Google começou a apresentar páginas sem resultados orgânicos

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SEOs deste mundo comecem à procura de trabalho. O Google iniciou um projecto para apresentar páginas sem resultados orgânicos. Ok, talvez seja um pouco exagerado (ou talvez não, quem sabe?), não comecem já à procura de novo emprego, mas a notícia avançada pelo Search Engine Land abalou o  dia.

Os sites que até agora trabalhavam para mostrar comparação de métricas ou informações horárias são os mais afectados por esta novidade do Google. O Google sobrepôs-se a tudo e todos e está a exibir respostas sem resultados de pesquisa adicionais, em algumas procuras. Por exemplo, na pesquisa [time in los angeles] ou [time in new zealand], o Google mostrará a resposta e, em seguida, mostrará um botão para carregar os resultados orgânicos.

O Google disse para as consultas onde isso aparece, os utilizadores “raramente usam resultados de pesquisa completos”, e se o utilizador quiser esses resultados, ele pode aceder com o botão “Mostrar todos os resultados”.

Aqui está uma captura do ecrã  disponibilizado pelo Search Engine Land:

 

 

Entretanto, no Twitter o tema esteve no foco das atenções:

 

E até deu para piadas e tudo…

ACTUALIZAÇÃO

O Google voltou a trás na decisão de não mostrar resultados… pelo menos na SERP. O passo seguinte foi colocar os resultados na barra de pesquisa no Chrome.

SEO Mobile, Mobile Speed, AMP e PWA: Google muda o jogo em 2018

SEO Mobile, Mobile Speed, AMP e PWA

2018 será o ano do Mobile, depois de 2015 ter sido o pontapé de saída na nova estratégia da Google. Prepare-se para uma mudança de estratégia orgânica apoiada em SEO Mobile, Mobile Speed, AMP e PWA.

A partir de Julho a velocidade de carregamento dos sites serão tidos em conta como factor de ranqueamento orgânico. Apesar de o Google já usar a velocidade da página como um factor de ranqueamento, em pesquisas em desktop, a velocidade da página em mobile não era um factor de ranqueamento. Mas o Google declarou este ano que pretendem mudar isso até Julho de 2018.

Para já, o Google parece assegurar que somente sites que negligenciaram por completo a versão mobile serão prejudicados. Mas a tendência será para ir fechado o cerco.

Mobile-First Index – Google avança até Abril

No geral, esta é uma mudança bem-vinda, já que 60% de todos os utilizadores da web utilizam smartphone ou tablet, portanto, isso deve encorajar os webmaster a olhar com mais atenção para a velocidades de carregamento das páginas.

Os sinais estão todos aí, ainda que uns mais fortes que outros. Mas, quando o Google se dá ao trabalho de criar uma tool para testar a velocidade mobile e mostrar aos webmaster quanto dinheiro estão a perder por não investir em mobile, sabemos que a mudança está para breve.

Mobile Scorecard & Impact Calculator

A mais recente novidade é a ferramenta Mobile Scorecard & Impact Calculator, que a multinacional lançou para ilustrar a importância da velocidade das páginas mobile. Uma das ferramentas mostra a performance de um site em relação à concorrência; a outra visa mostrar o impacto que a velocidade móvel pode ter nos resultados financeiros.

Ambas as ferramentas visam dar aos profissionais de marketing claras marcas visuais para os ajudar a obter o “buy-in” para investimentos na velocidade do site mobile.

O Mobile Scorecard usa dados do Relatório de Experiência do Utilizador do Chrome para comparar a velocidade de vários sites nos smartphones. Esse é o mesmo banco de dados dos utilizadores do Google Chrome que o Google começou a usar na ferramenta PageSpeed ​​Insights em Janeiro.

Como orientação, o Google recomenda que um site seja carregado em cinco segundos, em dispositivos móveis de alcance médio com conexões 3G, e em três segundos em conexões 4G.

Para colocar os dados do Mobile Scorecard em perspectiva monetária, a nova Calculadora de Impacto é projectada para mostrar apenas as perdas de receita de conversão que um site está a perder por causa da sua velocidade de carregamento.

A Calculadora baseia-se em dados do Relatório de Desempenho de Compras Online de Abril de 2017, que mostra que cada segundo de atraso no carregamneto de página num site de Retail pode prejudicar as conversões até 20% – não só em SEO, mas também em PPC ou Display.

Progressive Web Apps (PWA)

Mas essa foi só mais uma jogada do Google. Em menos de uma semana, a gigante americada teve outra jogada ao começar a lançar mais informação sobre Progressive Web Apps (PWA) – uma tecnologia apoiada pelo Google que pretende aumentar o tráfego e as conversões em dispositivos móveis.

Nesta nova informação lançada pela Google, um atraso de 100 milésimos de segundo pode custar a um site 7% da sua taxa de conversão. O Google reitera, frequentemente, que quando se trata de capturar a atenção do consumidor, cada segundo conta.

A discussão sobre a adoção de PWAs ainda está na sua infância entre alguns sectores e marcas, talvez porque a tecnologia ainda é relativamente jovem e os problemas de capacidade PWA persistem. Assim como com AMP.

Por exemplo, no que respeita a PWA, apenas agora estão a ser feitos progressos com a Apple para a adaptação do navegador web para lidar com os principais recursos do PWA. Obviamente, à medida que essas barreiras começam a desaparecer, a relutância dos desenvolvedores da web também diminuirá – preparando o caminho para que os PWAs se tornem uma plataforma chave, provavelmente, já em 2018.

No contexto do ecossistema mobile, um aplicativo da “Web progressiva” é descrito como um site que oferece a experiência quase idêntica de um aplicativo nativo, mas dentro de um navegador padrão. A vantagem significativa dos PWAs em relação aos aplicativos móveis nativos é que PWA não requer tecnologias diferentes ou uma compreensão aprofundada da adaptação do código para serem executados nos smartphones iOS (Apple) ou Android.

O falhanço chamado AMP

Há no mercado alguns SEOs que gritam grandes vivas ao AMP – e para quem o título desta secção é uma ofensa. Eu sei. Mas o AMP foi um falhanço que a Google espera transformar em princípe.

O AMP como tecnologia massiva foi um falhanço. Sobretudo, porque estava somente alojada no Google e não era padronizada para todos os browsers. Os grandes vencedores foram os nichos editoriais, esses sim, com reais vontades de sorrir. Numa forma bastante simplista, AMP trouxe mais visitas aos sites (e para quem tem visitas como métrica primária, AMP foi extraordinário), mas as conversões foram um desastre e as taxas de bounce rate um pecado mortal.

Ao longo do tempo foram aparecendo algumas soluções e já é possível hoje fazer algumas coisas bem divertidas para minimizar os impactos negativos de AMP nas conversões.

Se tem um e-commerce, não salte para AMP só porque ouviu alguém dizer que teve mais 300% de visitas. Pergunte-lhe primeiro pelas conversões. E depois tente perceber se a estratégia usada pode ser replicada no seu site.

O Google recenheceu todos estes problemas. PWA surge para complementar o que AMP não conseguiu. E agora, finalmente, o Google – que também apoia o Projecto AMP – está a tentar abrir AMP a todos, tornando a tecnologia padronizada para todos os browsers.

Mobile-First Index – Google avança até Abril

Gary Illyes, do Google, confirmou que um número significativo de sites será migrado para Mobile-First Index no próximo mês e meio. Illyes anunciou os próximos planos do Google para o Mobile-First Index no palco no Pubcon, em Austin, Texas

Antes de avançar…

O que é o Mobile-First Index?

Simplificando, o Google irá começar a indexar e a ranquear os sites com base no conteúdo e experiência mobile – e não na experiência desktop, como tem feito desde sempre.

Quando ambas as versões do site (desktop e mobile) têm o mesmo conteúdo, quando a mudança para Mobile-First Index ocorrer essas páginas não verão nenhum impacto. O Google verá essencialmente a mesma coisa porque o site foi criado com design responsivo.

O problema é se a versão desktop e mobile não forem idênticas, aí o Google irá ter em atenção o conteúdo e os sinais vindos da página mobile.

A última vez que o Google tinha falado sobre o assunto foi no Verão passado, quando o John Mueller mencionou que estava a ser a lançada a actualização para sites individuais que estão prontos para passar para Mobile-First Index.

Inicialmente, a empresa planeava ter todos os sites migrados para Mobile-First Index até o início de 2018, mas não parece que esse objectivo seja atingido. Além disso, o Google disse que não informará quando a migração para Mobile-First Index for concluída.

No entanto, seguindo a nota principal da Illyes na Pubcon, ficamos a saber que o novo índice não será totalmente lançado para todos os sites.

Actualmente, apenas um pequeno número de sites foi adicionado ao Mobile-First Index, e não se espera que tenha existido impacto no tráfego.

Como sei se o meu site já foi afectado?

É possível verificar se o seu site foi adicionado ao Mobile-First Index, verificando os logs do servidor e ver o que está a rastrear o site com a maior frequência. Se o Googlebot mobile estiver a realizar a maior parte do rastreamento, é provável que o site já esteja no Mobile-First Index.

O google também tem avisado os webmasters através da Google Search Console.

Outra forma de confirmar é através da análise de URL, na Google Search Console. O Google irá mostrar qual foi o último bot a captar informações para ranquear a página.

Cuidados a ter

Faça uma análise ao seu código HTML/Java Script. tenha a certeza que o código que tem em desktop é equivalente em mobile. Não esconda recursos em mobile que possam impactar os rankings.