O Twitter faz parte da sua estratégia de marketing digital?

Twitter parte da estratégia de marketing digital

O Twitter faz parte da sua estratégia de marketing digital? Se faz, este artigo talvez não seja para si. Talvez já tenha ponderado os prós e contras e, por esse motivo, não vai encontrar nada de novo neste artigo.

Se (ainda) não faz, sugiro que leia atentamente e responda a estas perguntas.

Quer saber o que dizem da sua marca?

No Twitter conversa-se muito: sobre o que vemos, o que fazemos e aquilo que acontece no mundo. No meio dessa conversa, os utilizadores falam das suas experiências – boas e más – com as marcas com as quais se cruzam.

O Twitter é uma plataforma de microblogging e presta-se a este tipo de partilhas.

Tem histórias para contar?

A história da marca pode ser um conteúdo interessante para partilhar com os seus seguidores, bem como as pessoas que fazem parte da sua marca. O que fazem? Do que gostam? Como é um dia na vida da sua empresa? Não se esqueça de fazer uso das imagens e dos pequenos vídeos para criar uma dinâmica interessante o suficiente para  que os seguidores mantenham o “follow”. E se for possível contar histórias a partir daquilo que está a acontecer?  PER-FEI-TO. Veja o trabalho da NetflixPt, a propósito da Eurovisão:

A sua marca tem um tom descontraído, com uma pitada de humor?

A rede é conhecida pelo tom informal, pela possibilidade de criar proximidade entre marcas e pessoas. O humor é sempre uma boa opção para quebrar o gelo, dar início à conversa. Não esqueça que o contexto é determinante para que o humor não tenha um efeito perverso. Veja o caso do Cinema São Jorge.

Pretende dar-se a conhecer a potenciais clientes?

Uma das linhas da estratégia que implica a presença no Twitter é precisamente o dizer “Olá” a novos clientes. Acenar-lhes, sem o spam habitual das vendas. Um tweet de um qualquer utilizador a dizer que não sabe o que fazer para o jantar, pode ser uma oportunidade para uma marca da área da restauração dizer “estamos aqui”. Sem spam, oferecer-se para ajudar. Dar primeiro, para receber depois.

Procura um canal de apoio ao cliente?

Há excelentes exemplos de marcas que escolheram o Twitter como canal privilegiado para apoio ao cliente. Esclarecem dúvidas, encaminham as pessoa e tratam dos assuntos que lhes chegam de forma pública ou privada (podemos enviar mensagens privadas, no Twitter). Uma equipa bem trabalhada, com perguntas e respostas definidas e afinadas poderá mesmo fazer a diferença para o utilizador que experimenta o produto / serviço da marca. Ora veja:

Virgin_Trains canal de apoio ao cliente
Clique na imagem para ler toda a história

Precisa de boas fontes para curadoria de conteúdos?

Uma das razões que me mantém fiel ao Twitter é a quantidade e a qualidade dos conteúdos que por lá são partilhados. Usando a pesquisa por hashtags ou até por palavras e expressões que definimos previamente é possível encontrar excelentes artigos, vídeos, eventos, discussões sobre tópicos do nosso  interesse – ou do interesse de quem acompanha a nossa marca. E depois é clicar no botão de RT e partilhar com o mundo!

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Twitter: “A” Rede Social – Onde entra aqui o SEO?

Sou filósofa. Trabalho como consultora e formadora nas áreas da cultura digital, comunicação e filosofia. Há quem diga que sou um unicórnio de leads.

Tráfego das redes sociais influencia os rankings no Google?

Redes Sociais Social Media

A pergunta que todos fazem: o tráfego das redes sociais influencia os rankings no Google? A resposta é simples: sim. Na mesma medida que outras acções podem ou não influenciar. Porém, ao mesmo tempo, a resposta é: “Não” – possivelmente não da maneira como pensava.

Ou seja, sim é possível influenciar rankings orgânicos através de redes sociais, não significa que aconteça simplesmente por partilhar algo. É um pouco mais complexo do que isso, mas ao alcance de todos. Pelos menos em teoria.

E este texto irá ajudar as equipas de SEO a apoiarem acções de “Influencers” e a olharem para estas campanhas de uma forma diferentes.

Como melhorar os rankings no Google através das Redes Sociais?

  1.  Conteúdo viral
  2. Links para a página (ou folder) que quer melhorar
  3. Rezar para que o assunto seja mesmo viral

Ok, nada é assim tão simples. Mas, ficou bem resumido.

Como é que tecnicamente funciona? Na verdade, o Google não lê os  “sinais sociais” das redes sociais, como Facebook, Twitter ou outro… Ou seja, ter mais gostos, mais partilhas ou mais comentários não irá dar sinais ao Google de que o seu conteúdo deve ranquear melhor.

O sinal mais forte é, porém, indirecto: visitas. E visitas geram mais visitas, até que o assunto deixa de ser viral e aí o Google olhará mais para o Bounce Rate das visitas orgânicas. Perdidos? Vamos fazer um esquema:

Pediu a um “influencer” para publicar um vídeo no Youtube a experimentar um produto novo da sua empresa. Ele deixa um link no Youtube, menciona o produto e a marca.

Agora imagine que o público do seu “influencer” adorou aquele vídeo e em 24horas já leva meio milhão de visualizações. A chance de os utilizadores começarem a clicar no link é grande, aumentando as visitas ao seu site. Mas, muitos irão ao Google procurar pelo produto (com ou sem o nome da sua marca)… eles não irão clicar em outro resultado que não seja a sua marca, pois sabem o que querem. O CTR da sua página para aquelas “queries” vai crescer e com isso a posição na SERP.

Mas há mais, se aquele link no YouTube teve tantos cliques é porque é um “bom link” e o Google irá analisá-lo de uma maneira m,elhor, aumentando um pouco a sua autoridade, até porque estes links são no-follow e, em teoria, não passariam qualquer autoridade.

O que aumentou também? As procuras pela sua marca. Aumentando o volume de procura pela marca está a dizer ao Google que a sua marca é valiosa e todas as suas páginas irão receber um “bónus” por isso. Sobre este tema sugiro este texto do “Moz”: Rankings Correlation Study: Domain Authority vs. Branded Search Volume

Tenho que utilizar “Influencers” para conseguir esses resultados?

Não! Qualquer conteúdo (vídeo, imagem, texto) que gere visitas para o seu site pode desencadear o mesmo efeito. Descobri tudo isto involuntariamente quando um post no Facebook se tornou viral e a página em questão passou da segunda página do Google para a segunda posição orgânica em 2 semanas.

Actualmente, essa página está a ranquear em 5 para a KW em questão. Uma keyword com Search Volume superior a 100.000 procuras mensais em inglês.

Como gerar tráfego para o meu site?

  • Blog

Crie um blog com conteúdo informativo – upper funnel – para manter a sua audiência actualizada. Pode utilizar o Blog para landing page de campanhas, aumentando o “Backlink Profile” deste “folder

  • Páginas de Campanhas

O nosso artigo sobre Páginas de Campanha dá algumas luzes sobre como conseguir impulsionar o tráfego com estas páginas.

  • Redes Sociais

Tenha perfis nas redes sociais onde está o seu público-alvo. Se eles estão lá, talvez você também devesse estar.

Facebook
Twitter
YouTube
Instagram
Pinterest
Reddit
Foruns

  • Email

O Email marketing continua a ser uma boa forma de manter a sua audiência actualizada e uma excelente forma de gerar visitas.

A Equipa de SEO deverá trabalhar com a Equipa de Brand?

Sempre. O tráfego directo é um dos principais factores de ranqueamento. Seria um desperdício ter as duas equipas a trabalharem em estratégias diferentes.

Todas as estratégias de PR, Redes Sociais, Marketing Offline têm capacidade para melhorar os resultados orgânicos. Para quê trabalhar em separado quando os resultados são bastante melhores quando se trabalha em conjunto?

Vamos testar?

Partilhe este artigo nas suas redes sociais (nós agradecemos desde já!) e se atingirmos valores de partilha suficientes para termos um “case”, partilharei aqui todos os números e resultados.

Se estiver interessado em receber os resultados no seu email, por favor contacte: info@seoportugal.net

Queria ser Jornalista, mas fugi para o Marketing e dei por mim a trabalhar como SEO. Em agência ou in-house, já trabalhei com projectos do Spotify, Telepizza, Amazon, Hostelbookers, Hostelworld, 360imprimir ou EF Education First. Sonho um dia ainda voltar a Portugal e viver do Marketing Digital. Fundei a SEOPortugal para ajudar a divulgar o SEO e partilhar algum conhecimento.

Twitter: “A” Rede Social – Onde entra aqui o SEO?

A primeira questão é: o que é o Twitter? Se seguirmos a metáfora do bar, a rede social do pássaro azul é o local onde todos estão a falar com todos, geralmente dividido por mesas (temas/hashtag). Aqui as marcas têm contas como os demais utilizadores o que permite uma interacção recíproca. Isso é o que difere o Twitter do Facebook. Aqui as marcas têm (ou potencialmente podem ter) uma personalidade mais vincada.

A segunda questão será: o que é que o Twitter tem que ver com SEO? Mas a esta questão já lá iremos.

Permita-me ressalvar que, caso seja uma empresa que trabalha com diferentes mercados, quando pensar na personalidade da sua empresa lembre-se que o conceito de humor, irreverente ou, por exemplo, inovador diferem de país para país. Trabalhei com uma empresa que se dizia muito “open mind”, divertida e próxima dos jovens, mas para mais de 50% dos seus seguidores nas redes sociais a imagem que passava era de uma marca extremamente aborrecida.

Portanto, o primeiro ponto é definir a personalidade da sua empresa a comunicar no Twitter com essa mesma personalidade. Mantenha essa linha sempre adaptando o seu discurso aos seus seguidores.

Muitas pessoas com quem trabalhei perguntam-me: “Mas, se o Facebook tem mais utilizadores, porque devemos criar uma conta no Twitter”. Bem, primeiro que tudo porque o Facebook não permite uma comunicação tão directa com os seus seguidores, depois porque as taxas de engajamento são menores – a não ser que invista (promoted post ou Facebook Ads). E porque uma parte substancial dos seus clientes estão no Twitter. Tenha sempre na memória: “Diferentes pessoas usam diferentes redes sociais com diferentes propósitos”.

Com isso em mente, dê aos seus seguidores diferentes conteúdos nas diferentes redes sociais que gere. E não tenha medo de “conversar” com outras marcas no Twitter. Elas também têm personalidade.

O Facebook é cada vez mais um excelente apoio ao cliente. O Twitter é a vertente “amiga” do seu seguidor/cliente. Ou seja, Facebook será mais “venda” e o Twitter mais “marca”. Ainda que a minha experiência me diga que as taxas de conversão (percentagem de pessoas que acabam por adquirir o produto ou serviço) são idênticas no Twitter e no Facebook. A grande diferença é que geralmente somos obrigados a investir mais dinheiro no primeiro. O Twitter (pode conferir nas suas visitas!) está a dar cada vez mais tráfego ao seu site.

E isto responde à pergunta: como o Twitter influencia o meu SEO. Quando alguém houve falar da sua empresa, dos seus produtos ou serviços terá curiosidade em procurar. Isto leva a uma maior procura da sua marca – um dos principais factores de ranqueamento.

Outra vantagem do Twitter é a facilidade de seguir tudo o que lhe interessa. O TweetDeck é a ferramenta ideal para se trabalhar o Twitter. Crie colunas onde posssa ver tudo o que a sua concorrência faz, tudo o que é dito sobre a sua empresa, tudo o que é dito sobre o seu produto… No fundo tenha a real noção do que se passa à sua volta e aja rápido. Responda, questione, partilhe… tenha personalidade 24 horas por dia e não só das 9 às 18h. A utilização das redes sociais aumenta no período nocturno. Aproveite e tire vantagem disso.

Use o Tweetdeck e agende publicações para o horário nocturno. Diga com outras palavras o que disse de manhã e poupe tempo e recursos. Duplique as possibilidades de verem a sua mensagem e de alguém interactuar com a sua marca.

O TweetDeck apresenta também a funcionalidade de criar equipas e delegar autorizações – seguindo o exemplo do Facebook.

Os “Ads” do Twitter também podem ser uma excelente ferramenta. Mas não os use como no Facebook. Aqui as mensagens devem ser o menos comerciais possíveis, mesmo em tweets patrocinados.

Num comentário ao texto original, a Joana Rita Sousa falou do Hootsuite “como alternativa”. Sublinho esta parte: “como alternativa”. Para quem não está familiarizado, o Hootsuite é um agregador/gestor de redes sociais que permite a publicação, gestão e monitorização.

No fundo, muito igual ao Tweetdeck – que na sua génesis, antes de ser comprado pelo Twitter, permitia agregar outras redes sociais que não a do passarinho azul – mas mais “poderoso”. Imagine um cockpit de um avião e todos aqueles botões. O Tweetdeck e o Hootsuite (que até tem uma versão Pro, paga) irão levá-lo ao mesmo sítio, mas, enquanto “piloto”, dependendo da ferramenta que usa, poderá ter muito mais ferramentas à sua disposição. Tudo depende se tem “mãozinhas” para tanto botão e se está disposto a, no limite, investir para obter todas as vantagens da “ferramenta do mocho”.

Se costuma gerir campanhas online, o Hootsuite é definitivamente um aliado. Ainda que eu seja da velha escola e um apaixonado pelo Tweetdeck. (Se pesquisar mais sobre o tema verá que esta questão, mais que profissional, é quase passional!)

Porém, nada o impede de usar as duas ferramentas ao mesmo tempo. Sobre o tema aconselho a leitura deste “já velho” artigo do GrassHopper: Buffer vs TweetDeck vs Hootsuite.

Uma nota final: há uma teoria que o Facebook não gosta muito de agregadores e os conteúdos, em certos casos, poderão ser penalizados pelo algoritmo da “rede do lado”. Pessoalmente já testei e os meus resultados desmontam essa ideia. Mais, nas minhas conclusões, ter o feed do Twitter associado ao Facebook dava mais visibilidade ao conteúdo (mas menos engajamento!). Sobre este tópico deixo este blogpost do Buffer (parte interessada): “3rd Party Facebook Publishing Tools Aren’t Penalized: Debunking An Age Old Social Media Myth“.

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Queria ser Jornalista, mas fugi para o Marketing e dei por mim a trabalhar como SEO. Em agência ou in-house, já trabalhei com projectos do Spotify, Telepizza, Amazon, Hostelbookers, Hostelworld, 360imprimir ou EF Education First. Sonho um dia ainda voltar a Portugal e viver do Marketing Digital. Fundei a SEOPortugal para ajudar a divulgar o SEO e partilhar algum conhecimento.

Facebook, a rede social que (sobretudo) não o é…

Imagine as diferentes redes sociais como bares. Pergunte a si mesmo quem é que frequentaria o Facebok se a rede social de Mark Zuckemberg fosse uma espécie de bar. Adultos, entre os 18 e os 80 anos. Ou seja, quase todo o Mundo. Agora imagine a sua empresa no meio deste bar a tentar chamar a atenção dos seus clientes – dispersos por diversos pontos do bar a falar entre si e a comentar fotos de gatos. Pelo menos, é assim que imagino.

O Facebook tornou-se numa rede menos social mundial e transformou-se, de seguida, numa ferramenta poderosa de marketing para as empresas. O Facebook é também um motor de busca. Muitas vezes usados pelos seus clientes para o encontrar a sua empresa ou poderão chegar a ela procurando por produtos ou serviços associados.

Além do mais, o Facebook quer começar a funcionar como um guia de empresas, com avaliações e comentários dos clientes. É uma velha aposta que ainda não ganhou uma única batalha. Ainda assim, a guerra contra outros sites como Tripadvisor ainda não está perdida.

A rede social de Mark Zuckemberg é, actualmente, quase como uma segunda web page das empresas. Portanto, neste momento, comece a pensar no Facebook como um segundo site, uma ferramenta de marketing para quando quer passar uma mensagem. Exige menos conteúdo (ainda que o Facebook esteja a tentar alterar isso) e muito mais atenção ao cliente. Mostre o que está a fazer, as campanhas que tem, mas tentar socializar não vale, na maioria das vezes, o esforço. Os seus seguidores vão querer respostas na hora da sua empresa e vão querer, sobretudo, queixar-se/pedir sugestões/tirar dúvidas. O Facebook será um dos seus “apoio ao cliente” mais perigosos. Tente sempre resolver os assuntos em privado e o mais rápido possível. Mas lembre-se: o cliente NÃO tem sempre razão. E a sua própria comunidade sabe disso.

Respostas rápidas e que verdadeiramente ajudam o cliente são belíssimos cartões de visitas. Neste (e noutros) campo sou um grande fã da página de Facebook da TAP Portugal. A transportadora aérea tem ainda a página traduzida e por isso se estiver a aceder – por exemplo – a partir do idioma inglês conseguirá ver o conteúdo nesta língua.

Pormenores que no final do dia, para empresas internacionais e que visam a exportação de produtos ou da imagem, fazem toda a diferença.

O Facebook tornou-se, assim, numa ferramenta. Há muito que deixou de ser uma mera rede social. Os vídeos 360º ou os “live events” (veja aqui as melhores dicas para usar o Facebook Live) são só mais uma prova disso.

Mas a equipa de Zuckenberg foi muito mais longe. A separação do Messenger do Facebook veio permitir uma maior ligação do cliente à marca (ferramenta), mantendo de parte a comunicação da marca com o cliente (social). Ou seja, o cliente pode contactar a empresa, fazer encomendas ou realizar uma reserva através da aplicação, mas não poderá ser contactado pela empresa para fins de marketing, por exemplo.

O Facebook quer ganhar também terreno ao YouTube disponibilizando a possibilidade de ver os vídeos que publica na rede social em outras páginas da internet (embed). Já se sabe que os seus posts têm mais visualizações se tiverem vídeos subidos na própria página, em comparação com publicações que usam links do YouTube.

Outra das funcionalidades mais recentes é a de comentários em outras páginas serem sincronizadas com o Facebook. Centralizando assim a informação e aumentando as probabilidades de engajamento.

Para empresas, o Facebook não é uma rede social. Os resultados orgânicos (não pagos) são equiparados a estar num bar cheio de clientes e só estar a falar com os que estão na sua mesa. Se pagar, alguém lhe arranja um megafone e a sua voz chegará mais longe.

Ignorar o Facebook não é uma opção para a maior parte das empresas. Mas o seu uso deverá ser visto como o de uma ferramenta de marketing e não uma rede social. Há muito mais vantagens e resultados.

https://seoportugal.net/blog/twitter-rede-social-seo/

Queria ser Jornalista, mas fugi para o Marketing e dei por mim a trabalhar como SEO. Em agência ou in-house, já trabalhei com projectos do Spotify, Telepizza, Amazon, Hostelbookers, Hostelworld, 360imprimir ou EF Education First. Sonho um dia ainda voltar a Portugal e viver do Marketing Digital. Fundei a SEOPortugal para ajudar a divulgar o SEO e partilhar algum conhecimento.

Instagram Stories: Devo investir tempo e recursos do meu negócio?

Devo investir recursos no Instagram Stories? Há dois anos sugeri a um cliente – líder de mercado no seu sector – começar a trabalhar Snapchat. Recusou a ideia porque, disse-me, os seus clientes eram adultos com filhos e o que eu estava a apresentar era uma rede social para os filhos e não para os pais. Continuo a defender que foi e é um erro não ter presença nesta rede social amarela, mas a decisão final cabe sempre a quem manda e não a quem executa.

Mas esse mesmo cliente enverdava na altura pelo Instagram, onde estavam os pais das crianças que lhe consumiam o produto.

As empresas tendem a entrar em pânico com as redes sociais, mas não há necessidade.

A questão é: com o Instagram Stories, deve o meu negócio estar no Instagram, no Snapchat ou em ambos?

O Instagram Stories está aí e veio para ficar. Já e um sucesso e o que oferece é muito similar ao Snapchat. Os utilizadores do Instagram podem agora partilhar uma sére de fotos ou vídeos com os seus seguidores, as quais desaparecerão em 24 horas. Esta novidade veio criar enorme confusão às marcas, aos influenciadores e aos criadores de conteúdos. Afinal há mais um player online e ninguem sabe onde jogar. Antes de mais é preciso ter uma coisa em conta: “diferentes pessoas usam diferentes redes sociais com diferentes propósitos”.

Saiba quem são os seus seguidores, quem é e sobre o que se interessa a sua comunidade online. Isso é fundamental para escolher onde vai marcar presença online e quais os recursos despendidos em cada uma delas.

Na busca de material de suporte para este artigo deparei-me com esta imagem do Later.com

De facto, uma das coisas mais difíceis no Snapchat é o desafio de encontrar pessoas para seguir. Será mais fácil que os seus clientes o encontrem a si – se for uma grande marca – do que você encontrar a sua comunidade. Antes de correr já para o Snapchat deixe-me avisá-lo que o que acabei de escrever apesar de ser verdade não é positivo. Eu sei que parece, mas não é. Porque as redes sociais são SOCIAIS e não um monólogo entre si e os seus seguidores.

O Instagram Stories veio quebrar essa lacuna. E as possibilidades de uso do Instagram Stories dão largas à imaginação dos melhores Community Managers. Dem dúvida que a nova funcionalidade permite que acompanhe eventos da empresa ao minuto, enquanto guarda as melhores fotos para a timeline.

Ainda assim, o Instagram Stories não é o Snapchat.  

Ainda que o Instagram tenha aberto esta nova funcionalidade e dado um ar de Snapchat isso não significa que o Instagram deixe de ser o Instagram. E também não significa que as os utilizadores do Instagram são e comportam-se de modo diferente dos utilizadores do Snapchat. O próprio modo de interacção é diferente.

73% dos Millennials (jovens nascidos depois dos 90s) usa o Snapchat, segundo este relatório difundido pelo ComScore.

Para fim de conversa (ou será o início?) deixo este artigo:

How to Use Instagram Stories for Business

ou então dê uma vista de olhos aqui neste:

Snapchat ou Instagram? Comparamos as duas redes sociais

E vocês? Dão no Snap ou no Insta?

Queria ser Jornalista, mas fugi para o Marketing e dei por mim a trabalhar como SEO. Em agência ou in-house, já trabalhei com projectos do Spotify, Telepizza, Amazon, Hostelbookers, Hostelworld, 360imprimir ou EF Education First. Sonho um dia ainda voltar a Portugal e viver do Marketing Digital. Fundei a SEOPortugal para ajudar a divulgar o SEO e partilhar algum conhecimento.

Oops!!! Tenho uma Empresa e as Redes Sociais Existem

Redes Sociais da Internet ou os Media Sociais

Afirma com energia o disparate que quiseres, e acabarás por encontrar quem acredite em ti. – Vergílio Ferreira

Este dever ser dos artigos mais perigosos que vou escrever: sobre redes sociais da internet.

As redes sociais, as da internet entenda-se, vieram trazer um novo paradigma comunicacional. Ao comum dos usuários e às empresas. Neste texto vou centrar-me na vertente comercial e tentar dar algumas luzes de como se deve estar (comportar) no Facebook, Twitter, YouTube, Instagram, Google Plus, Linkedin…

Antes do mais: porque deve estar nas redes sociais? Há certamente dezenas de motivos para ter pelo menos um perfil empresarial numa rede social. Mas há um que me lembro sempre: porque é lá que os seus clientes vão reclamar quando acharem que o devem fazer.

Não acredita? Olhemos para o “Caso Ensitel”…

Não escrevo nestas linhas a chave do sucesso. Se fizer a mesma pergunta a sete Gestores de Redes Sociais irá obter sete respostas distintas. Isto porque não há “a” forma de trabalhar as redes sociais. Existem diferentes formas e cada um tem que encontrar a que melhor funciona com o seu público. Mas há uma coisa que é certa: SEO e Redes Sociais são coisas distintas.

Não tente optimizar os seus conteúdos nas redes sociais (não estou a falar de blogues) a pensar nos motores de busca. Nas redes sociais seja espontâneo e use as hashtags (#) para dizer ao mundo do que está a falar.

Temo que tenha de partir do princípio que o leitor está familiarizado com a criação das contas. Bem como a colocação de fotos de perfil ou de capa, biografias, informações adicional, URLs personalizados, etc.

Concentremo-nos, assim, em “como estar nas redes sociais?”, na criação de conteúdo e a sua partilha. Este é sem dúvida o grande problema das empresas. O seu maior desafio, mas ao mesmo tempo o problema com a resolução mais fácil.

Encontrar conteúdo para alimentar diariamente as redes sociais é um trabalho complicado. Mais difícil se torna quando as políticas internas das companhias obrigam a diferentes níveis de aprovação de cada conteúdo. Perde-se muitas vezes o timing perfeito, a espontaneidade e todo o trabalho acaba por sair mais forçado e comercial. Que, fique sublinhado, não é de todo o que se pretende.

Lembre-se: as redes sociais são isso mesmo SOCIAIS. Quando conversamos com os nossos amigos falamos de nós, do que nos afecta, do que temos para oferecer… mas também ouvimos o que eles nos têm para nos contar. Comentamos as histórias deles e partilhamos até com outros amigos. É assim que se passada na vida real, é assim que socializamos. Nas redes sociais da internet passa-se o mesmo. Postamos o que queremos dizer (a nossa mensagem), mas também comentamos o que nos dizem e também partilhamos histórias de outros que achamos interessantes. E ninguém quer saber de alguém cujas publicações são todas sobre si próprio. Nem se estivermos a falar de empresas.

Facebook

Devemos falar sobre o que todos estão a falar e dar a nossa opinião. Sim, mesmo a sua empresa. No Facebook pode encontrar os “Trending” do lado direito da Timeline. Fale sobre os temas que outros falam encorajando assim os seus seguidores a partilhar o seu conteúdo. Coloque a sua empresa a falar das eleições americanas, do sismo de Itália ou dos Jogos Olímpicos (Cuidado! Jogos Olímpicos é uma marca registada que tem regras de uso bem restrictas). Fale dos temas sem querer tirar proveito de marketing ou de imagem. Diga aos seus clientes onde é que a sua empresa se coloca perante as diversas problemáticas sociais. Seja inteligente na escolha das temáticas que abraça.

 

A funcionalidade de “Trending” no Facebook só está disponível, para já, nos Estados Unidos, Reino Unido, Canada, India e Austrália. No resto do mundo as pesquisas têm de ser feitas manualmente. É possível procurar no Facebook temas através de hashtags (usando o sinal # seguido do tema). Esta funcionalidade só pode ser realizada quando está a usar a rede social com a sua conta pessoal. Se a sua empresa exporta cortiça, convém regularmente ver o que se está a dizer sobre #cortiça, por exemplo. Siga as tendências do mercado e veja o que está a acontecer nos outros países.

Não sou adepto de planos de posts. Não acredito na sua eficácia na maioria das vezes. A criação de conteúdo para redes sociais envolve posts longos, procurar (ou criar) boas imagens ou fazer vídeos. Para datas e eventos específicos o efeito pode ser bem divertido e envolver (engajar) o seu público de uma forma extraordinária.

Para o dia-a-dia prefiro a partilha de temas que sejam tendência. Ou seja, procurar conteúdo bom de outras pessoas, resumi-lo de um ponto de vista pessoal (ou profissional) e partilhá-lo. Todos ficam a ganhar. Você precisa de conteúdo para partilhar, os blogues e websites precisam de tráfego; e os seus seguidores precisam de alguém que lhes dê bons conteúdos já filtrados para reduzir a quantidade de informação que vêem todos os dias.

Esta é a minha visão. Mas a maioria das pessoas que conheço precisam de um plano táctico, lógico e que os ajude a perceber o que estão a partilhar e a atingir os seus objectivos nas redes sociais. Cada um deve trabalhar da forma mais eficaz possível.

Crie os seus conteúdos e partilhe às horas que os seus seguidores mais usam o Facebook. Use a ferramenta de agendamento do Facebook se for necessário. Não use ferramentas externas, porque geralmente são penalizadas pela rede social.

Pode também usar um calendário com os principais eventos onde crê que a sua empresa pode marcar a diferença. Prepare o conteúdo com antecedência. Esta prática ajuda a que todos os que trabalham consigo possam sugerir outros eventos ou mudanças ao conteúdo produzido de modo a automatiza-lo.

Ter likes e gostos é muito bom. Mas a partilha do nosso conteúdo tem que ser sempre o objectivo final. Quando publicar algo pergunte a si mesmo primeiro: “As pessoas vão partilhar isto”?

Publique coisas de que as pessoas gostem e não material que você gosta. E não tenha medo de partilhar coisas das pessoas que segue. Se não gosta do conteúdo que eles publicam é um erro estar a segui-los.

Twitter

Esta ideia é sobretudo boa para o Twitter. A famosa rede social do passarinho azul é uma das mais importantes para a sua empresa. Mas, provavelmente, você ainda não reparou. Muito possivelmente porque não entende o processo de socialização em 140 caracteres.

Não é assim tão difícil. Aqui também a ideia de sociabilizar ganha enorme força. É obrigatório. Não há outra forma de estar no Twitter.

Siga os Trends que estão disponíveis na página do Twitter e que mudam de país para país. Os Trends são determinados diariamente por um algoritmo e apresentados baseados em quem você segue e a sua localização.

Fale sobre o que a sua comunidade está a falar. Mostre interesse no que eles consideram importante. Partilhe (retuite) bons conteúdos de quem você segue.

 

Instagram

O Instagram é a rede do momento. Com o lançamento do “Instagram Stories” a rede social que foi comprada pelo Facebook colocou-se na liderança de um jogo que estava a ser ganho pelo Snapchat. Publique boas fotos sobre temas que lhe interessam a si. Talvez esta seja actualmente a rede social mais focada em cada utilizador e que permite a cada conta mostrar aos seguidores a sua visão do mundo.

O Instagram Stories permite por exemplo seguir um determinado evento ao minuto sem enchr o mural de fotografias. Aí ficaram só as melhores das melhores. Faça um uso inteligente, crie histórias, leve os utilizadores a querer ver mais informação no seu site…

Google Plus

Dentro das redes sociais do momento talvez o Google Plus seja a menos conhecida e a que é metida de parte mais cedo. Grande erro! Se tem um negócio vai querer estar no Google Plus. Vai querer colocar aqui todas as informações sobre a sua empresa. Essa informação será usada pelo Google para ser apresentada quando alguém procurar pela sua empresa no motor de busca.

 

Para o ajudar a encontrar bom material no Google+ a rede social mostra-lhe posts recomendados e que são tendência no momento. O Google vai mostrar-lhe material que considera que você vá gostar.

Não se preocupe em partilhar algo que já foi partilhado “por toda a gente”. A milhões de pessoas e milhões de histórias e alguém irá ver o material que partilhar pela primeira vez.

Para a procura de material pode recorrer ainda ao Google Tends, uma ferramenta online que o Google disponibiliza para que saiba que termos são mais procurados no motor de busca. O que é que as pessoas de todo o mundo, ou do seu país, estão a procurar mais. Quais os vídeos mais vistos no YouTube e que notícias estão em destaque.

Existem várias maneiras de encontrar bom conteúdo na internet. Estes são alguns exemplos simples e eficazes. E são, também, os que mais uso diariamente.

E por fim…

Também estão disponíveis dezenas de outras redes sociais. Lembre-se que diferentes pessoas usam diferentes redes sociais com diferentes propósitos.Pense que redes sociais são usadas pelos seus clientes, fornecedores e target. Essas serão as redes sociais onde deve marcar presença. Seguramente no Linkedin e possivelmente no Pinterest.

Na altura de escolhes quais as redes sociais que vai querer trabalhar tenha em atenção a aspectos como a idade da audiência que vai atingir, que tipo de interacção vai necessitar, se terá uma comunicação pró-activa, reactiva ou ambas, o potencial de conversão e o número de publicações diárias.

Há diferenças entre uma ferramenta e um caminho. As redes sociais querem-se caminhos e não ferramentas. Há, porém, algumas excepções, como o Facebook.

Mas sobre isso falarei outro dia… até lá poderá ler mais sobre as melhores conferências de SEO e marketing digital.

Queria ser Jornalista, mas fugi para o Marketing e dei por mim a trabalhar como SEO. Em agência ou in-house, já trabalhei com projectos do Spotify, Telepizza, Amazon, Hostelbookers, Hostelworld, 360imprimir ou EF Education First. Sonho um dia ainda voltar a Portugal e viver do Marketing Digital. Fundei a SEOPortugal para ajudar a divulgar o SEO e partilhar algum conhecimento.