sua empresa, dos seus produtos ou serviços terá curiosidade em procurar. Isto leva a uma maior procura da sua marca – um dos principais factores de ranqueamento.

Outra vantagem do Twitter é a facilidade de seguir tudo o que lhe interessa. O TweetDeck é a ferramenta ideal para se trabalhar o Twitter. Crie colunas onde posssa ver tudo o que a sua concorrência faz, tudo o que é dito sobre a sua empresa, tudo o que é dito sobre o seu produto… No fundo tenha a real noção do que se passa à sua volta e aja rápido. Responda, questione, partilhe… tenha personalidade 24 horas por dia e não só das 9 às 18h. A utilização das redes sociais aumenta no período nocturno. Aproveite e tire vantagem disso.

Use o Tweetdeck e agende publicações para o horário nocturno. Diga com outras palavras o que disse de manhã e poupe tempo e recursos. Duplique as possibilidades de verem a sua mensagem e de alguém interactuar com a sua marca.

O TweetDeck apresenta também a funcionalidade de criar equipas e delegar autorizações – seguindo o exemplo do Facebook.

Os “Ads” do Twitter também podem ser uma excelente ferramenta. Mas não os use como no Facebook. Aqui as mensagens devem ser o menos comerciais possíveis, mesmo em tweets patrocinados.

Num comentário ao texto original, a Joana Rita Sousa falou do Hootsuite “como alternativa”. Sublinho esta parte: “como alternativa”. Para quem não está familiarizado, o Hootsuite é um agregador/gestor de redes sociais que permite a publicação, gestão e monitorização.

No fundo, muito igual ao Tweetdeck – que na sua génesis, antes de ser comprado pelo Twitter, permitia agregar outras redes sociais que não a do passarinho azul – mas mais “poderoso”. Imagine um cockpit de um avião e todos aqueles botões. O Tweetdeck e o Hootsuite (que até tem uma versão Pro, paga) irão levá-lo ao mesmo sítio, mas, enquanto “piloto”, dependendo da ferramenta que usa, poderá ter muito mais ferramentas à sua disposição. Tudo depende se tem “mãozinhas” para tanto botão e se está disposto a, no limite, investir para obter todas as vantagens da “ferramenta do mocho”.

Se costuma gerir campanhas online, o Hootsuite é definitivamente um aliado. Ainda que eu seja da velha escola e um apaixonado pelo Tweetdeck. (Se pesquisar mais sobre o tema verá que esta questão, mais que profissional, é quase passional!)

Porém, nada o impede de usar as duas ferramentas ao mesmo tempo. Sobre o tema aconselho a leitura deste “já velho” artigo do GrassHopper: Buffer vs TweetDeck vs Hootsuite.

Uma nota final: há uma teoria que o Facebook não gosta muito de agregadores e os conteúdos, em certos casos, poderão ser penalizados pelo algoritmo da “rede do lado”. Pessoalmente já testei e os meus resultados desmontam essa ideia. Mais, nas minhas conclusões, ter o feed do Twitter associado ao Facebook dava mais visibilidade ao conteúdo (mas menos engajamento!). Sobre este tópico deixo este blogpost do Buffer (parte interessada): “3rd Party Facebook Publishing Tools Aren’t Penalized: Debunking An Age Old Social Media Myth“.

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O Twitter faz parte da sua estratégia de marketing digital?

Queria ser Jornalista, mas fugi para o Marketing e dei por mim a trabalhar como SEO. Em agência ou in-house, já trabalhei com projectos do Spotify, Telepizza, Amazon, Hostelbookers, Hostelworld, 360imprimir ou EF Education First. Sonho um dia ainda voltar a Portugal e viver do Marketing Digital. Fundei a SEOPortugal para ajudar a divulgar o SEO e partilhar algum conhecimento.

Facebook, a rede social que (sobretudo) não o é…

Imagine as diferentes redes sociais como bares. Pergunte a si mesmo quem é que frequentaria o Facebok se a rede social de Mark Zuckemberg fosse uma espécie de bar. Adultos, entre os 18 e os 80 anos. Ou seja, quase todo o Mundo. Agora imagine a sua empresa no meio deste bar a tentar chamar a atenção dos seus clientes – dispersos por diversos pontos do bar a falar entre si e a comentar fotos de gatos. Pelo menos, é assim que imagino.

O Facebook tornou-se numa rede menos social mundial e transformou-se, de seguida, numa ferramenta poderosa de marketing para as empresas. O Facebook é também um motor de busca. Muitas vezes usados pelos seus clientes para o encontrar a sua empresa ou poderão chegar a ela procurando por produtos ou serviços associados.

Além do mais, o Facebook quer começar a funcionar como um guia de empresas, com avaliações e comentários dos clientes. É uma velha aposta que ainda não ganhou uma única batalha. Ainda assim, a guerra contra outros sites como Tripadvisor ainda não está perdida.

A rede social de Mark Zuckemberg é, actualmente, quase como uma segunda web page das empresas. Portanto, neste momento, comece a pensar no Facebook como um segundo site, uma ferramenta de marketing para quando quer passar uma mensagem. Exige menos conteúdo (ainda que o Facebook esteja a tentar alterar isso) e muito mais atenção ao cliente. Mostre o que está a fazer, as campanhas que tem, mas tentar socializar não vale, na maioria das vezes, o esforço. Os seus seguidores vão querer respostas na hora da sua empresa e vão querer, sobretudo, queixar-se/pedir sugestões/tirar dúvidas. O Facebook será um dos seus “apoio ao cliente” mais perigosos. Tente sempre resolver os assuntos em privado e o mais rápido possível. Mas lembre-se: o cliente NÃO tem sempre razão. E a sua própria comunidade sabe disso.

Respostas rápidas e que verdadeiramente ajudam o cliente são belíssimos cartões de visitas. Neste (e noutros) campo sou um grande fã da página de Facebook da TAP Portugal. A transportadora aérea tem ainda a página traduzida e por isso se estiver a aceder – por exemplo – a partir do idioma inglês conseguirá ver o conteúdo nesta língua.

Pormenores que no final do dia, para empresas internacionais e que visam a exportação de produtos ou da imagem, fazem toda a diferença.

O Facebook tornou-se, assim, numa ferramenta. Há muito que deixou de ser uma mera rede social. Os vídeos 360º ou os “live events” (veja aqui as melhores dicas para usar o Facebook Live) são só mais uma prova disso.

Mas a equipa de Zuckenberg foi muito mais longe. A separação do Messenger do Facebook veio permitir uma maior ligação do cliente à marca (ferramenta), mantendo de parte a comunicação da marca com o cliente (social). Ou seja, o cliente pode contactar a empresa, fazer encomendas ou realizar uma reserva através da aplicação, mas não poderá ser contactado pela empresa para fins de marketing, por exemplo.

O Facebook quer ganhar também terreno ao YouTube disponibilizando a possibilidade de ver os vídeos que publica na rede social em outras páginas da internet (embed). Já se sabe que os seus posts têm mais visualizações se tiverem vídeos subidos na própria página, em comparação com publicações que usam links do YouTube.

Outra das funcionalidades mais recentes é a de comentários em outras páginas serem sincronizadas com o Facebook. Centralizando assim a informação e aumentando as probabilidades de engajamento.

Para empresas, o Facebook não é uma rede social. Os resultados orgânicos (não pagos) são equiparados a estar num bar cheio de clientes e só estar a falar com os que estão na sua mesa. Se pagar, alguém lhe arranja um megafone e a sua voz chegará mais longe.

Ignorar o Facebook não é uma opção para a maior parte das empresas. Mas o seu uso deverá ser visto como o de uma ferramenta de marketing e não uma rede social. Há muito mais vantagens e resultados.

https://seoportugal.net/blog/twitter-rede-social-seo/

Queria ser Jornalista, mas fugi para o Marketing e dei por mim a trabalhar como SEO. Em agência ou in-house, já trabalhei com projectos do Spotify, Telepizza, Amazon, Hostelbookers, Hostelworld, 360imprimir ou EF Education First. Sonho um dia ainda voltar a Portugal e viver do Marketing Digital. Fundei a SEOPortugal para ajudar a divulgar o SEO e partilhar algum conhecimento.

O Que É SEO E Como Somos Influenciados Por Ele Todos Os Dias

o que e SEO

O que é SEO? SEO é o acrónimo de Search Engine Optimization, ou seja, Optimização para os Motores de Busca, e é uma das actividades mais importantes no âmbito do Marketing Digital.

As campanhas de SEO visam, sobretudo, diminuir a dependência dos canais pagos como PPC ou Display.

Estará a pensar que isto é algo só do estrangeiro.

Não é.

Em Portugal, o SEO ainda dá os primeiros passos, enquanto no resto do mundo já se debate se o SEO é uma área a caminhar para o fim. É verdade.

Mas, irá concordar que há cada vez mais empresas à procura de profissionais de SEO.

Muitos perguntam:

Qual é o segredo do SEO?

Para entender o segredo do SEO é necessário entender o que é SEO, o que é o Google e como é que os utilizadores procuram.

O que é SEO e o que faz um profissional de SEO?

Esta será actualmente das áreas mais “desconhecidas” no universo da comunicação. Ainda que haja uma crescente procura de informação nesta temática, são poucos os países em que o Search Engine Optimization é trabalhado com rigor e profissionalismo e a larga escala.

O que significa SEO?

SEO significa Search Engine Optimization ou em português: Optimização para Motores de Busca. Em português também é conhecido por Optimização de Sites. Mas o desconhecimento do funcionamento técnico da internet faz com que tentar explicar o que é o SEO e as suas vantagens seja, por vezes, uma autêntica aventura.

Tal como a comunicação, SEO é (quase) tudo. E se é difícil explicar o que é comunicação é igualmente árduo decifrar este mundo da optimização de sites e todas as suas vertentes.

Vamos partir da máxima da Escola de Palo Alto, de Paul Watzlawick, de que “é impossível não comunicar”.

Ou seja, todo o comportamento é uma forma de comunicação. Como não existe forma contrária ao comportamento (“não-comportamento” ou “anti-comportamento”), também não existe “não-comunicação”. Então, é impossível não (se) comunicar.

O que é SEO

Neste âmbito entra a comunicação verbal, corporal e visual. Ou seja, tudo aquilo que transmitimos aos outros. O que dizemos (por via da oralidade, da escrita, etc), o que fazemos e o que damos a entender por meio do que vestimos ou dos acessórios que usamos.

A sua página web (site) pessoal ou a página web da sua empresa comunica diariamente com o mundo. E sobretudo com outros sites, como os motores de busca.

É impossível elas não comunicarem? Mesmo tecnicamente é extremamente difícil fazer com um site não comunique com os motores de busca.

E além do mais, que empresa quer um site que não seja encontrado pelo Google, pelo Yahoo! ou o Bing?

Se é impossível não comunicar, temos de ter cuidado para comunicar bem.

Veja:

Os motores de busca, sobretudo o Google – pela sua penetração no mercado – são o melhor amigo do seu site. Eles são as páginas amarelas da internet.

O SEO é isso mesmo, é a arte (não é ciência tal é a sua mutabilidade) de comunicar bem com o Google e demais motores de busca.

Ou, por outras palavras, o SEO é a parte do Marketing que garante a indexação do seu site nas páginas dos motores de busca.

Basta então explicar uma vez ao Google quem somos e o que fazemos? Não. Um redondo “não”. Temos que comunicar constantemente. Marcar presença e mostrar ao Google, Bing, YouTube (sim, o YouTube é um excelente motor de busca para vídeos e é o segundo motor de procura mais usado no mundo), Yahoo!, etc, que estamos activos.

Isto serve para negócios locais (barbearias, bares, restaurantes, talhos, peixarias, etc), como para negócios nacionais ou internacionais.

Se as multinacionais já entenderam a importância do online, os negócios nacionais de muitos países da Europa só agora começam a perceber a importância, os custos e benefícios.

Quanto ao comércio local muito haverá a fazer até que se adaptem às novas tendências. Mas até estes já começaram a entrar no jogo.

Para que fique claro, a consequência da utilização das técnicas de SEO é o melhor posicionamento de um site em uma página de resultados numa busca. Para que haja um entendimento alargado da importância do SEO apresento estes exemplos:

  1. Se estiver no Bairro Alto, em Lisboa, e não souber onde ir comer poderei fazer uma procura rápida no Google sobre “Restaurantes no Bairro Alto”. Será certo que irei ver apenas as primeiras duas ou três entradas (os três primeiros resultados). Portanto, se eu tiver um restaurante no Bairro Alto vou querer aparecer em primeiro nesta pesquisa. E não, não fique contente se procurar o nome do seu restaurante e aparecer em primeiro. É que só quem conhece o seu restaurante é que irá procurar pelo nome, está a deixar de fora milhares de turistas que querem bem comer e não sabem onde. E vamos ser sinceros, se já sabem o nome, quase de certeza que não precisar de procurar novamente no Google.
  2. Um exemplo mais alargado. Se tem um negócio de espectáculos musicais por todo o País, vai querer ser encontrado quando procurarem pelo serviço. Se numa pesquisa por “música ao vivo” o seu site não aparecer nas primeiras cinco posições, as probabilidades de alguém o encontrar são quase zero.
  3. Se falarmos numa empresa exportadora, tenha o seu site optimizado para todos os idiomas – ou pelo menos nos idiomas dos mercados onde quer penetrar. Um americano não irá seguramente procurar na internet por “rolhas de cortiça”. Crie páginas nos diversos idiomas e optimize cada uma delas a pensar nas pessoas que quer que as encontrem.

SEO Tools Ferramentas

Linkbuilding, Conteúdo, Técnico e ASO

Apesar de que SEO é tudo, é possível dividir alguns campos ou especialidades dentro do SEO:

O Linkbuilding foca-se na relação de outros sites com o seu, gerindo parcerias e obtenção de links que apontem para o seu. Quanto mais sites falarem do seu, melhor.

Se não tiver conteúdo que responda aos seus leitores/clientes o Google não irá dar tanta relevância às suas páginas. Criar conteúdo relevante e bem estruturado é fundamental para que o Google entenda o seu site.

Em termos técnicos há muitos erros a evitar: cadeias intermináveis de 301, páginas quebradas (404), problemas com a velocidade de carregamento das páginas, etc.

E por fim, o ASO, ou seja, a optimização de App Stores, como o Google Play ou o Itunes, por exemplo. Esta, porventura, será a área que menos empresas investem em Portugal. o ASO serve para ranquear o melhor possível quando alguém procura nas lojas de Apps por um produto ou serviço.

Algoritmo do Google

O SEO surgiu com a nova geração de sites de busca. Antes, a organização dos links numa páginas de resultado era alfabética como nos directórios web, ou numa lista telefónica.

Na nova geração de ferramentas de busca, o posicionamento passou a depender da relevância.

Esta relevância é definida por algoritmos, que são cálculos que servem para definir o quanto uma página é importante. Um dos mais conhecidos algoritmos de busca é o Google PageRank.

O Google PageRank não é o mesmo algoritmo usado pelo Google. Serve somente de indicador e um indicador cada vez menos fiável – uma vez que o Google o deixou de actualizar há já vários anos.

Os factores que influenciam o posicionamento das páginas são guardado a sete chaves pelos sites de busca.

Porém, ao longo do tempo, foi possível identificar as melhores práticas que se resumem em empregar o bom senso na criação e estruturação de um site.

O SEO também depende da palavra-chave que é o termo que se usa numa busca. Dependendo das palavras utilizadas, serão apresentadas páginas diferentes em posições diferentes.

Tudo se trabalha em SEO, porque tudo é SEO. Daí a complexidade em fazer uma auditoria SEO. Se alguém lhe disser que tem o segredo para estar bem posicionado no Google desconfie.

Porque a verdade é que ninguém sabe o que é que realmente influncia o posicionamento. É um processo de tentativa erro e quando se pensa estar no caminho certo, o Google muda as regras do jogo e começa tudo de novo.

Um dos principais factores de ranqueamento no Google nem tem que ver com o seu trabalho directamente, mas sim com o número de procuras pela sua marca e pelo número de pessoas que acedem directamente ao seu site.

Mas o Google também olha, de certa maneira, para a sua actividade nas redes sociais.

E se estava em primeiro na procura por “restaurantes em Sevilla” pode muito bem, de um momento para o outro, desaparecer da primeira página de resultados. Ou seja, todo o tráfego que vinha através dessa pesquisa será perdido, resultando em menos clientes e perda de dinheiro.

Não é tão incomum quanto possa pensar. Essas são as grandes situações de crise que as equipas de SEO enfrentam.

A complexidade dos cálculos feitos pelos motores de busca para dar relevância a uma página permite-nos dividir o SEO em duas partes: os factores internos e os factores externos.

Os internos estão relacionados com a estrutura e conteúdo do site. Muitos dos ditos especialistas em SEO falam em urls claros, utilização de meta-tags, títulos de página racionais e a correcta utilização das tags html – que é linguagem utilizada para construir páginas web.

A teoria no SEO muitas vezes não se concilia com a prática.

Será preferível ter um url que é, por exemplo, www.oseusite.com/contactos a ter www.oseusite.com/16573832826. Mas se este último url estiver a ser bem posicionado pelo Google o segredo é simples: NÃO MEXA.

Alterar um url é fazer com que o Google perca aquele caminho. Não, o Google não o vai substituir pelo que você quer.

Terá de começar tudo de novo. Claro que existem técnicas para mitigar a migração de URLs, mas se está a ranquear bem o melhor é mesmo evitar alterar seja o que for.

Outro factor é o “Bounce Rate“, ou seja, o número de pessoas que abandonam uma página sem ter qualquer interacção com a mesma. esse é um claro sinal para o Google que aquela página não tem qualidade.

Já a parte externa analisa como os outros sites se relacionam com o seu site. Os exemplos são quantidade de links que redireccionam para o site, que sites apontam o site e o conteúdo do link. Dependendo destes factores, as páginas são pontuadas pelos sites de busca para que ele possa determinar a relevância da pagina e quais as palavras-chave relacionadas a ela. Pensa-se que o Google utiliza um sistema de pontuação de 0 a 10 que é o PageRank. Mas é meramente uma forma de ter uma ideia da qualidade do seu site. Não é o real valor do algoritmo do Google.

technical SEO - Problemas velocidade página

O que é o Novo SEO?

O Novo SEO não existe. Dizer que há um “Novo SEO” é o mesmo que dizer que há um novo futebol, uma nova política, uma nova alimentação… ou seja, o SEO, tal como tudo o resto, sofre alterações, mas isso não significa que seja “novo”. Simplesmente é necessário entender as novas regras do jogo, mediante as alterações que o Google vai fazendo ao algoritmo.

Se é um fã do “novo SEO”, então siga a par e passo o Blog do google. Lá terá sempre as mais recentes novidades.

Continua com dúvidas sobre o que é SEO? Deixe as suas perguntas na caixa de comentário!

Para saber mais sobre SEO pode ler este artigo sobre ASO.

 

Queria ser Jornalista, mas fugi para o Marketing e dei por mim a trabalhar como SEO. Em agência ou in-house, já trabalhei com projectos do Spotify, Telepizza, Amazon, Hostelbookers, Hostelworld, 360imprimir ou EF Education First. Sonho um dia ainda voltar a Portugal e viver do Marketing Digital. Fundei a SEOPortugal para ajudar a divulgar o SEO e partilhar algum conhecimento.

Instagram Stories: Devo investir tempo e recursos do meu negócio?

Devo investir recursos no Instagram Stories? Em 2015 sugeri a um cliente – líder de mercado no seu sector – começar a trabalhar Snapchat.

Recusou a ideia porque, disse-me, os seus clientes eram adultos com filhos e o que eu estava a apresentar era uma rede social para os filhos e não para os pais.

O foco comunicacional era esse. Ponto. E Marketing de Conteúdo era algo que nem se falava.

Continuo a defender que foi e é um erro não ter presença nesta rede social amarela, mas a decisão final cabe sempre a quem manda e não a quem executa.

Mas esse mesmo cliente enverdava na altura pelo Instagram, onde estavam os pais das crianças que lhe consumiam o produto.

As empresas tendem a entrar em pânico com as redes sociais, mas não há necessidade.

A questão é: com o Instagram Stories, deve o meu negócio estar no Instagram, no Snapchat ou em ambos?

O Instagram Stories está aí e veio para ficar. Já e um sucesso e o que oferece é muito similar ao Snapchat. Ambos contam uma história.

Os utilizadores do Instagram podem agora partilhar uma sére de fotos ou vídeos com os seus seguidores, as quais desaparecerão em 24 horas. Esta novidade veio criar enorme confusão às marcas, aos influenciadores e aos criadores de conteúdos.

Afinal há mais um player online e ninguem sabe onde jogar. Antes de mais é preciso ter uma coisa em conta: “diferentes pessoas usam diferentes redes sociais com diferentes propósitos”.

Saiba quem são os seus seguidores, quem é e sobre o que se interessa a sua comunidade online. Isso é fundamental para escolher onde vai marcar presença online e quais os recursos despendidos em cada uma delas.

Na busca de material de suporte para este artigo deparei-me com esta imagem do Later.com

De facto, uma das coisas mais difíceis no Snapchat é o desafio de encontrar pessoas para seguir.

Será mais fácil que os seus clientes o encontrem a si – se for uma grande marca – do que você encontrar a sua comunidade.

Antes de correr já para o Snapchat deixe-me avisá-lo:

O que acabei de escrever apesar de ser verdade não é positivo. Eu sei que parece, mas não é. Porque as redes sociais são SOCIAIS e não um monólogo entre si e os seus seguidores.

O Instagram Stories veio quebrar essa lacuna. E as possibilidades de uso do Instagram Stories dão largas à imaginação dos melhores Community Managers. E isso traz vantagens em termos de tráfego orgânico.

Dem dúvida que a nova funcionalidade permite que acompanhe eventos da empresa ao minuto, enquanto guarda as melhores fotos para a timeline.

Ainda assim, o Instagram Stories não é o Snapchat.  

Ainda que o Instagram tenha aberto esta nova funcionalidade e dado um ar de Snapchat isso não significa que o Instagram deixe de ser o Instagram.

E também não significa que as os utilizadores do Instagram são e comportam-se de modo diferente dos utilizadores do Snapchat. O próprio modo de interacção é diferente.

73% dos Millennials (jovens nascidos depois dos 90s) usa o Snapchat, segundo este relatório difundido pelo ComScore.

Para fim de conversa (ou será o início?) deixo este artigo:

How to Use Instagram Stories for Business

ou então dê uma vista de olhos aqui neste:

Snapchat ou Instagram? Comparamos as duas redes sociais

E vocês? Dão no Snap ou no Insta?

Queria ser Jornalista, mas fugi para o Marketing e dei por mim a trabalhar como SEO. Em agência ou in-house, já trabalhei com projectos do Spotify, Telepizza, Amazon, Hostelbookers, Hostelworld, 360imprimir ou EF Education First. Sonho um dia ainda voltar a Portugal e viver do Marketing Digital. Fundei a SEOPortugal para ajudar a divulgar o SEO e partilhar algum conhecimento.

Oops!!! Tenho uma Empresa e as Redes Sociais Existem

Redes Sociais da Internet ou os Media Sociais

Afirma com energia o disparate que quiseres, e acabarás por encontrar quem acredite em ti. – Vergílio Ferreira

Este dever ser dos artigos mais perigosos que vou escrever: sobre redes sociais da internet.

As redes sociais, as da internet entenda-se, vieram trazer um novo paradigma comunicacional. Ao comum dos usuários e às empresas. Neste texto vou centrar-me na vertente comercial e tentar dar algumas luzes de como se deve estar (comportar) no Facebook, Twitter, YouTube, Instagram, Google Plus, Linkedin…

Antes do mais: porque deve estar nas redes sociais? Há certamente dezenas de motivos para ter pelo menos um perfil empresarial numa rede social. Mas há um que me lembro sempre: porque é lá que os seus clientes vão reclamar quando acharem que o devem fazer.

Não acredita? Olhemos para o “Caso Ensitel”…

Não escrevo nestas linhas a chave do sucesso. Se fizer a mesma pergunta a sete Gestores de Redes Sociais irá obter sete respostas distintas. Isto porque não há “a” forma de trabalhar as redes sociais. Existem diferentes formas e cada um tem que encontrar a que melhor funciona com o seu público. Mas há uma coisa que é certa: SEO e Redes Sociais são coisas distintas.

Não tente optimizar os seus conteúdos nas redes sociais (não estou a falar de blogues) a pensar nos motores de busca. Nas redes sociais seja espontâneo e use as hashtags (#) para dizer ao mundo do que está a falar.

Temo que tenha de partir do princípio que o leitor está familiarizado com a criação das contas. Bem como a colocação de fotos de perfil ou de capa, biografias, informações adicional, URLs personalizados, etc.

Concentremo-nos, assim, em “como estar nas redes sociais?”, na criação de conteúdo e a sua partilha. Este é sem dúvida o grande problema das empresas. O seu maior desafio, mas ao mesmo tempo o problema com a resolução mais fácil.

Encontrar conteúdo para alimentar diariamente as redes sociais é um trabalho complicado. Mais difícil se torna quando as políticas internas das companhias obrigam a diferentes níveis de aprovação de cada conteúdo. Perde-se muitas vezes o timing perfeito, a espontaneidade e todo o trabalho acaba por sair mais forçado e comercial. Que, fique sublinhado, não é de todo o que se pretende.

Lembre-se: as redes sociais são isso mesmo SOCIAIS. Quando conversamos com os nossos amigos falamos de nós, do que nos afecta, do que temos para oferecer… mas também ouvimos o que eles nos têm para nos contar. Comentamos as histórias deles e partilhamos até com outros amigos. É assim que se passada na vida real, é assim que socializamos. Nas redes sociais da internet passa-se o mesmo. Postamos o que queremos dizer (a nossa mensagem), mas também comentamos o que nos dizem e também partilhamos histórias de outros que achamos interessantes. E ninguém quer saber de alguém cujas publicações são todas sobre si próprio. Nem se estivermos a falar de empresas.

Facebook

Devemos falar sobre o que todos estão a falar e dar a nossa opinião. Sim, mesmo a sua empresa. No Facebook pode encontrar os “Trending” do lado direito da Timeline. Fale sobre os temas que outros falam encorajando assim os seus seguidores a partilhar o seu conteúdo. Coloque a sua empresa a falar das eleições americanas, do sismo de Itália ou dos Jogos Olímpicos (Cuidado! Jogos Olímpicos é uma marca registada que tem regras de uso bem restrictas). Fale dos temas sem querer tirar proveito de marketing ou de imagem. Diga aos seus clientes onde é que a sua empresa se coloca perante as diversas problemáticas sociais. Seja inteligente na escolha das temáticas que abraça.

 

A funcionalidade de “Trending” no Facebook só está disponível, para já, nos Estados Unidos, Reino Unido, Canada, India e Austrália. No resto do mundo as pesquisas têm de ser feitas manualmente. É possível procurar no Facebook temas através de hashtags (usando o sinal # seguido do tema). Esta funcionalidade só pode ser realizada quando está a usar a rede social com a sua conta pessoal. Se a sua empresa exporta cortiça, convém regularmente ver o que se está a dizer sobre #cortiça, por exemplo. Siga as tendências do mercado e veja o que está a acontecer nos outros países.

Não sou adepto de planos de posts. Não acredito na sua eficácia na maioria das vezes. A criação de conteúdo para redes sociais envolve posts longos, procurar (ou criar) boas imagens ou fazer vídeos. Para datas e eventos específicos o efeito pode ser bem divertido e envolver (engajar) o seu público de uma forma extraordinária.

Para o dia-a-dia prefiro a partilha de temas que sejam tendência. Ou seja, procurar conteúdo bom de outras pessoas, resumi-lo de um ponto de vista pessoal (ou profissional) e partilhá-lo. Todos ficam a ganhar. Você precisa de conteúdo para partilhar, os blogues e websites precisam de tráfego; e os seus seguidores precisam de alguém que lhes dê bons conteúdos já filtrados para reduzir a quantidade de informação que vêem todos os dias.

Esta é a minha visão. Mas a maioria das pessoas que conheço precisam de um plano táctico, lógico e que os ajude a perceber o que estão a partilhar e a atingir os seus objectivos nas redes sociais. Cada um deve trabalhar da forma mais eficaz possível.

Crie os seus conteúdos e partilhe às horas que os seus seguidores mais usam o Facebook. Use a ferramenta de agendamento do Facebook se for necessário. Não use ferramentas externas, porque geralmente são penalizadas pela rede social.

Pode também usar um calendário com os principais eventos onde crê que a sua empresa pode marcar a diferença. Prepare o conteúdo com antecedência. Esta prática ajuda a que todos os que trabalham consigo possam sugerir outros eventos ou mudanças ao conteúdo produzido de modo a automatiza-lo.

Ter likes e gostos é muito bom. Mas a partilha do nosso conteúdo tem que ser sempre o objectivo final. Quando publicar algo pergunte a si mesmo primeiro: “As pessoas vão partilhar isto”?

Publique coisas de que as pessoas gostem e não material que você gosta. E não tenha medo de partilhar coisas das pessoas que segue. Se não gosta do conteúdo que eles publicam é um erro estar a segui-los.

Twitter

Esta ideia é sobretudo boa para o Twitter. A famosa rede social do passarinho azul é uma das mais importantes para a sua empresa. Mas, provavelmente, você ainda não reparou. Muito possivelmente porque não entende o processo de socialização em 140 caracteres.

Não é assim tão difícil. Aqui também a ideia de sociabilizar ganha enorme força. É obrigatório. Não há outra forma de estar no Twitter.

Siga os Trends que estão disponíveis na página do Twitter e que mudam de país para país. Os Trends são determinados diariamente por um algoritmo e apresentados baseados em quem você segue e a sua localização.

Fale sobre o que a sua comunidade está a falar. Mostre interesse no que eles consideram importante. Partilhe (retuite) bons conteúdos de quem você segue.

Instagram

O Instagram é a rede do momento. Com o lançamento do “Instagram Stories” a rede social que foi comprada pelo Facebook colocou-se na liderança de um jogo que estava a ser ganho pelo Snapchat. Publique boas fotos sobre temas que lhe interessam a si. Talvez esta seja actualmente a rede social mais focada em cada utilizador e que permite a cada conta mostrar aos seguidores a sua visão do mundo.

O Instagram Stories permite por exemplo seguir um determinado evento ao minuto sem enchr o mural de fotografias. Aí ficaram só as melhores das melhores. Faça um uso inteligente, crie histórias, leve os utilizadores a querer ver mais informação no seu site…

Google Plus

Dentro das redes sociais do momento talvez o Google Plus seja a menos conhecida e a que é metida de parte mais cedo. Grande erro! Se tem um negócio vai querer estar no Google Plus. Vai querer colocar aqui todas as informações sobre a sua empresa. Essa informação será usada pelo Google para ser apresentada quando alguém procurar pela sua empresa no motor de busca.

 

Para o ajudar a encontrar bom material no Google+ a rede social mostra-lhe posts recomendados e que são tendência no momento. O Google vai mostrar-lhe material que considera que você vá gostar.

Não se preocupe em partilhar algo que já foi partilhado “por toda a gente”. A milhões de pessoas e milhões de histórias e alguém irá ver o material que partilhar pela primeira vez.

Para a procura de material pode recorrer ainda ao Google Tends, uma ferramenta online que o Google disponibiliza para que saiba que termos são mais procurados no motor de busca. O que é que as pessoas de todo o mundo, ou do seu país, estão a procurar mais. Quais os vídeos mais vistos no YouTube e que notícias estão em destaque.

Existem várias maneiras de encontrar bom conteúdo na internet. Estes são alguns exemplos simples e eficazes. E são, também, os que mais uso diariamente.

E por fim…

Também estão disponíveis dezenas de outras redes sociais. Lembre-se que diferentes pessoas usam diferentes redes sociais com diferentes propósitos.Pense que redes sociais são usadas pelos seus clientes, fornecedores e target. Essas serão as redes sociais onde deve marcar presença. Seguramente no Linkedin e possivelmente no Pinterest.

Na altura de escolhes quais as redes sociais que vai querer trabalhar tenha em atenção a aspectos como a idade da audiência que vai atingir, que tipo de interacção vai necessitar, se terá uma comunicação pró-activa, reactiva ou ambas, o potencial de conversão e o número de publicações diárias.

Há diferenças entre uma ferramenta e um caminho. As redes sociais querem-se caminhos e não ferramentas. Há, porém, algumas excepções, como o Facebook.

Mas sobre isso falarei outro dia… até lá poderá ler mais sobre as melhores conferências de SEO e marketing digital.

Queria ser Jornalista, mas fugi para o Marketing e dei por mim a trabalhar como SEO. Em agência ou in-house, já trabalhei com projectos do Spotify, Telepizza, Amazon, Hostelbookers, Hostelworld, 360imprimir ou EF Education First. Sonho um dia ainda voltar a Portugal e viver do Marketing Digital. Fundei a SEOPortugal para ajudar a divulgar o SEO e partilhar algum conhecimento.