7 Factores de Ranqueamento para 2020

ranking factors 20202 seo

As procuras por factores de ranqueamento em SEO atingem máximos. E nada melhor do que fazer um apanhado de boas práticas antes de começar o novo ano.

Aparecer nas primeiras posições  do Google é cada vez mais importante – uma vez que o motor de busca da gigante americana aposta cada vez mais em resultados pagos e em resultados da própria empresa. Um escândalo que nenhuma autoridade teve ainda coragem de travar.

Alcançar o primeiro resultado orgânico não é um trabalho fácil. É preciso entender o Google e depois convencer chefes e gestores sobre a melhor estratégia.

O Google tem mais de 200 factores de ranqueamento! É impossível trabalhar todos, então temos que nos focar nos maos importantes. Se tiver curiosidade tem aqui uma lista antiga de todos os factores.

Factores de Ranqueamento para SEO em 2020

Conteúdo optimizado

Conteúdo optimizado há muito que não tem que ver somente com palavbras-chave. O algoritmo de busca do Google tenta entender se as palavras de proocura estão no conteúdo, mas também tenta entender a intenção da procura.

Pense que informação o utilizador está à espera de encontrar e providencie o máximo de informação possível, da melhor forma possível. Esta melhor forma pode passar por muito mais do que texto corrido. Pode ser:

  • Tabelas
  • Vídeos
  • Infográficos
  • etc

A quantidade de informação importa, mais do que o tamanho do texto. O Google interessa-se e valoriza mais conteúdos de qualidade e extensos – que respondam na totalidade às expectativas dos utilizadores.

Velocidade de carregamento

Com o mundo a mover-se no sentido dos dispositivos móveis, a velocidade de carregamnento da página é um dos principais factores de SEO. O Google está sempre em busca de aprimorar a experiência do utilizadore, por isso tende a mostrar primeiro os sites que carregam mais rápido.

Use o Page Speed Insights, ferramenta gratuita do Google, para medir a velocidade da sua página. Se o tempo de resposta for acima de 3 segundos, considere fazer optimizações no seu site.

Olhe para as imagens do seu site. Evite utilizar ficheiros png. Imagens em formato Webp podem ser uma forma interessante de optimizar as suas imagens. Confirme os ficheiros css e JavaScript. É possível optimizá-los? Tem ficheiros quebrados ou que podem ser eliminados?

Responsividade

Mas não é só da velocidade que se vive do mobile. Ter um site compatível com dispositivos móveis é fundamental para ranquear no Google. Há ainda muitos sites que não estão preparados para dispositivos móveis ou que têm páginas separadas. Tente corrigir essa situação sempre que possível.

Outro erro comum é esconder na versão mobile conteúdo e código essêncial que existe em desktop. O Google analisa a maioria dos sites com o bot mobile. Se há partes do site que não aparecem em mobile o Google irá prejudicar os seus resultados.

Mais de metade do tráfego da web tem origem em dispositivos móveis, seguido por desktop (que já só representa cerca de 40%) e tablet (10%).

Não basta somente ter um site amigável para mobile; é importante que o redimensionamento seja inteligente para caber automaticamente no ecrã do dispositivo, que as fontes utilizadas sejam em tamanho que facilite a leitura e que o conteúdo não seja ocultado por anúncios ou popups complicados de fechar.

Links

Ter links em outros sites a apontar para o seu continua a ser importante, sobretudo se o seu site entrar na categoria YMYL: sites de finanças, e-commerce, noticias, saúse, etc…

A autoridade da página é uma combinação de conteúdo de qualidade, links internos e backlinks: também conhecido por E-A-T.

Pode utilizar o GSC para ver os links que apontam para o seu site. Ou então, utilizar o SemRush ou o AHREFS.

Os links são factores cruciais para o ranqueamento no Google. Construa um conteúdo com links internos e externos e desenhe uma estratégia para conseguir backlinks em sites de qualidade.

Google Featured Snippet

Além dos resultados pagos, dos resultados do próprio Google, o motor de busca também dispara Featured Snippets. Uma espécie de caixa com parte do texto como resultado de uma procura. É a chamada “posição zero”, ocupada geralmente por listas, receitas, tutoriais e tabelas. Para conseguir esse lugar, você precisar responder perguntas, formatar correctamente os títulos, fazer listas ou tabelas.

Apostar nessa estratégia pode resultar em mais tráfego devido à melhoria do CTR.

Trabalhe a sua Marca

Vários estudos demonstram que quanto mais pessoas procuram pela sua marca e entram no seu site directamente melhores são os seus rankings e resultados de SEO.

Ao mesmo tempo, quanto melhor as pesoas conhecerem a sua marca, mais facilmente verá as suas páginas partilhadas nas redes sociais. Ou seja, uma boa de neve de b ons sinais para o Google.

O motor de busca percorre constantemente a web à procura de ver o que as pessoas dizem da sua marca. Quanto melhor for a sua reputação online, melhor serão os seus rankings.

Usabilidade

optimizar o seu site para conversão: seja compra, tempo de leitura, clique num determinado link ou a visualização de um vídeo. Independentemente do seu objectivo, tenha a certeza que facilita a vida ao utilizador, para que ele seja capaz de alcançar o objectivo final.

Esta técnica de SEO para blogs tem a ver com a experiência do utilizador dentro do site. Esse fator de ranqueamento é medido por três índices: visualizações de página, taxa de rejeição e tempo de permanência.

Visualizações de página

Número de vezes que uma página foi acedida. A cada vez que um mesmo utilizador entra na página, é contada uma nova visualização.

Taxa de rejeição

A rejeição é quando um utilizador entra na página e sai em seguida, sem clicar em lugar algum. O cálculo da taxa é feito dividindo as sessões de página única por todas as sessões.

Tempo de permanência

É o tempo médio que os utilizadores ficam em uma página específica. Este indicador está bastante ligado à experiência do utilizador.

Básicos de SEO

  1.  Keyword no URL da página – Utilizar a palavra-chave principal no URL e nos breadcrumbs da página é importante para que Google e utilizador entendam que página estão a visitar.
  2. ccTLD correcto – Se está em Portugal e o seu público-alvo está em Portugal, então utilize um site .pt, mas se o público for brasileiro e quiser ranquear no Brasil deverá utilizar um domínio .com.br. Sites internacionais poderão utilizar .com
  3. Palavra-Chave no Título – ter a palavra-chave o mais à eaquerda possível no título continua a ser uma boa prática e um dos factores de ranqueamento.
  4. Optimizar Alt text – As imagens deverão ter alt text descritivas e com keywords.
  5. Conteúdo verdadeiro e de confiança – Cite estudos, outros sites, outras pessoas… mostre que o que está a dizer pode ser comprovado. Partilhe o máximo de informação possível com o máximo de fontes possíveis quando estiver a escrever sobre um tema.
  6. Internal linking –  Qual a relação entre as páginas do seu site? Ter uma boa estrutura de links ajuda o Google e o utilizador a melhor navegar no seu site e a melhor entender a relação entre páginas e temas.
  7.  HTTPS – O protocolo de segurança é uma mais-valia tanto para o utilizador como para os seus rankings no Google.

E procuras por voz?

As pesquisas por voz estavam na lista de foco para 2018 e 2019, mas a indústria tem mostrado que o valor deste segmento ainda não compensa o investimento.

Aqui deixo um artigo porque acho que não nos devemos preocupar com pesquisas por voz, por enquanto…

 

Realize A/B testes e saiba que factores afectam mais o seu site!

A importância do disparo e-mail marketing para o seu posicionamento SEO

vista de resultados da Google Search Console.

Alcançar um lugar cimeiro na primeira página do Google é o equivalente a montar um negócio na área mais frequentada da cidade. Para quê nos aventurarmos por ruas distantes e sinuosas quando aquilo que procuramos está mesmo diante do nosso nariz, brilhando glamorosamente na avenida principal? 

Lembra-se da última vez que recorreu a um vendedor em primeira instância, com o objetivo de obter informações sobre determinado produto? Ou da última vez que se deu ao trabalho de averiguar os resultados de uma pesquisa nas páginas posteriores do motor de busca? Não é de admirar que um lugar privilegiado na listagem do Google seja mais desejado que o Santo Graal. 

A complexidade do algoritmo torna a disputa ainda mais acesa. Embora envolto num certo mistério, inquebrável por vontade da própria empresa, presume-se que tem em conta mais de duzentos fatores distintos no processo (contínuo) de ordenar os resultados de pesquisa.

Uma das melhores formas de se chegar à frente é através do recurso ao disparo de e-mail marketing. Este, juntamente com a aplicação de técnicas SEO, permitir-lhe-á lutar por uma melhoria do seu posicionamento, contribuindo assim de forma decisiva para o êxito do seu negócio ou website. 

disparo de email newsletter

Como chegar a um bom conteúdo para disparo de e-mail marketing

Existem diversos factores que afectam a sua posição SEO, de entre os quais vou destacar os mais importantes:  a autoridade do domínio, a qualidade do website (velocidade, usabilidade e adaptabilidade a dispositivos móveis da página), a quantidade e qualidade dos backlinks e a relevância do conteúdo.

É unânime que a qualidade e a relevância do conteúdo desempenham um papel crucial no posicionamento SEO. É dada prioridade a conteúdo altamente legível, explícito e bem estruturado, que permite ao leitor encontrar facilmente a informação que procura. Ninguém gosta da sensação de se estar à procura de uma agulha no palheiro. 

Os estudos também apontam para uma preferência por conteúdo relativamente longo (mais de 2000 palavras). Por outro lado, são severamente penalizados aqueles que caem na armadilha do keyword stuffing. O mesmo sucede com o uso de imagens não otimizadas. 

A questão da escolha da keyword assume uma importância tremenda. Torna-se fulcral que a escolha recaia sobre uma opção que não seja demasiado genérica nem excessivamente específica, e para atingir esse fim pode-se sempre recorrer ao Google Adwords. 

Como promover o seu conteúdo? 

Imagine que tem em mãos um conteúdo sólido e atrativo, pronto para ser divulgado. Qual a melhor forma de o fazer chegar ao público-alvo? Existem várias técnicas SEO que lhe permitem otimizar os resultados nesse sentido. Uma delas é a aposta no link building, que passa pela consolidação de uma estratégia de acumulação de links a partir de outras páginas. Esses links devem ser provenientes preferencialmente de páginas com um bom DA, focadas numa temática similar à sua. Ao fazê-lo, está a gerar bons resultados de SEO backlinking. 

Porém, a tarefa de acumular links com o objetivo de promover a sua página pode ser mais complicada do que parece à primeira vista. Embora o sucesso possa surgir de forma natural, devido ao simples facto de o seu conteúdo ser tão bom que outros querem-lhe estar associados, normalmente requer investimento ao nível de energias, tempo e eventualmente dinheiro. 

Uma boa estratégia passa pela troca de guest posting. Partindo do princípio que todos desejam o mesmo (promover o seu próprio material), é normal que se estabeleçam parcerias de troca de conteúdo onde todas as partes saem a ganhar. Esta parceria não tem que se fundar unicamente em torno da troca de artigos: também é possível propor links ou menções de um website/negócio em troca.  

Este exercício não deve ser unilateral e, se pretende que o número de links em torno do seu conteúdo aumente, o melhor é propor a inclusão de links a outros websites/negócios. Seja objetivo nesta estratégia e estabeleça contactos que lhe permitam sobretudo obter links de qualidade e, de preferência, que lhe retribuam o favor. 

Outra técnica que está à sua disposição é o uso de etiquetas SEO, a solução para evitar o conteúdo duplicado ou “semelhante”. Se você tem páginas com um conteúdo parecido entre si, pode anexar-lhes uma etiqueta que ajudará o motor de busca no processo de indexação e posicionamento em SERPS. 

No caso de ter um arquivo de newsletters, será benéfico associar-lhe uma etiqueta em código HTML. Isto indicará que a página será tratada como a URL de preferência, fazendo com que o conteúdo regresse a essa URL. Isto porque o Google vai indexar a página à qual a etiqueta faz referência.

A melhor montra para o seu conteúdo

O disparo de e-mail marketing é a melhor forma de expandir o alcance do seu conteúdo. Ao investir numa campanha de envio de newsletters bem delineada, está a aumentar o seu nível de conversão. 

Existem várias formas de potenciar o envio de uma newsletter. Por exemplo, pode incluir botões “call to action” que fazem o link para o seu website. Ao fazê-lo, está: 

  1. A facilitar a tarefa de os seus subscritores chegarem à sua página;
  2. A gerar tráfego
  3. A trabalhar activamente para alcançar um melhor posicionamento SEO; 

Para além disso, uma ferramenta profissional (como Mailify) coloca à sua disposição dezenas de templates de newsletters com design responsivo e user-friendly, o que é visto com bons olhos pela parte dos visitantes e do motor de busca. 

O design responsivo é um must hoje em dia, devido à preponderância adquirida pelos dispositivos móveis (os dados mais recentes apontam que o telemóvel já ultrapassou o computador no que toca a taxas de abertura de emails). Só para ter uma ideia da relevância que um dispositivo como o smartphone adquiriu no decorrer da última década, tenha em conta estes dados: 

  • Atualmente, existem cerca de 2500 milhões utilizadores desta tecnologia.
  • Só no primeiro trimestre deste ano, mais de 40% do tráfego  do tráfego total gerado em território norte-americano verificou-se em dispositivos móveis. 

Por estas razões, os motores de busca penalizam aqueles que não têm em conta a importância da mobilidade. Um bom aplicativo permite-lhe adaptar automaticamente o seu disparo de email marketing para design responsivo. Fá-lo através da utilização de media queries, fundamentais na criação de stylesheets feitas à medida das particularidades de cada dispositivo: configurações de altura, largura, orientação, etc. É graças aos media queries que se torna possível realizar ações como alterar e mover elementos, ajustar espaços e margens, ou mudar o tamanho da fonte.

E, ao optar por um layout fluído, está contornar adversidades com que os dispositivos móveis se depararam inicialmente: o contínuo zoom in e zoom out; um look confuso, derivado da justaposição de várias colunas de conteúdo. 

Ao facilitar a navegação no seu website, tornando-o adaptável, esteticamente atrativo e fácil de usar, está a aumentar a probabilidade de os seus visitantes passarem mais tempo lá.

Blacklist disparo de email marketing

Otimização da entregabilidade 

Um aplicativo de qualidade permite-lhe otimizar a entregabilidade do seu disparo de e-mail marketing, pela simples razão de que possui uma e-reputação elevada aos olhos dos provedores de e-mail. Isso irá exercer uma influência enorme no momento de determinar se a sua newsletter é ou não spam. 

Para além disso, também lhe permite limpar e organizar a lista de contactos através da criação de listas negras e listas de bounce. Ao ter a sua lista de contatos sempre atualizada, corre menos riscos de enviar e-mails para endereços inválidos ou não recomendáveis. Desta forma, mais elevada será a sua reputação online e, consequentemente, melhor será o seu posicionamento SEO. 

Como o disparo de e-mail marketing contribui para a brand awareness 

O sucesso do seu negócio não advém unicamente das vendas. Há que criar estratégias que visem facilitar o processo de alargar e fidelizar a sua clientela. Ao apostar em campanhas de envio de e-mail com recurso a um aplicativo profissional, está a trabalhar não só em prol de um aumento de vendas, mas também de um aumento da sua visibilidade

Fatores como a taxa de abertura de e-mails ou o tempo passado numa página web são tidos em conta no posicionamento SEO. Se os seus níveis forem elevados, isso significa que está no bom caminho. Caso contrário, poderá sempre recorrer aos testes A/B e aos instrumentos de estatística oferecidos por uma ferramenta profissional, que lhe permitirão corrigir erros a tempo e otimizar o seu disparo de e-mail marketing. 

Eleições Portugal: Os portugueses acordaram e foram a correr para o Google

As eleições em Portugal deram a vitória sem maioria ao Partido Socialista, mas os eleitores portugueses (ou a bem dizer, os de Lisboa) elegeram para representar o País deputados de partidos menos conhecidos: Iniciativa Liberal, Chega e Livre.

O PAN além de Lisboa (2) conseguiu ainda eleger um candidato no Porto e outro em Setúbal.

Estes pequenos partidos, que podem fazer todo o sentido em Lisboa, parece ter deixado o País surpreendido.

Desde que os resultados oficiais se tornaram públicos que as procuras no Google sobre estes partidos não param de crescer. Se o PAN não é de todo uma novidade, o Livre (sobretduo, o Livre) e a Iniciativa Liberal parecem verdadeiros desconhecidos, motivando uma procura maior de informação sobre estes partidos.

Procura por Partidos

 

PAN

Sobre o PAN os portugueses parecem querer saber sobre o seu líder e o programa político do partido.

Iniciativa Liberal

Quem é o Iniciativa Liberal, qual é o seu programa e que são esses cartazes de que todos falam? Parecem ser as perguntas na cabeça dos portugueses.

Chega

Procura por Políticos

Link Building: Aprenda os conceitos básicos

Os termos Link Building ou Backlinks parecem-lhe familiares, mas sente que quanto mais lê, mais complexo parece o tema? Com este artigo ajudaremos a clarificar os principais conceitos sobre backlinks.

O que é Link Building?

Link Building é o trabalho/esforço/empenho/táctica de adquirir links em outros sites. A acção de Link Building pretende conseguir backlinks, ou seja links, em outros sites apontando para o seu site de maneira natural ou não.

O objectivo é conseguir relevância e popularidade nos mecanismos de busca, gerando mais tráfego e conseguindo melhores posições no ranqueamento dos mesmos.

Deve-se levar em consideração três pontos importantes no processo de link building: quantidade, qualidade e relevância para conquistar um melhor posicionamento nos motores de busca.

Um link serve como uma recomendação. Quanto melhor for a origem do link, maior o valor que ele vai passar para o site apontado. As recomendações possuem pesos diferentes de acordo com vários factores.

Estratégia de Link building, para que serve?

Quando se fala em estratégia de link building a pergunta que surge é: porque preciso de links?

Pode ser confuso, mas na verdade é bastante simples de compreender a importância dos links para um motor de pesquisa, como o Google. Neste caso é fundamental saber como funciona o Google neste vídeo, e tudo ficará mais claro.

Feito? Boa!

Como viram, os links, serão responsáveis por interligar as páginas da web, conseguindo assim alimentar o número de páginas indexadas, isto é, guardadas nos servidores da Google.

Estas páginas ficam armazenadas e só vêm a luz do dia quando um utilizador faz uma pesquisa.

Uma estratégia de link building serve para conseguir mais links que apontem para o seu site. Quantos mais links de sites relacionados com o seu negócio, melhor.

Páginas de referência no seu nicho ou, por exemplo, jornais online são excelentes sites onde ter links.

Olhe para os links como recomendação. Gostaria mais de ter uma recomendação de alguém que é perito num tema ou exactamente a mesma recomendação dada por alguém que não tem nenhuma credibilidade ou trabalho conhecido na área que está a recomendar?

Funciona igual com os links. Procure sempre conseguir links de sites que são credíveis junto ao público.

Muito bem, agora estão prontos para os primeiros dois conceitos:

Tipos de Link

Internal links

Os Internal Links ou Links Internos, estão exclusivamente relacionados com as ligações existentes dentro de um site.

Por exemplo, quando estamos no site da Fnac e na página do livro que vamos comprar aparecem livros sugeridos.

Este link – interno, ajudará não só como técnica de cross-selling, mas também como um caminho para o robot da Google conhecer uma nova página e fazer uma associação sobre temas relacionados.

Apesar de os internal links não façam parte de estratégia de Link Building… de facto, deveria fazer. Uma boa estrutura de links internos pode melhorar os rankings do seu site.

Além do mais, os internal links são excelentes formas de reduzir o bounce rate de uma página.

Nota: Para que a indexação seja feita pelo Google, não basta a página ser encontrada. Um dos problemas mais frequentes das páginas de um site é a duplicação de conteúdo e título, demonstrando-se pouco relevante para ser adicionado ao índex. Por este motivo, é tão importante que as descrições de uma página sejam originais e únicas.

External Links

External Links ou Links Externos são todos os links que estão fora do nosso site. Isto é tanto válido para links que apontam para o nosso site, também designado por Inbound Links, bem como também para links externos, que o nosso site aponte (Outbound Links).

Vejamos a sua importância ao comparar com uma recomendação de amigos. Neste caso, o Google funcionará tal e qual como nós quando temos de tomar uma decisão sobre um produto, por exemplo. Procuramos saber a opinião de conhecidos, lemos artigos relevantes sobre o assunto, etc.

Aplicando este conceito aos sites, percebemos que, quando o Google avalia que resultados mostrar e sua respetiva ordem, está a tomar uma decisão.

Esta avaliação será feita através de um algoritmo que verifica vários fatores e determina a posição das páginas… sim, External Links é um dos factores, daí ser relevante trabalhar esta componente em qualquer site que pretenda destacar-se dos demais.

E o leitor pode perguntar:

– Então, quantos mais backlinks um site tiver, melhor estará posicionado na SERP?

– Não necessariamente.

Vamos supor que uma determinada página tem mais backlinks que a página concorrente. No momento de avaliar qual o melhor resultado a entregar ao utilizador, o motor de pesquisa irá verificar se o conteúdo responde à intenção de pesquisa.

Para isso, usará elementos como o Title Tag, H1 e conteúdo da página para confirmar as keywords (palavras-chave) da página. Isto significa que por mais links que existam a apontar para uma página, se não responder à intenção, então será menos relevante. Além disso, outro fator de extrema importância, é a qualidade e relevância dos backlinks.

Quer pretenda alcançar novos links para o seu site ou esteja a analisar o perfil do seu site ou de um concorrente, é importante saber quais são os fatores preponderantes na sua avaliação.

Para isso veja o nosso artigo sobre como fazer uma Auditoria de Backlinks.

Além disso, na hora em que está a desenvolver a sua estratégia para um perfil sólido de backlinks, deve ter atenção aos “Nofollow Links”.

Nofollow Links: O que são?

Embora existam diferentes tipos de links, numa estratégia de Link Building, os que normalmente requerem mais atenção são os Nofollow Links. Tal como o nome elucida, são links que, embora existam para o utilizador, não serão seguidos pelo Google bot.

Conhecer este conceito permitirá não só precaver um gasto mais eficiente do Crawl Budget, mas também avaliar a relevância de um link. Para efeitos de SEO, se um link é Nofollow, então não passará qualquer valor para a página.

Dica: Para saber se um link é Nofollow, clique com o botão direito do rato e escolha a opção “Inspecionar elemento” > quando aparecer o painel do lado direito, clique no símbolo com uma seta e coloque o cursor em cima do link. Se o link é Nofollow, então estará identificado com o código rel=”nofollow”.

A atrib uição de “nofollow”, que indica aos bots que não devem seguir aquele link e não devem passar qualquer “recomendação” para o site mencionado sempre foi muito castradora.

O Google está a evoluir o entendimento do atributo de link nofollow e introduziu em Setembro de 2019 atributos adicionais para ajudar o bot a entender a natureza dos links.

Os dois novos atributos de link são:

  • rel = “patrocinado”: identifica links em um site que foram criados como parte de publicidade, patrocínios ou acordos semelhantes.
  • rel = “ugc”: identifica os links que aparecem no conteúdo gerado pelo usuário, como comentários e postagens no fórum.

No futuro, cada um desses três atributos será tratado como indicadores sobre que links serão excluídos como factores de ranqueamento. Isso significa que eles não serão ignorados, como tinha sido o caso até ao momento da sua introdução.

Por que não ignorar completamente esses links? Aqui está a explicação do Google:

“Os links contêm informações valiosas que podem nos ajudar a melhorar a pesquisa, como a forma como as palavras nos links descrevem o conteúdo para o qual apontam. Examinar todos os links que encontramos também pode nos ajudar a entender melhor os padrões de vínculo não naturais. Ao mudar para um modelo de dica, não perdemos mais essas informações importantes, enquanto permitimos que os proprietários do site indiquem que alguns links não devem receber o peso de um endosso de terceiros. ”

Aqui está o que essas alterações significam para SEOs e proprietários de sites.

O que SEOs e proprietários de sites precisam saber?

Os atributos do link ainda são importantes.

É igualmente importante sinalizar anúncios e links patrocinados para evitar possíveis penalidades no esquema de links. O Google prefere o uso de “patrocinado”, mas “nofollow” também é bom.

O que é um link nofollow?

Um link rel = “nofollow” informa ao Google duas coisas:

  • Não associe o meu site a esta página vinculada
  • Não rastreie a página vinculada do meu site

O Google introduziu o atributo de link nofollow pela primeira vez em 2005 para ajudar a evitar spam de comentários. Os links Nofollow não passariam no PageRank; portanto, as pessoas que tentassem elevar os rankings dos mecanismos de busca de seus próprios sites enviando comentários de blog vinculados não seriam mais capazes, porque os seus links estavam marcados como “nofollow” (eles não ajudariam de qualquer maneira).

O que é um link patrocinado?

Rel = “sponsored” é um novo tipo de designação de link. Links patrocinados são a mesma coisa que links pagos. O Google não deseja que se comprem ou vendam links – o que poderia ajudar o ranking nos mecanismos de pesquisa.

Quando devo usar rel = “sponsored”?

  • Para links que são anúncios
  • Para links colocados como uma forma de patrocínio
  • Qualquer outra situação em que alguém tenha pago (trocando dinheiro, bens ou serviços) pelo link no seu site
  • Rel = “sponsored” adiciona mais granularidade à forma como você classifica os seus links. Em vez de apenas dizer “Hey Google, não siga ou associe este link ao meu site” (como faria um nofollow), a designação patrocinada diz “Hey Google, não use isso para classificação porque foi pago”.

O que é um link UGC?

Rel = “ugc” é o segundo novo tipo de designação de link que o Google lançou na atualização de 10 de Setembro de 2019. UGC é um acrónimo para “conteúdo gerado pelo utilizador”.

Quando devo usar rel = “ugc”?

  • Para links em comentários de blog ou artigo
  • Para links contidos nas postagens do fórum
  • Para outros tipos de links que seus usuários podem criar no seu site
  • Se quiser recompensar determinados colaboradores, como usuários que enviaram muitos comentários ou postagens de alta qualidade para o seu site, remova a designação rel = “ugc” (ou rel = “nofollow”) de seus links. Decisões como essa dependem inteiramente do proprietário do site.

Não há necessidade de alterar os atributos existentes

Não há necessidade de alterar nenhum link nofollow existente. O Google continuará a respeitar os atributos nofollow actualmente em vigor. Para os donos de site não há qualquer mudança.

A mudança existe para os sites que recebem links, não para os que estão a linkar outro site.

Também não é necessário que os SEOs e os proprietários do site alterem a maneira como usam o atributo “nofollow” para sinalizar links pertencentes a anúncios e patrocínios.

No entanto, o Google recomenda mudar para o atributo “patrocinado” quando apropriado.

Como usar os novos atributos corretamente

Mais de um atributo pode ser usado em um único link. Por exemplo, rel = “ugc sponsored” seria aceitável para um link patrocinado que aparece no conteúdo gerado pelo usuário.

Um guest post – utilizado muitas vezes como estratégia de Link Building – não é obrigatoriamente pago, por isso, é necessário avaliar quando utilizar follow ou nofollow

O Google diz que não há atributo errado para usar, excepto no caso de links patrocinados. Se um link é marcado como patrocinado quando na verdade não faz parte de um anúncio ou patrocínio, o impacto será reduzido.

“… veremos essa indicação, mas o impacto – se houver algum – seria no máximo que poderíamos não contar o link como crédito para outra página. Nesse sentido, não é diferente do status de muitos links UGC e não publicitários já marcados como nofollow. ”

Em suma, qualquer link que seja claramente um anúncio ou patrocinado deve usar “patrocinado” ou “nofollow”.

Links e Redes Sociais

As redes sociais da internet costumam ranquear bem no Google porque têm muitos links a apontar para elas, desde sites de notícia aos próprios sites pessoais e de empresas que partilham os seus perfis online com os leitores.

Mas o contrário também é verdade. As redes sociais também fornecem muitos links para sites. Mas esses links são “nofollow” – ou seja, tradicionalmente ninguém pensa neles para estratégia de link building.

Pode ler aqui como os links em redes sociais podem ajudar na posição do Google.

Links através de Relações Públicas

Todas as formas naturais de conseguir links sem pagar são boas para o seu site. ter presença em jornais online não é diferente. Por isso, os press releases são boas ferramentas de link building.

Não só os press releases ajudam ao aumentar o seu perfil de links como ajuda na notoriedade do seu site. Fundamental para ranquear bem no Google.

Formas de conseguir essa exposição podem passar por Marketing de Conteúdo ou Campanhas de Storytelling.

Evite penalizações

Presentemente o algoritmo da Google já está preparado para detetar manipulação de links, pelo que todas as técnicas usadas devem ser implementadas com sabedoria. Alguns exemplos de técnicas que podem comprometer o seu site: troca excessiva de links entre outros sites, evidenciado uma troca pouco natural ou uso anormal da palavra-chave com a hiperligação para o seu site.

A sua estratégia deve ser organizada e variada o suficiente para não ser considerada alvo de penalização por parte da Google. Veja mais informações sobre esquemas de links no blog do Google.

A manipulação de links, ou PBN, é vantajosa e dá resultado. Porém, assim que descoberta pelo Google, o site é penalizado, bem como todos os sites com os respectivos links.

 

Exemplos de linkbuilding

Imagine por exemplo que há uma página sobre Festival das Luzes em Lyon, na Franca. Em vez de colocar o link no anchor “aqui”, deve incentivar as pessoas a clicarem no link sobre o Festival das Luzes em Lyon.

Como implementar Hreflang Tag

hreflang tag Holytrap

Hreflang tag é uma alternate, inserida no código html das páginas de um site ou nos sitemaps, para indicar ao Google que aquele conteúdo possui versões em diferentes idiomas e/ou para diferentes países.

Para aqueles que são mais meticulosos: 

hreflang não é tecnicamente uma tag, é um atributo. Mas é comum ser chamado de tag.

A sua utilização é importante para indicar qual o conteúdo mais adequado para Google em cada país ou, no caso de haver mais de uma língua oficial no país, qual a página correcta consoante o idioma do navegador.

Mesmo que não utilize hreflang tag é possível que o Google consiga perceber que página deve ser mostrada em cada um dos países. No entanto, em geral, é melhor indicar explicitamente as páginas específicas a idiomas ou regiões.

O Google explica neste vídeo como e quando implementar as hreflang tags:

Métodos para implementar hreflang tags

HTML

Adicione elementos ao cabeçalho da página para informar o Google sobre todas as variações de idioma e região de uma página. Isso será útil se você não tiver um sitemap ou não puder especificar cabeçalhos de resposta HTTP para o site.

Cada variação da página deve incluir um conjunto de elementos para cada variante da página, incluindo para ela mesma. O conjunto de links é idêntico para todas as versões da página.

<link rel=”alternate” hreflang=”lang_code” href=”url_of_page” />

Um exemplo de boa implementação das hreflang tag é o site da Holy Trap, um escape room no Algarve que procura atrair tráfego de Portugal, mas também do mercado inglês.

hreflang tag Holytrap

Cabeçalho HTTP

É possível retornar um cabeçalho HTTP com a resposta GET da página para informar o Google sobre todas as variantes de idioma e região de uma página. Isso é útil para arquivos não HTML, como PDFs.

Este é o formato do cabeçalho:

Link: <url1>; rel="alternate"; hreflang="lang_code_1", <url2>; rel="alternate"; hreflang="lang_code_2", ...

Sitemap

É possível usar um sitemap para informar o Google sobre todas as variantes de idioma e região de cada URL. Para fazer isso, adicione um elemento <loc> que especifique um único URL, com entradas filhas <xhtml:link> que listem todas as variantes de idioma/localidade da página, incluindo ela mesma. Assim, se você tiver três versões de uma página, o sitemap terá três entradas, cada uma com três entradas filhas idênticas.

Regras do sitemap:

  • Especifique o namespace xhtml da seguinte forma:
    xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml"
  • Crie um elemento <url> separado para cada URL.
  • Cada elemento <url> precisa incluir um filho <loc> indicando o URL da página.
  • Cada elemento <url> precisa ter um elemento filho <xhtml:link rel="alternate" hreflang="supported_language-code"> que liste todas as versões alternativas da página, incluindo ela mesma.  A ordem desses elementos filhos <xhtml:link> não importa, mas mantê-los na mesma ordem facilita a verificação de erros.

Porque são as tags Hreflang tão importantes?

As tags do Hreflang ajudam os mecanismos de pesquisa a entender qual a versão do conteúdo é exibida para qual público-alvo.

Atenção:

hreflang é apenas uma directiva para o Google. Por vezes o Google entende que há outras páginas que melhor respondem ao utilizador e ignora a tag. Mas isso não significa que as hreflang não têm valor.

O Google já não confia tanto nos ccTLDs como o principal indicador de localização. Em vez disso, o motor de busca está tomar decisões sobre o fornecimento de conteúdo com base nas configurações do utilizador, do local e do idioma, aumentando assim a importância da tag Hreflang.

É também importante utilizar hreflang para evitar que o Google entenda conteúdos parecidos ou iguais como duplicados. Se há duas páginas semelhantes mas com target para países diferentes o Google deve ser avisado através destas tags.

Quais são os problemas mais comuns com tags Hreflang?

Ao longo dos anos, analisámos milhares de tags de Hreflang e, muitas vezes, vimos os mesmos tipos de erros.

Códigos Incorretos

Um dos problemas mais comuns é o uso de linguagem inventada ou códigos de país. Geralmente, os códigos oficiais são diferentes para o idioma e o país, portanto, as suas tags são diferentes.

Bons exemplos disso:

Sueco – não é SE-SE mas SV-SE. SV para Svenska, o nome da língua sueca
Japonês – não é JP-JP mas JA-JP para japonês
O Reino Unido – O código oficial do país para o Reino Unido é GB não no Reino Unido, portanto o código correto é EN-GB não EN-UK.
Você não precisa se lembrar desses códigos, pois pode encontrar facilmente uma lista dos dois tipos de código on-line:

http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_ISO_639-1_codes
Os códigos de país estão aqui: http://en.wikipedia.org/wiki/ISO_3166-1_alpha-2

Tag Hreflang de auto-referência ausente

Ao listar todas as tags do Hreflang, seja na página ou no arquivo do sitemap, inclua uma tag no idioma actual. Portanto, se você estiver a fornecer tags Hreflang de uma página ou sitemap alemão, certifique-se de que há um Hreflang alemão e as dos outros mercados.

Conflitos com tags canônicas

Certifique-se de que a tag de auto-referência usa o mesmo URL da tag canónica (canonical tag) na página ao adicionar Hreflang tag. Se as duas tags entrarem em conflicto, isso apenas confundirá os mecanismos de busca.

URLs de tags do Hreflang que não estão correctas

Pode ser um URL que redirecciona ou uma página que não está mais activa. Fazer um crawl com o ScreamingFrog é suficiente para encontrar esses problemas.

A análise de erros das hreflang tags fazem parte de qualquer análise de SEO técnico.

Veja aqui como fazer uma Auditoria SEO, passo por passo. Ou saiba mais sobre as meta tags.

Robots.txt : O que são e como criar

Exemplo robots txt

O arquivo robots.txt fica na raiz de qualquer site e pode ser encontrado em www.example.com/robots.txt. O robots.txt é um arquivo de texto simples que segue o Protocolo de exclusão de robôs.

Um arquivo robots.txt é constituído por uma ou mais regras. Cada regra bloqueia (ou permite) o acesso de um determinado rastreador a um caminho de arquivo (página ou pasta) especificado no site.

O robots.txt é uma parte frequentemente esquecida em SEO e nas auditorias técnicas. Mesmo sendo uma parte importante de qualquer conjunto de ferramentas de SEO.

Exemplo robots.txt

Este ficheiro pode ser usado para diversos fins, desde que os mecanismos de pesquisa saibam onde ir para localizar o sitemap dos seus sites até que páginas rastrear e indexar e não rastrear. Além de ser uma óptima ferramenta para gerir o crawl budget de sites.

Por exemplo, se tiver páginas duplicadas ou páginas desactualizadas e queira que o Google não aceda a uma delas.

Crawl Budget

O crawl budget ou orçamento do rastreamento é o método que o Google usa para rastrear e indexar as páginas dos sites com eficiência. Por maior que seja o Google, o motor de busca ainda têm um número limitado de recursos disponíveis para rastrear e indexar o conteúdo de seus sites.

Especialmente se tiver um site com muito conteúdo fornecido em javascript.

Se o seu site for grande como um site de comércio eletrónico, por exemplo, e você tiver milhares de páginas com muitos URLs gerados automaticamente, o Google poderá não rastrear todas essas páginas e você perderá muita oportunidade de tráfego e de visibilidade.

O Google já confirmou que ter muitos URLs de baixo valor pode afectar negativamente o rastreamento e a indexação de um site. É aí que ter um arquivo robots.txt pode ajudar com os factores que afectam o orçamento de rastreamento de sites.

Analisar o robots.txt é fundamental numa auditoria de SEO.

Você pode usar o arquivo para ajudar a gerir o crawl budget, certificando-se de que os mecanismos de pesquisa estejam gastando o seu tempo no site da maneira mais eficiente possível – rastreando apenas as páginas importantes sem perder tempo páginas como login, inscrição ou páginas de agradecimento.

Especialmente se tiver um site grande.

Porque precisa do robots.txt?

Antes que um robot como o Googlebot, Bingbot, etc. rastreie uma página da Web, primeiro ele verifica se existe, de facto, um arquivo robots.txt e, se houver, geralmente respeitará as instruções encontradas nesse arquivo.

Um arquivo robots.txt pode ser uma ferramenta poderosa para SEO, pois é uma óptima maneira de controlar como os rastreadores/bots de motores de busca acedem determinadas áreas do site. Lembre-se de que precisa entender como o arquivo robots.txt funciona ou acidentalmente poderá bloquear o Googlebot ou qualquer outro bot e eles não serão capazes de rastrear todo o seu site. Isos fará com que possa não encontrar o seu site nos resultados de pesquisa.

Quando feito correctamente, é possível controlar coisas como:

  • Bloqueio de acesso a secções inteiras do seu site (ambiente de desenvolvimento e armazenamento, etc.)
  • Impedir que as páginas internas de resultados de pesquisa dos seus sites sejam rastreadas, indexadas ou exibidas nos resultados de pesquisa.
  • Especificar a localização do seu sitemap ou sitemaps
  • Optimizar o orçamento de rastreamento, bloquear o acesso a páginas de baixo valor (login, obrigado, carrinhos de compras, etc.)
  • Impedir que determinados arquivos (imagens, PDFs, etc.) sejam indexados

Exemplos de Robots.txt

Seguem-se alguns exemplos de como pode usar o arquivo robots.txt no seu site.

  1. Permitir que todos os rastreadores/robots da web acessem todo o conteúdo do site:
User-agent: *
Disallow:

Bloquear todos os rastreadores / bots da Web de todo o conteúdo do site:

User-agent: *
Disallow: /

É muito fácil cometer um erro ao criar os robots.txt do seu site, pois a diferença de bloquear todo o seu site e de o seu site ser visto é uma simples barra invertida.

Bloqueio de rastreadores / bots da Web específicos de uma pasta específica:

User-agent: Googlebot
Disallow: /

Bloqueio de rastreadores / bots da web de uma página específica do seu site:

User-agent: 
Disallow: /cart.html

Exclua todos os robôs de parte do servidor:

User-agent: *
Disallow: /cgi-bin/
Disallow: /tmp/
Disallow: /junk/

Para confirmar que os robots.txt estão bem construídos, que as páginas que deseja bloquear estão realmente bloqueadas, pode utilizar a Google Search Console e testar página por página.

O “Disallow” é um comando que instrui os sites de busca sobre quais directórios ou páginas não devem ser incluídas no índice.

O Google fornece ainda um guia de especificações do robots.txt que pode ajudar a melhor entender como o Google lida com o arquivo.

O tamanho máximo do arquivo robots.txt – para o Google – é de 500 KB, por isso é importante estar atento do tamanho do arquivo robots.txt.

Como criar um arquivo robots.txt

Criar um arquivo robots.txt para o seu site é um processo bastante simples, mas também é fácil cometer um erro. Não deixe que isso o desencoraje de criar ou modificar um arquivo de robôs.

Este artigo do Google orienta pelo processo de criação de arquivos robots.txt e deve ajudá-lo a obter um ficheiro perfeito.

Se precisa de mais info, pode ler os básicos sobre robots.txt.

Melhores práticas para construir robots.txt:

  1. Certifique-se de que todas as páginas importantes sejam rastreáveis e que o conteúdo que não forneça qualquer valor real seja bloqueado.
  2. Não bloqueie recursos JavaScript e arquivos CSS
  3. Faça sempre uma rápida verificação do seu arquivo para se certificar de que nada mudou por acidente
  4. Coloque o arquivo robots.txt no directório raiz do seu site para que ele seja encontrado
  5. O arquivo Robots.txt faz distinção entre maiúsculas e minúsculas, o arquivo deve ser chamado de “robots.txt” (sem outras variações)
  6. Não use o arquivo robots.txt para ocultar informações privadas do utilizador, pois elas estarão visíveis
  7. Adicione o local do sitemaps ao seu arquivo robots.txt.
  8. Verifique se você não está a bloquear nenhum conteúdo ou secções do seu website que você deseja que o Google encontre

Erros comuns nos robots.txt

“indexada, mas bloqueada pelo robots.txt”! O sitemap contém urls bloqueados pelo arquivo robots.txt. Este é dos erros mais comuns que encontramos nos alertas do Google Serach Console.

Este erro acontece quando nos sitemaps está uma página que estamos a bloquear nos robots.txt. Basicamente, estamos a pedir no sitemap que o Google leia uma página ao mesmo tempo que estamos a dizer ao Google -a través do arquivo robots.txt – que não pode aceder àquela página.

Este erro acontece muitas vezes em sites que utilizam wordpress ou blogs que utilizar plugins que disparam sitemaps para páginas de tags e categorias.

Para corrigir basta decidir se retira as páginas do sitemap ou se, de facto, elas não deveriam estar a ser bloqueadas pelo robots.txt.

Usar o Screaming Frog – uma das principais ferramentas de SEO – ajudará a encontrar páginas erradamente bloqueadas.

Confirme internal links e external links. Esteja seguro que não tem páginas importantes bloqueadas aos bots do Google.

Robots.txt Generator

Um arquivo robots.txt completo contém “User-agent”, e abaixo dele, pode escrever outras directivas como “Permitir”, “Proibir”, etc. Se escrito manualmente pode levar muito tempo, sobretudo se tiver que escrever várias linhas de comandos em um arquivo. Os geradores de robots.txt permitem excluir ou permitir paginas com um simples clique em um botão. Ou seja, permite fazer um robots.txt personalizado.

Se procura um robots.txt generator nós sugerimos os seguintes:

  1. SEObook
  2. Internet Marketing Ninjas
  3. Ryte