SEO Mobile (Ou SEO para telemóveis) – O que nos reserva o presente?

O SEO Mobile é já a dor de cabeça nº 1 de todos os SEO. Para mais este ano, já que o Google tem vindo a avisar sobre o Mobile-First Index. Hoje em dia o acesso à internet é cada vez mais feito através dos telemóveis smartphones e tablets. Aliás, a utilização de telemóveis para acesso à internet e às redes sociais pelos jovens duplicou nos últimos três anos e os tablets estão entre os equipamentos mais utilizados em casa. Ainda que Portugal seja um País na retaguarda da utilização dos telemóveis para compras online ou pagamentos.

O aumento do uso de telemóveis muda alguma coisa para SEO? Muda. Tudo. Porque os sites precisam de se adaptar ao formato dos telemóveis, ou seja “Touch-friendly”. A necessidade ocorre porque cada vez mais pessoas acedem ao seu site através de telemóveis e se a sua página não estiver preparada para os receber simplesmente vai perder tráfego. Primeiro porque o Google não irá ranquear a sua página tão bem; Segundo, mesmo que por algum “milagre” esteja a ranquear bem o utilizador acabará por sair mais rápido da sua página se a mesma não estiver adaptada a ecrãs pequenos.

O aumento de acesso através de smartphones e tablets justifica-se sobretudo com os tarifários cada vez mais baixos, com a melhoria dos telemóveis e da velocidade da internet.

Velocidade, rapidez… mobile

O futuro será móvel, portanto nada como começar já hoje a fazer as adaptações. Avise o Google quando uma página é formatada para dispositivos móveis (ou se tem uma página equivalente formatada para dispositivos móveis). Isso ajuda o motor de busca a veicular adequadamente o conteúdo nos resultados de pesquisa aos utilizadores.

E tal como no site, mantenha os conteúdos e os recursos disponíveis para os motores de busca os encontrarem. Se o Googlebot não tiver acesso aos recursos da página, como CSS, JavaScript ou imagens, pode não detectar que ela foi desenvolvida para exibir e funcionar bem num navegador para dispositivos móveis. Se tal acontecer, o Google pode não exibir a sua página nos resultados das pesquisas.

As páginas para dispositivos móveis que oferecem uma experiência insatisfatória ao utilizador, como a utilização de flash, podem deixar de aparecer nos resultados das procuras do Google ou podem ser exibidas com um aviso nos resultados de pesquisa de dispositivos móveis.

O Google reconhece três configurações diferentes na criação de sites para dispositivos móveis. Web design responsivo: veicula o mesmo código HTML no mesmo URL, independentemente do dispositivo dos usuários (computador, tablet, dispositivo móvel, navegador não visual), mas pode processar a exibição de maneiras diferentes (ou seja, “responder”) com base no tamanho do ecrã.

Exibição dinâmica: usa o mesmo URL, independentemente do dispositivo, mas gera uma versão diferente de HTML para tipos de dispositivos diferentes com base no que o servidor sabe sobre o navegador do usuário.

URLs separados: veicula códigos diferentes para cada dispositivo e em URLs separados. Essa configuração tenta detectar o dispositivo do usuário e depois redirecciona à página apropriada com o uso de redirecionamentos HTTP junto ao cabeçalho HTTP Vary.

Quando profissionalmente me pedem para analisar o mercado e tentar encontrar uma lacuna de negócio que não esteja a ser explorada pelo SEO uma das primeiras coisas que faço é tentar perceber quais os dispositivos usados para procurar as principais palavras-chave.

Por exemplo, no Brasil quase metade das procuras feitas no Google, em 2014, sobre “pousadas” foram realizadas através de dispositivos móveis. Enquanto estes mesmos dispositivos só foram utilizados 24% das vezes em que foi procurada a palavra “hostel”.

O modo como procuramos no Google é diferente se estivrmos num computador ou num smartphone.

2016 trouxe novidades, as empresas de e-commerce começam a divulgar que as “conversões” (compras) nos seus sites estão a ser feitas, pela primeira vez, maioritariamente através de dispositivos móveis.

AMP o que é?

Isso traz um novo desafio aos SEOs: reoptimizar sites com base nas buscas de telemóvel. Mas também trabalhar on-site para que o seu site carregue rápido. A minha aposta para o futuro recente seria no AMP. Mas isso explicarei outro dia…

https://seoportugal.net/blog/press-releases-em-seo-linkbuilding-pinguim/

Queria ser Jornalista, mas fugi para o Marketing e dei por mim a trabalhar como SEO. Em agência ou in-house, já trabalhei com projectos do Spotify, Telepizza, Amazon, Hostelbookers, Hostelworld, 360imprimir ou EF Education First. Sonho um dia ainda voltar a Portugal e viver do Marketing Digital. Fundei a SEOPortugal para ajudar a divulgar o SEO e partilhar algum conhecimento.

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